O Tao do Reiki

Descobrir, Desenvolver e Crescer com Reiki

Categoria: Tratamentos de Reiki (Page 1 of 15)

Como aplicar um tratamento de Reiki a outros com concentração e atenção plena

Por vezes queremos aplicar um tratamento de Reiki a outros, mas a nossa atenção fica dispersa entre as coisas que fizemos e que temos a fazer. Não te preocupes, a prática de Reiki tem alguns truques que te podem ajudar a manter a concentração e a atenção plena num tratamento de Reiki a outros.

Desenvolver a concentração num tratamento de Reiki a outros

Apesar de nos tentarmos focar no fluxo da energia, o nosso pensamento pode divagar bastante ao aplicarmos um tratamento de Reiki a outra pessoa. Não é por querermos, mas sim porque acontece.

O Mestre Usui indicava que os nossos princípios começam com o “Só por hoje“, ou seja, a concentração, a atenção no momento presente e que, através da nossa prática constante, cada vez mais estaríamos em sintonia com a Energia Universal.

Só por hoje – a atenção plena no tratamento Reiki

Se sentes que a tua mente tem tendência a divagar, observa como está o teu chakra da terceira visão. É preciso que ele esteja em equilíbrio para que também possas ter a mente mais descansada. Uma boa forma de o trabalhares é através de uma simples meditação para a mente vazia.

Depois, ao aplicares Reiki, sempre que sentires a tua mente a querer divagar, faz o seguinte:

  • Enraiza-te, para que te possas concentrar;
  • Vai recitando os cinco princípios lentamente, com concentração em cada um deles, não só irá ajudar a energia a fluir como a manteres-te focado na prática e pensamento de Reiki;
  • Podes também concentrar-te no fluxo da energia, como sentes a energia a fluir para a pessoa;
  • Se quiseres, podes usar algum truque como tocares com os polegares na mão e pensares algo como “Estou no aqui e agora, estou entregue a este momento, a energia flui”.

Com estas dicas “simples” só tens mesmo que te ir entregando e praticando. Não vai acontecer de um momento para o outro, mas irá, sem dúvida alguma, crescer em ti todo o sentido da concentração e da atitude de atenção plena ao fazeres o tratamento de Reiki a outros.

Podes também desenvolver os conceitos da prática meditativa através do livro Reiki Guia para Uma Vida Feliz.

Quando surge ansiedade com o autotratamento Reiki

Ao fazeres o autotratamento e te surge ansiedade, não precisas pensar que a prática e autotratamento Reiki te está a fazer “mal” ou que algo de errado está a ser feito. Desta experiência, poderás tirar lições muito valiosas.

Surge a ansiedade com o autotratamento e que lições podes aprender com ela

Reiki, a energia vital que está presente em nós e em tudo é uma energia de equilíbrio e harmonia, ou seja, promove em nós a homeostasia e, de forma alguma ao praticar Reiki, nos irá “fazer mal”.

Vamos supor que estás a realizar o teu autotratamento. Fizeste o banho seco, sentes-te ligado à energia, estás enraizado e começas passo a passo, cada uma das posições, deixando a energia fluir para ti. Quando chegas ao chakra cardíaco, começas a sentir uma aceleração anormal, um pulsar e estímulo que te faz lembrar algum momento de ansiedade que já tiveste e, naturalmente, pensas que a energia te está a provocar ansiedade.

Mas o que pode realmente estar a acontecer quando surge ansiedade no autotratamento?

Como a energia promove a homeostasia, o teu corpo e mente podem querer estar a reagir indicando-te “aqui temos algumas questões a resolver” e assim, surge a ansiedade ou a manifestação dos sintomas de ansiedade naquela determinada área.

Isto não quer dizer que estejas ansioso, mas sim que existe de forma latente a possibilidade dos efeitos de ansiedade se manifestarem. Então, a tua prática de autotratamento poderá trazer-te fortes e importantes lições transformadoras para a tua vida:

  • Possivelmente tens ansiedade;
  • Possivelmente ainda não conseguiste resolver totalmente as tuas questões que promovem a ansiedade;
  • Observando a partir do ponto onde estás a fazer o autotratamento Reiki, podes perceber qual o chakra que pode estar relacionado com a ansiedade (neste exemplo era o chakra cardíaco);

Lembra-te também que quando surge ansiedade há um mecanismo físico de resposta do corpo e não quer dizer que estás com ansiedade, mas poderás até estar num processo em que precisas de ação, ou até mesmo dispersão de calor interno. Claro que isto poderá parecer absurdo, mas o nosso corpo e as suas reações homeostáticas talvez estejam bem além das comuns classificações que habitualmente usamos. Assim, aproveita este grande momento para compreenderes o que há a trabalhar em ti e porque não:

  • Toma nota de todo o processo que fizeste no autotratamento até chegares ao momento da ansiedade;
  • Como foi o teu dia ou a tua semana antes deste momento;
  • O que sentiste ou estavas a sentir no momento em que surge ansiedade;
  • O que te apeteceu fazer? Não aquela reação instintiva do receio, mas sim da ação para terminar a ansiedade, mais profundo do que parar o autotratamento?

Mas o que são as más reações quando surge ansiedade num autotratamento?

Sem dúvida que quando aprendemos Reiki queremos seguir a Arte Secreta de Convidar a Felicidade. Esta premissa do Mestre Usui não implica que automaticamente seremos felizes, mas que a prática de Reiki nos irá ajudar a saber lidar com as situações com as quais não somos felizes. É exatamente nesse ponto que entra a nossa reação a situações como quando surge ansiedade num autotratamento. Se eu tiver uma atitude positiva, seguindo os cinco princípios, poderei compreender e lidar mais rapidamente com a situação. Se, pelo contrário, não me firmar numa atitude positiva, poderei não ter a força para ultrapassar a situação.

Assim, Reiki é também uma forma de desenvolvermos a nossa autoconsciência e compreendermos em que ponto estamos neste preciso momento, no Só por hoje. É também por isso que a prática do Usui Reiki Ryoho é de uma grandeza incrível para o nosso crescimento. Lembrando-nos do quarto princípio, sabemos que devemos ser diligentes e perseverantes, mantendo também a calma, autoconfiança, gratidão e a grande “cola” que tudo une – a bondade.

Como realizar voluntariado a pessoa com doença oncológica

A doença oncológica tem sido a mais devastadora doença deste século, quer física, emocional e mentalmente, afligindo não só a própria pessoa que passa por esse desafio, como também os seus cuidadores. A prática de Reiki tem dado grande apoio, como terapia complementar, a muitas pessoas com doença oncológica, isto não porque há uma promessa de cura, mas sim porque a terapia é centrada na pessoa e no seu equilíbrio interior.

Algumas pessoas têm a capacidade de pagar um terapeuta profissional, mas muitas seguem um regime de voluntariado pelas avultadas despesas que já têm. O voluntariado Reiki para a pessoa com doença oncológica pode ser de grande benefício à pessoa e também aos seus familiares, vamos ver como.

Aplicação de Reiki a pessoa com doença oncológica em regime de voluntariado

São várias as considerações que se devem ter ao realizar o voluntariado e deve-se sempre estar em perfeita sintonia com a pessoa no que toca aos tratamentos que realiza e aos seus prazos. Assim, o voluntário deve estar ciente:

  • Das informações sobre que doença oncológica a pessoa tem;
  • Que considerações os médicos tiveram sobre a mesma;
  • Qual o plano de tratamento.

Este tipo de informação não tem a ver propriamente com a necessidade de conhecermos a doença física, pois esse é o papel dos médicos, mas sim de compreender como poderemos auxiliar melhor a pessoa, passo a passo, escutando, entendendo, apoiando e compreendendo também os efeitos dos tratamentos que ela indica.

Algo que nos traz sempre alguma dúvida é quando aplicar o tratamento à pessoa com doença oncológica. Assim, o que precisamos mesmo fazer é escutar o que o nosso utente indica:

  • Em que alturas é que tem o tratamento prescrito;
  • Como se sente antes do mesmo;
  • Como se sente depois do mesmo;
  • Quando surgem os efeitos secundários e de que forma se manifestam em si, assim como onde.

Esta informação vai permitir que ambos possam definir as melhores datas de tratamento. Há pessoas que precisam da aplicação de Reiki após o tratamento, outras que precisam no dia antes dos efeitos secundários surgirem, outras que precisam no dia depois dos efeitos secundários. Felizmente, no Usui Reiki Ryoho, advogamos sempre que a pessoa faz parte do seu próprio processo terapêutico e que deve ser visto caso a caso, não encarando um tratamento como sendo igual a outro já realizado.

Ter a noção disto implica que a nossa prática é incrivelmente exigente e não é um “deixar fluir” que tudo correrá bem. É necessário uma escuta ativa, um coração compassivo que vem acompanhado de sabedoria, um conhecimento adequado do corpo energético e uma prática que já passou por sucessos e insucessos, pois todos fazem parte da grande experiência da vida.

A aplicação de Reiki em pessoa com doença oncológica é dos mais exigentes protocolos que se pode ter, não por uma questão de tempo, mas por uma questão de atenção. Muitas vezes a pessoa pode questionar-se porque a sessão quase que só tem duas posições, no entanto, o que o terapeuta faz é um trabalho exaustivo que requer bastante atenção à energia.

Como aplicar Reiki pela primeira vez a pessoa com doença oncológica

  • Começa por ter uma conversa empática e bondosa com a pessoa, compreendendo como se sente, como foi o seu percurso, o que a levou àquela condição, tudo dentro da medida do que a pessoa possa querer falar. Por vezes a primeira sessão será totalmente ocupada com esta conversa;
  • Depois, tenta compreender como está a sua condição energética, como em si flui a energia e o que realmente se passa consigo energeticamente;
  • Não te preocupes se o primeiro tratamento for um pouco estranho pois poderás estar a desbloquear os canais e só no tratamento seguinte é que se poderá ter uma posição mais concertada e ativa do fluxo energético;
  • De seguida, presta atenção ao byosen emitido. Por favor, não fiques com as mãos num local onde o byosen possa ser agressivo para ti. O teu propósito é o do fluxo da energia e a harmonização do local;
  • Visualiza a zona afetada como se estivesse contida, como se todas as células estivessem contidas, para que os tratamentos médicos tenham grande sucesso;
  • Auxilia a pessoa emocionalmente e promove a sua paz interior, lembra-te da nossa missão, segundo o que indicava o Mestre Usui:

A missão do Usui Reiki Ryoho é guiar para uma vida pacífica e feliz, curar os outros, melhorar a sua felicidade e a nossa própria.

A partir de cada sessão, estipula a seguinte com a pessoa. Lembra-te de ser flexível pois cada pessoa poderá ter efeitos diferentes até nas diferentes sessões de quimio ou radioterapia. Por vezes terão que ser mudados os dias.

Mais ainda, aconselha a pessoa a que o seu cuidador mais próximo possa também receber uma sessão ou consulta de Reiki, para que se possa manter o máximo possível em harmonia.

Existe ainda outra grande questão – quem pode ser um voluntário que trata uma pessoa com doença oncológica? Ao longo destes anos tenho visto os mais variados casos, desde praticantes de nível 1 que acabaram de receber a sua sintonização e desejam muito auxiliar o familiar, a praticantes de nível 2, terapeutas de Reiki, mestres de Reiki.

A partir do nível 2, com prática, poderás ter essa abordagem terapêutica, terá que depender de ti, da tua confiança, do teu saber e do que achas que possas estar a fazer pelo bem maior da pessoa. Não há problema algum em recomendar outra pessoa, também não há problema algum em aceitar o desafio, desde que tudo seja feito com consciência. Lembra-te das palavras do Mestre Usui:

Confia no Universo que o Universo confia em ti.

Lembra-te de também cuidares de ti mesmo isso é um dever. Observa as técnicas de limpeza, observa o teu próprio byosen, aplica os cinco princípios e tem o entendimento das lições que este trabalho traz.

Reiki para as costas em autotratamento

Geralmente fazemos o autotratamento na parte da frente do corpo mas e Reiki para as costas como o fazer no nosso autocuidado?

A aplicação de Reiki para as costas através da frente do corpo

Muitas vezes as nossas costas sofrem o peso e tensão do dia-a-dia. A sobrecarga emocional pode trazer-nos dores e mesmo redução de mobilidade, além de dores de cabeça. Mas como poderemos aplicar o autotratamento Reiki para as costas, indo pela parte da frente do corpo?

Vamos imaginar que tens dores no ombro esquerdo:

  • Começa o autotratamento com o banho seco e enraizamento;
  • Coloca a intenção de a energia te auxiliar a aliviar a dor do ombro esquerdo;
  • Trata as posições da cabeça;
  • Trata o Chakra Laríngeo, imagina que além de tratar o chakra, que flui também para a zona correspondente nas costas;
  • Com a mão direita trata o teu ombro esquerdo e coloca a mão esquerda numa parte do corpo que te seja confortável;
  • Depois, com as duas mãos, trata o Chakra cardíaco e imagina a energia a irradiar para a frente e também para as costas;
  • E assim sucessivamente até chegares aos pés. Caso te seja desconfortável fazer todas as posições, apenas deves fazer as que te sejam possíveis;
  • No final agradece.

A aplicação de Reiki nas costas pode ser feita, no nível 1 de Reiki, através da intenção. Com o nível 2 e 3, já poderá ser feita com a técnica de envio de Reiki à distância.

Como fazer um tratamento de Reiki a familiares com o nível 1

Se tens o nível 1 e estás a pensar fazer um tratamento de Reiki a familiares teus, então este artigo pode ajudar-te em todo o processo, desde prepares o espaço, preparares-te para a aplicação, até ao final de todo o processo.

Como fazeres um tratamento de Reiki a familiares teus

Vamos então pensar nas várias partes do tratamento de Reiki a familiares:

  1. Preparação do espaço
  2. A tua preparação
  3. Explicação
  4. Aplicação
  5. Limpeza após tratamento
  6. Encerramento

Preparação do espaço

Areja bem o espaço onde vais aplicar Reiki, se quiseres acender um incenso garante que não ficou lá o seu fumo e que o cheio é neutro. Verifica o local onde vais aplicar e se tens que colocar almofadas no chão para teu conforto, mantém uma mantinha perto para o caso de ser necessário tapar a pessoa para o seu conforto.

A tua preparação

Vai à casa de banho ou um local onde possas e faz o banho seco, mantendo a atenção ao enraizamento ao longo do tratamento.

Explicação

Explica ao teu familiar o que é Reiki, mantendo uma explicação simples e coerente. Indica-lhe onde irás colocar as mãos no tratamento, mesmo que não as tenhas em contacto com o corpo.

Aplicação

Ao falar com o teu familiar, pergunta para que quer este tratamento, essa será a sua intenção.

Faz o tratamento de Reiki ao teu familiar assim como aprendeste nas tuas aulas. Se quiseres aplica as mãos nos ombros, cabeça, e ao longo dos chakras, joelhos e pés.

Podes aplicar só na frente, só nas costas ou frente e costas, vê como é mais confortável para o teu familiar. Poderá ser deitado ou sentado.

Se sentires algum byosen mais estranho como piquinhos ou picadas, tens que limpar a zona antes de tratares.

Quando terminares, verifica como o teu familiar se sente, dá-lhe água para beber e alguma recomendação que aches necessária. Geralmente uma só sessão de Reiki não é suficiente.

Limpeza após tratamento

Volta a fazer o banho seco e se necessário a chuva de Reiki. Não te apegues ao que sentiste e mantém uma atitude positiva.

Encerramento

Limpa o espaço onde estiveste, se quiseres com incenso e areja, com a janela um pouco aberta.

Aplicar um tratamento de Reiki a familiares pode ser feito com o nível 1 de Reiki. Presta atenção ao byosen, mantém o teu enraizamento e foca-te nos cinco princípios. Não te apegues ao que sentes nem ao que tens de ligação com o teu familiar, mantém uma atitude neutra, estás a ajudar a pessoa no seu percurso terapêutico.

Como tratar os rins com Reiki

No nosso autotratamento nem sempre é fácil tratar os rins ou outras partes das nossas costas, no entanto, estes chakras secundários são incrivelmente importantes e a sua profilaxia pode evitar bastantes complicações

Tratar os rins através da prática de Reiki

Os chakras secundários que estão localizados na região dos rins, representam a nossa vitalidade geral e poderão também estar associados ao impulso, à capacidade de seguir em frente, de ter força e resolução para as situações.

Quando os rins começam a perder energia, pelas mais diversas razões, podemos ficar mais “presos”, restringidos, com menos força para o que devemos fazer e, poderá também surgir, o medo!

Principalmente quando a energia dos rins começa a ficar fria, ou seja, quando há mesmo uma ausência de energia ou um evento traumático ali localizado, a falta de força poderá originar medo e esse é o medo que nos paralisa de fazer as coisas. Assim, tratar os rins é algo de muito essencial para o nosso equilíbrio.

Como tratar os rins através da autoaplicação

Aplicar Reiki nos rins poderá não ser muito fácil para algumas pessoas, por isso mesmo, vou indicar um tipo de autotratamento que poderá facilitar as questões de mobilidade e tu adaptarás consoante aquilo que consigas fazer:

  1. Faz o banho seco;
  2. Liga-te à energia e recita os cinco princípios;
  3. Coloca uma intenção para a tua prática;
  4. Inicia o autotratamento no chakra raiz e ao longo das posições, vai sempre prestando atenção ao byosen;
  5. Depois, passa para o chakra esplénico, abaixo do umbigo;
  6. A seguir, move as tuas mãos, uma de cada vez, para a zona dos rins, mas na frente do corpo;
  7. De seguida, se conseguires, move uma mão de cada vez para a zona dos rins, nas costas;
  8. Lembra-te sempre de limpar a energia se sentires picadas ou formigueiro (desde que essa não seja a tua forma habitual de sentir a energia);
  9. Depois, passa para a frente e trata o plexo solar;
  10. E finalmente, o chakra cardíaco. Experimenta aí recitar os cinco princípios;
  11. Quando quiseres terminar, agradece.

Tratar os rins é muito importante para que possas manter o teu equilíbrio de uma vida sem medos. Claro que estamos apenas a falar de conceitos de energia e não de aspectos físicos. Se vires que o byosen que sentes nos rins se mantém, durante muitos dias, tem atenção e vai a um médico.

Podes ler mais sobre tratamentos específicos e como desenvolveres a tua prática terapêutica no livro Reiki Guia do Método de Cura.

Terapeuta de Reiki grávida – que cuidados ter

Se és uma terapeuta de Reiki grávida, em primeiro lugar, parabéns duplamente porque além de partilhares esta incrível energia de vida, estás também a gerar vida. Sendo uma terapeuta de Reiki grávida, há realmente alguns cuidados que precisas ter, em relação à energia.

Os cuidados a ter de uma terapeuta de Reiki grávida

Reiki é energia vital e trabalhar com ela é sempre benéfico, portanto, não é a energia Reiki que irá trazer algum tipo de dificuldade ou problema a uma terapeuta de Reiki grávida, muito antes pelo contrário. Ao aplicares Reiki, há sempre energia que flui para ti mesma e sem dúvida que o autotratamento te irá ajudar bastante com as dores e efeitos secundários que sintas, ao longo de todo o maravilhoso período de gestação.

A grande questão mesmo está na reação à energia da outra pessoa, aquilo que no Usui Reiki Ryoho chamamos de byosen, termo japonês que significa a “irradiação da doença”.

Se o byosen, a comunicação energética da outra pessoa for muito “insistente” contigo e se sentires que te afecta física, energética e emocionalmente, então tens que tomar algumas precauções, como por exemplo:

  1. Aplicar o enraizamento e garantir que a energia escoa, assim como manter a mente focada;
  2. Limpar sempre a aura da pessoa com o segundo ou quarto símbolo, antes de começar a aplicação;
  3. Interpretar o contacto da energia da outra pessoa como sendo uma informação, uma indicação para uma necessidade e indicares “ok, já irei tratar”, esta é uma forma de “cortares” essa ligação e evitar a insistência;
  4. Observares qual o teu chakra que é mais sensível e fica sempre afectado em alguma comunicação energética, terás que o tratar, por exemplo, limpando o seu interior e aplicando Reiki, no entanto, não te esqueças de ver que tipo de consciência ele representa e o que terás a ultrapassar;
  5. Verifica que está sempre Reiki a fluir em ti e concentra-te mais nessa passagem que propriamente a sentires a outra pessoa, intensamente, (no tratamento);
  6. Caso verifiques que existe energia mais intensa na pessoa, afasta as mãos até um limite confortável para não estares tão sujeita a essa intensidade;
  7. Aplica o autotratamento regularmente e verifica sempre como estás;
  8. Podes também usar o primeiro símbolo em cada um dos lados da tua aura, para intensificares a tua energia;
  9. Há também quem goste de se visualizar dentro de uma “bolha” de energia para se proteger.

Um bebé é uma energia maravilhosa que depende mais dos seus pais do que outras energias exteriores, por isso tem uma espécie de “proteção” natural, que faz parte do seu crescimento. No entanto, se a mãe estiver afectada durante muito tempo, claro que algo poderá afectar o bebé, mas só se essas forem as suas condições de crescimento. Por isso mesmo, à partida, não há que ter receios, mas sim ter todas as precauções que uma grávida tem no seu dia-a-dia. O cuidado energético não difere dos cuidados físicos.

Em O Grande Livro dos Charkas e da Anatomia Energética poderás encontrar, mais detalhadamente, pormenores sobre esta interação energética e como a trabalhar.

Uma gravidez muito feliz e com muito muito Reiki!!!

Quando não aplicar Reiki a outra pessoa, estando doente

Em algumas circunstâncias temos que ter a atenção de não aplicar Reiki a outra pessoa, pois poderá ser complicado para nós e também para o outro. Ter isto em mente, pode ajudar-nos a compreender melhor a necessidade do autocuidado, ou seja da aplicação do autotratamento e do sentido dos cinco princípios.

Quando não aplicar Reiki a outra pessoa

Por doença, na prática de Reiki, entendemos o desequilíbrio e desarmonia na pessoa, que podem ir de uma constipação à indisposição emocional, de um temor a um comportamento obsessivo. A prática de Reiki, compreende apenas a energia e como tal, olha para a pessoa como um todo.

Há alturas em que estamos com uma constipação, alergia ou até um pouco “ovelha choné“, aplicamos Reiki a outra pessoa e tudo corre maravilhosamente bem. A pessoa sente-se excelente e até parece que o problema que tínhamos desapareceu. Nessas alturas, afinal não estávamos tão mal quanto pensávamos, apenas estávamos um em desequilíbrio e por isso mesmo, tudo correu bem porque não estávamos focados na doença e trabalhamos bem com a energia.

Mas há alturas em devemos não aplicar Reiki a outras pessoas, tendo uma consciência muito presente e atenta para essas condições. Devemos sempre observar esta possibilidade através dos cinco princípios:

  1. Será que tenho a mente serena e consigo estar no momento presente?
  2. Será que me sinto confiante e com as condições necessárias para fazer um bom trabalho?
  3. Será que estou de coração predisposto a fazer o que tenho a fazer, independentemente da condição da pessoa?
  4. Será que me vou empenhar em honestidade e será que em honestidade sinto a energia universal?
  5. Será que consigo estar num equilíbrio correto entre a bondade para comigo e a bondade para com a outra pessoa?

Algo a ter muito em conta, para verificares quando não aplicar Reiki a alguém, é se a pessoa está num estado debilitado, física, mental, emocional, espiritualmente. A sua debilidade é uma fragilidade, é como se fosse uma flor singular e frágil, num grande campo, tu, enquanto terapeuta de Reiki ou voluntário, poderás ser um cuidador dedicado que ajudará essa flor a crescer, ou então, um elefante que pode levar tudo à frente.

Saber levar um caminho equilibrado na prática de Reiki irá ajudar-te muito e também aos outros, por isso mesmo, sente a energia, reflete com os cinco princípios e observa com uma mente sábia e compassiva.

Quando deves receber Reiki presencialmente e não à distância

Podemos receber Reiki de várias formas, presencialmente ou à distância e existem condições que requerem o tratamento presencial e não à distância. Vamos observar como estas formas de receber Reiki podem ser distinguidas, para melhor auxiliar a pessoa.

Receber Reiki presencialmente ou não

Ao receber Reiki presencialmente, o praticante está perante a pessoa, avalia os seus movimentos, os seus gestos, que muitas vezes são indicadores dos locais onde tem algum tipo de bloqueio. Não lemos as expressões como um psicólogo, mas observamos os gestos no sentido de compreender a energia e o seu fluxo, ou ausência dele.

Presencialmente podemos comunicar com a pessoa e com o que ela indica ser melhor para a sua questão, poderá até referir a forma como fica deitada na marquesa, ou se durante o tratamento está a sentir algum tipo de desconforto ou reacção que esteja a interferir com ela.

Podemos no final ainda conversar e compreender se os objectivos estão estabelecidos. O dialogar com a pessoa é muito importante, pois ela poderá ir com a intenção de receber Reiki para uma situação, mas podemos compreender que poderá ser antes outra a razão e essa hipótse terá que ser dialogada.

Receber Reiki à distância, poderá ser útil para outras situações, pois estamos apenas a tratar energia com energia, sem o envolvimento presente da pessoa, o que poderá ajudar em algumas questões de bloqueio. Por vezes, o envio de Reiki à distância pode até ajudar o desbloqueio do trabalho que vai ser feito presencialmente, ou ser realizado após a prática presencial, para auxiliar a trabalhar algumas questões que ficaram em suspenso.

Estas duas técnicas complementam-se e são importantes, no entanto, só a prática de Reiki presencial é que pode ser considerada uma consulta, não existem, não são de todo aconselhadas consultas à distância.

Mas em que situação é que a pessoa apenas deve receber Reiki presencialmente?

Principalmente nas situações que requeiram uma tomada de consciência. Por exemplo, se a pessoa tem andado com questões de falta de autoconfiança, precisa de ter um acompanhamento presencial, é necessária uma mudança de consciência, uma mudança de padrão.

Assim, podes facilmente compreender como a maior parte das situações requerem um tratamento presencial. O envio de Reiki pode ser bastante útil, mas não substitui uma consulta e um trabalho consciente e responsável da pessoa, para o seu próprio processo terapêutico.

O tratamento para a toxicodependência através de Reiki

O tratamento para a toxicodependência é algo de complexo, que deve ter sempre uma abordagem muito profissional, ponderada e de grande experiência. Falamos de  tratar uma pessoa que está a atravessar uma dependência física ou psicológica, que afecta tudo aquilo que ela é. Vamos encarar o tratamento para a toxicodependência, através da prática de Reiki, como sendo uma terapia complementar, integrativa, do campo energético e, acima de tudo, vamos observar a pessoa como um todo.

Como realizar um tratamento para a toxicodependência com as técnicas de Reiki

Apesar de conhecer muitos praticantes de nível 1 e 2 que apoiam bastante pessoas com questões de toxicodependência, aconselho que o tratamento seja realizado por alguém que tenha uma boa experiência terapêutica, capacidade de desapego, objetividade e a prática longa do nível 3 de Reiki.

Este tipo de tratamento, recomendado, terá ou poderá ter, a componente presencial e o envio de Reiki.

Tratamento presencial para uma pessoa com questões de toxicodependência

Como o nosso campo é o holístico, ou seja, a observação da pessoa como um todo e trabalha no âmbito energético, devemos também estar em sintonia com o acompanhamento médico que está a ser realizado. Num mundo ideal, toda a equipa devia estar em conhecimento ético do que uns e outros estão a fazer, para que todos estejam a trabalhar com a pessoa para o seu bem comum.

Na prática de Reiki, o tratamento para a toxicodependência vai envolver a aplicação da filosofia de vida e das técnicas de Reiki. Este é um tipo de tratamento moroso, semanal ou poderá até mesmo ser com uma aplicação duas vezes por semana.

A filosofia de vida

A aplicação dos conceitos de filosofia de vida poderão ajudar a pessoa a compreender o que a levou ao momento do primeiro consumo. Este momento, para nós, é importante pois indica a motivação da pessoa, a forma como ela estava e porque razão se entregou a esse consumo. É importante que o terapeuta de Reiki tenha a consciência que não está a fazer o trabalho de um psicólogo ou psicoterapeuta, nem deve de forma alguma interferir com esse trabalho.

A reflexão da filosofia de vida pode ser algo como:

  • Como sentia a minha vida nessa altura? Era descontraída, tranquila? Ou estava muito agitada e sob stress?
  • De alguma forma perdi a minha autoconfiança ou auto-estima? Será que procurei um escape de mim mesmo?
  • Que lições toda essa situação me trouxe? E o momento presente? O que tenho a mudar?
  • Será que realmente me empenho neste processo de autocura?
  • Como devia agir para ser bondoso para comigo mesmo e para com os outros que me rodeiam e intervém neste processo?

Claro que estas são apenas algumas perspectivas do tipo de perguntas que poderás fazer, mas que poderão auxiliar a compreender as situações, o que te irá ajudar no envio de Reiki.

As técnicas de Reiki

Iremos ter em conta três técnicas de Reiki:

  1. Byosen – quer permitirá compreender as várias emanações do desequilíbrio da pessoa desde o físico ao emocional;
  2. Desintoxicação – a aplicação das técnicas de desintoxicação que, conjugadas com a intenção do tratamento poderão auxiliar no processo de homeostasia;
  3. Pensamento positivo – por exemplo, a aplicação do Seiheki Chiryo para o cultivo de atitudes e opções diferentes daquelas tomadas e que levam à toxicodependência.

A aplicação do tratamento será dependente de cada sessão podendo ser aplicado frente e costas ou só frente, ou só costas. Esta parte dependerá da experiência e processo terapêutico do praticante.

Tratamento ausente e envio de Reiki à distância

O envio de Reiki à distância, para este tipo de situações, poderá ter alguns reflexos complicados para o terapeuta. Vamos lembrar-nos que o byosen, ou seja, a irradiação do desequilíbrio, manifesta não só as condições da pessoa, mas no caso do envio de Reiki, também as do espaço onde possa estar.

Assim, o terapeuta tem que lidar com duas reações, a da pessoa e a do ambiente envolvente, pelo que poderá trazer-lhe algum tipo de byosen menos agradável e, por isso mesmo, é recomendável que tenha já bastante prática nestes tópicos.

É claro que não podemos pensar que por a pessoa estar em determinada condição é sempre isto que acontece, pois na verdade não é assim, no entanto, é meu dever alertar para as situações que possam ser mais difíceis e até mesmo comprometedoras do bem-estar do praticante.

Assim como é necessário haver compromisso presencial, também o é no envio de Reiki, pois se a pessoa em questão não souber o que está a ser feito, como poderá mudar? A energia não faz milagres, apenas auxilia a pessoa a ter mais força para a sua própria consciência.

Mesmo o envio de Reiki à distância deve ser feito como complemento ao tratamento presencial, para as situações que levaram a pessoa a consumir, para o seu equilíbrio do momento presente e também como auxiliar para o estado futuro que pretende alcançar.

A pessoa com questões de toxicodependência deve estar comprometida com um tratamento oficial e médico apropriado.

Ter muita atenção à preparação do espaço terapêutico ao fazer o envio de Reiki.

Sintonizar uma pessoa com questões de toxicodependência

Podemos também considerar ainda outra situação – a aprendizagem da prática de Reiki. Após algumas sessões de Reiki, que auxiliarão ao equilíbrio e harmonia da pessoa, a sintonização poderá trazer benefícios à pessoa, porque em primeiro lugar irá compreender a filosofia de vida e aplicá-la diariamente, depois, porque irá aprender a cuidar de si mesmo e esse processo poderá dar a força interior que pode necessitar para auxiliar todo o tratamento médico que está a ser feito.

Para o Mestre de Reiki o processo poderá não ser tão simples quanto parece, por isso mesmo recomendo a leitura atenta do livro Reiki a Energia Universal.

 

Quando tratar alguém traz impaciência e saturação

Já alguma vez trataste alguém e sentiste impaciência, vontade de terminar logo aquele tratamento?

Quando sentimos impaciência e saturação num tratamento de Reiki a outros

Pode parecer muito estranho, mas em situações incomuns poderás sentir alguma impaciência por terminar o tratamento, ou mesmo sentires-te saturado. Isso acontece devido ao tipo de energia que estamos a tratar. Pode ser algo como:

  • Energia demasiado densa;
  • Um tipo de byosen que nos causa muito desconforto consciente ou inconscientemente;
  • As situações que a pessoa apresenta de alguma forma estimulam questões nossas;
  • Excesso de cansaço e devíamos antes estar a descansar.

A impaciência poderá surgir destes factores e aqui estamos a excluir alguma situação que te esteja a causar ansiedade. O tipo de energia, se for mais denso, se for muito eléctrico, ou que manifeste demasiados pensamentos, ansiedade, depressão profunda, ou grande volatilidade emocional, poderá trazer-te essas sensações de impaciência, pelo que te deves focar, enraizar e, se necessário, recitar os cinco princípios para que o teu foco esteja na energia Reiki e não na energia que estás a sentir da outra pessoa.

Tenta compreender essa lição da impaciência e com que tipo de energia estavas a lidar, será muito importante para que da próxima vez que trates a pessoa estejas preparado e a possas ajudar ainda mais.

Lembra-te também do envio de Reiki para situações, que de alguma forma poderá auxiliar.

Transforma a impaciência em muita paciência, compaixão e amor incondicional, para isso precisas estar em harmonia e com toda a certeza que vais conseguir, focando-te nos cinco princípios.

Porque a irritação vem ao de cima com a prática de Reiki

Por vezes vamos sentindo uma pequena irritação sempre presente em nós. É um desconforto que nos vai deixando irrequietos e cada vez mais tensos, até que um dia, por uma pequena gota de água, o vulcão acorda e o que era uma irritação tornou-se um momento descontrolado de raiva.

A irritação poderá surgir também durante o autotratamento Reiki, mas há uma razão para isso acontecer.

A irritação e como a compreender na prática de Reiki

Quando aplicamos Reiki em nós mesmos, não estamos apenas a “tratar” de dores físicas, mas sim tudo aquilo que em nós possa estar em desequilíbrio. Por isso mesmo, o aspecto mental e emocional poderá também ser revelado para que seja tratado.

A prática de Reiki observa tudo do ponto de vista holístico, como tal, se a irritação surge é porque há algo em nós que está em desequilíbrio e tal manifesta-se em tudo o que somos. Por vezes a irritação é uma insatisfação que aconteceu há muito tempo e ainda reside em nós, outras vezes é uma indignação que está constantemente a ser estimulada e lá vamos aguentando, nem que seja a dizer os cinco princípios, ou ainda pode ser uma ligeira ansiedade por algo a acontecer e que nos tira do nosso centro. Então, podemos fazer algumas questões a nós mesmos quando surge a irritação na prática de Reiki:

  • Em que parte do corpo comecei a sentir a irritabilidade?
  • Tinha coisas por fazer enquanto estava a aplicar Reiki?
  • A irritação surgiu com um pensamento e emoção, quais eram?

Para estes casos, precisamos compreender se é uma parte do corpo que está em desconforto e por isso há irritação, se há algo a fazer e estamos divididos entre o que é bom para nós e o que devemos fazer, pode criar irritação. Também pode ser um “descascar da cebola”, ou seja, com o tratamento Reiki vai harmonizando o nosso todo e as situações a resolver, podem ser levantadas. Observa se foi isso e envia Reiki para essas situações, ou melhor ainda, tenta resolvê-la da melhor forma possível.

Encara o momento de irritação como uma autodescoberta e também uma excelente oportunidade de te cuidares ainda mais. Pede ajuda profissional se não compreenderes bem o que tens ou de que forma a podes resolver.

Reiki e Cromoterapia ou Reiki com cores

Que cores podemos usar com Reiki, será que faz sentido ou é completamente despropositado?

A aplicação das cores na prática de Reiki

A cromoterapia é uma disciplina que advoga a importância da vibração das cores. No senso comum sabemos que assim é, o vermelho dá-nos força, o cor-de-rosa e o azul céu acalmam. Assim como as cores do arco-iris correspondem a frequências, também o uso das cores poderá auxiliar na frequência da energia e na criação de estados mentais e emocionais.

Na prática do Usui Reiki Ryoho, nunca foi dito que se devia usar cores, imaginar cores ou que a Energia Universal tinha alguma cor. A mente é que necessita dessas âncoras para se concentrar e se for esse o teu caso, não tem problema algum, desde que compreendas que a prática de Reiki não necessita de cores.

Se gostas de te concentrar usando cores, para que a tua mente não fuja para outros pensamentos, podes usar algo como:

  1. Vermelho – força vital;
  2. Laranja – Alegria;
  3. Amarelo – Inteligência, Mental;
  4. Verde – Cura;
  5. Azul – Tranquilidade;
  6. Branco – Proteção;
  7. Violeta – Transmutação, espiritualidade.

O uso das cores veio da convergência com o mundo ocidental, que começou a usar o sistema de chakras e foi fazendo a fusão com outros conceitos de tratamento que existem.

Algumas pessoas têm percepção de cores quando estão a praticar ou a receber Reiki e isso tem a ver com a sua terceira visão, que lhes manifesta a vibração da energia. No entanto, nada disto é necessário para a prática de Reiki, tanto que alguns praticantes desistem porque acham que nada vêem, quando Reiki não requer visualizações, mas sim compreender o byosen, aplicar corretamente a energia e viver a filosofia de vida.

A energia da família

Cada pessoa tem uma energia própria e também a sua família tem uma energia que é o resultado de todas. Esta energia tanto pode condicionar, como pode impulsionar cada um dos indivíduos. Cada família tem aspectos positivos a manter, fortalecer e aspectos negativos a trabalhar.

As lições da energia da família – como nos podem ajudar e como podemos nós ajudar

Apesar de ainda se manter o conceito de família, a verdade é que os dias de hoje pouco ajudam a cultivar a boa energia na família. Quer seja porque há pouco tempo, ou porque levamos a energia para outras famílias que vamos criando, o certo é que, em alguns casos, a energia da família vai ficando fraca pela dispersão dos seus membros, e por isso mesmo perde grandes oportunidades de crescimento.

No entanto, os laços de família existem no campo energético e quando um desses membros está mal, todos os outros irão de alguma forma sentir esse efeito. Por exemplo, se um dos membros começa a desenvolver ansiedade, a energia da família começará a manifestar essa ansiedade, através de alguma aceleração, impaciência, irrequietude, desconforto, mas muitas das vezes sem fazer a mínima ideia porque.

Assim como se um dos membros estiver a atravessar um momento de depressão ou de doença grave. Há quem encontre situações assim, mas que parece não afectar minimamente os restantes membros da família, mas será mesmo assim? Não nos podemos esquecer que nem todas as pessoas sabem manifestar o que sentem, ou mesmo o que pensam.

Então, é mesmo importante termos esta ideia em mente, a doença de um, ou seja o seu desequilíbrio e desarmonia, afectam todos os outros aos quais está ligado.

Assim compreendemos a importância da interdependência e de que realmente todos somos importantes, temos ligações e que nos afectamos uns aos outros. Então, nem sempre o mal estar de um tem a ver consigo mesmo, por vezes é uma ligação aos outros. Mas isto não é para ficarmos em pânico já a procurar mil e uma proteções, é sim para sabermos viver em comunidade, em saber estar atento aos outros e a cuidar deles.

O envio de Reiki à distância poderá ser uma boa ferramenta para algumas destas situações, é por isso que o nível 2 de Reiki se torna tão importante.

A energia da família é algum muito interessante de ser estudado e, sem dúvida, melhorado ou mantido.

A tua própria atitude positiva poderá afectar a família, ajudando a construir uma harmonia cada vez maior entre todos.

Porque podemos bocejar na prática de Reiki

Já aconteceu estares a praticar Reiki e teres vontade de bocejar e por vezes mais do que uma vez?

O bocejar pode ser um movimento associado ao sono, mas também uma forma de nos mantermos num estado vigilante, evitando adormecer. Mas porque pode acontecer na prática de Reiki?

O bocejar na prática de Reiki

Ao fazer o autotratamento Reiki, a energia ajuda-nos a relaxar, a encontrar o equilíbrio e harmonia do corpo e da mente. Muitas vezes, ao aplicar Reiki durante a noite, adormecemos ainda no meio do autotratamento e isso nada tem de incorrecto. Poderás nestes casos bocejar porque tens sono, porque estás a relaxar profundamente, por isso, não te preocupes, adormece e descansa.

No entanto, se estiveres a fazer Reiki a outra pessoa, principalmente nesses casos, mas também poderá acontecer contigo mesmo, podes estar a ter uma reacção natural de limpeza da energia densa que possas estar a tratar.

Este é um acontecimento muito simples da energia e da interacção energética. Quando estás a tratar outra pessoa, a energia parece algo como “cotão” a sair da pessoa e esse cotão pode entrar em contacto contigo, o que é normal. Sendo absorvido pelo plexo solar, é muito normal que haja a necessidade de expelir essa energia, o que pode acontecer pelo bocejo ou com o arrotar.

Como qualquer uma das situações pode até ser estranha para a pessoa que está a receber Reiki, é aconselhável a que aumentes o teu enraizamento e deixes esse excesso de energia descer pelo enraizamento. Não te esqueças de reforçar o movimento com a respiração.

O mesmo tipo de conceito, podes aplicar no autotratamento. Poderás sentir a tua energia densa a libertar-se e pode dar-se o movimento do bocejo. Aumenta o enraizamento quando assim for.

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