O Tao do Reiki

Descobrir, Desenvolver e Crescer com Reiki

Categoria: Tao (Page 1 of 8)

Como retomar a prática de Reiki com o nível 1

Se aprendeste há muito tempo e pretendes retomar a prática de Reiki do teu nível 1 podes fazer tendo em conta duas perspetivas que te podem ajudar. 1) Iniciares o processo de autotratamento de nivel 1 de Reiki; 2) Pedires ao teu Mestre uma nova sintonização ou iniciares um novo curso.

Retomar a prática de Reiki

Reiki é mesmo algo de muito positivo para nós. Não quer dizer que apenas devemos aplicar a energia quando estamos mal, mas devemos também ter o cuidado preventivo de fazer autotratamento para trazer equilíbrio e harmonia a todo o nosso ser. Vamos então ver as duas formas de retomar a prática de Reiki.

Iniciares o processo de autotratamento para retomar a prática de Reiki

Se já não praticas há algum tempo, mesmo que há anos, a tua percepção da energia poderá estar mais “enfraquecida”, tudo por uma questão de falta de prática e pelo próprio canal energético poder ficar mais “estreito”, pela ausência de um fluxo mais intenso.

Uma boa forma de retomares a tua prática é mesmo pelo autotratamento, para isso, ao longo de 21 dias, podes aplicar o autotratamento como te foi ensinado.

Estas são algumas indicações para retomar a prática de Reiki através do autotratamento, tenta observar sim, como foi indicado pelo teu próprio Mestre pois poderá ser diferente.

  1. Limpeza

    Começa pelo banho seco e enraizamento, é importante o estares no momento presente e também escoares a energia mais densa que possas estar a limpar.

  2. Ligar à energia

    Com as mãos em gassho, deixa a energia fluir para a mente e para o coração, recita os cinco princípios.

  3. Aplicação do autotratamento

    Aplica a energia às posições de mãos que aprendeste e deixa tudo acontecer, sem expectativa.
    Nos tratamentos seguintes, tenta voltar aos conceitos do byosen, para compreenderes como a energia se manifesta nas tuas mãos.

  4. Fecho do autotratamento

    Quando terminares, se sentires que o autotratamento foi muito exigente, volta a fazer o banho seco. Caso não tenha sido, podes terminar com os cinco princípios, deixando-os ecoar em ti.

Sintonização para retomar a prática de Reiki

Poderás pedir ao teu Mestre de Reiki para que volte a fazer a sintonização do nível 1 e depois retomas a prática de autotratamento e regressas às suas aulas, para fundamentares a tua prática.

Caso queiras, podes mesmo iniciar um curso de Reiki, receber novamente a sintonização e começar do “zero”. É claro que um praticante de Reiki numa recomeça do zero, mas se já passou muito tempo e sentires essa necessidade é algo a ter em mente pois já muitas práticas foram redescobertas e a orientação do método pode ser diferente daquele que aprendeste.

A filosofia de vida para retomar a prática de Reiki

Apesar deste ser o último tópico, a filosofia de vida é, sem dúvida, a parte mais importante que deves ter em consideração para retomar a prática de Reiki. O método é mesmo assente num propósito – Guiar para uma vida pacífica e feliz, curar os outros, melhorar a sua felicidade e a nossa própria. Isto era o que indicava o Mestre Usui e, escutando estas palavras, compreendemos o sentido dos cinco princípios. Eles realmente existem para a nossa transformação e elevação da consciência.

Então começa mesmo por aí, regressa a uma prática constante dos cinco princípios, não só os recitando diariamente, mas também compreendendo a importância que eles têm para a resolução das tuas questões de vida.

Os cinco princípios são como uma bússola para a nossa orientação e eles irão trazer-te muitas respostas às tuas muitas perguntas… confia.

Se quiseres ler um livro para te apoiar o teu retomar à prática, posso aconselhar O Grande Livro do Reiki, que é um manual prático para todos os níveis e muito mais.

Reiki nas Escolas – Portugal é inovador

Portugal é um país muito inovador, também no campo do Reiki e ainda mais no Reiki nas escolas. Desde a fundação da Associação Portuguesa de Reiki, em 2008 que vários projetos foram surgindo e desde o surgimento da Associação de Reiki para Crianças e Jovens que houve um crescimento ainda mais evidente na colocação de Reiki nas Escolas e de Reiki para Crianças. Vamos compreender como surge esta parceria e de que forma a prática exemplar de Reiki em Portugal chega aos mais pequenos.

Aprender Reiki nas Escolas é possível e Portugal está à frente em projetos reais e oficiais

A grande questão que sempre surge é “Porque Reiki nas Escolas? Que sentido faz? É moda?”. Este tipo de pergunta é muito frequente para quem não está numa escola, mas para algumas escolas nem sequer tem formulação. As escolas procuram formas de auxiliar e empoderar os seus alunos, mas no que e para que?

Muitas crianças pedem mais tempo de intervalo para descansarem e conviverem, mais aulas de desporto ou de ar livre para se exercitarem, mas no que toca às suas questões pessoais, as crianças e jovens de hoje têm sentido situações de bullying, de falta de união, convívio e de uma enorme incapacidade de gestão nas situações familiares, nas amizades e nas relações escolares. Tudo isto leva à incapacidade de gestão emocional.

Com tantos estímulos ao seu redor, exigências escolares e sociais, estando muitas vezes afastados da realidade e apenas em contacto com a “realidade” segundo as redes sociais, as crianças e jovens, muitas vezes, sentem-se perdidos

Quando uma escola procura o método Reiki para as suas crianças, ela procura um complemento a todo o grande esforço que os educadores, professores, orientadores e psicólogos fazem. Mas de que forma Reiki pode dar resposta a essa necessidade?

A resposta de Reiki para auxiliar as crianças a serem felizes

O trabalho que é feito, de forma complementar, numa escola, abrange três áreas integrativas:

  • Meditação;
  • Valores e Expressão;
  • Terapia.

Estas três áreas ou três vetores de ação contemplam o relaxamento da criança, ou seja, a promoção de um estado mais harmonioso e equilibrado, o que as auxilia a aumentar a concentração para os estudos, assim como a desenvolver capacidade de gestão emocional, controlando, compreendendo melhor os pensamentos e as suas emoções, não deixando ficar em mente ilusões, mas aprendendo a focar-se no importante para o seu desenvolvimento escolar e humano.

Nos valores e expressão, a criança aborda a filosofia de vida da nossa prática e com esses princípios – Só por hoje, sou calmo; confio; sou grato; trabalho honestamente; sou bondoso – ela aprende a observar as suas escolhas e forma de estar na vida. Podemos dizer que estes são valores universais e não existe qualquer correlação com uma religião ou movimento espiritual, Reiki não tem qualquer tipo de ligação a crenças. Através destas tomadas de reflexão, a criança partilha e expressa-se através de várias actividades que exponenciam a sua criatividade e alegria. 

Finalmente, na terapia, se for essa a opção da escola, as crianças que sejam sinalizadas poderão receber terapia Reiki para as auxiliar na gestão do stress, no equilíbrio emocional, mental e físico, não substituindo o acompanhamento profissional do psicólogo ou de pediatras.

No campo da terapia, também existe a possibilidade de serem dadas sessões aos funcionários da escola e também aos pais. Ou seja, os educadores poderão beneficiar das práticas que são oferecidas às crianças.

Segundo Sílvia Oliveira, presidente da ARCJ:

Professores felizes fazem crianças felizes, pais felizes fazem crianças felizes e crianças felizes constroem um mundo melhor. Reiki é apenas um dos muitos auxiliares para trazer a harmonia entre todos, mas com a vantagem de ser um método muito completo e de simples entendimento. É algo de tão simples que parece ser natural para as crianças.

Quando nos focamos no melhor, no empoderamento, na melhoria das capacidades de cada um, promovendo a calma, confiança, gratidão, honestidade e bondade, encontramos uma das muitas razões para o Reiki nas Escolas ser um sucesso.

Este trabalho também depende do esforço de cada praticante de Reiki, da sua entrega e dedicação, escutando cada criança como ser único, assim como as necessidades e indicações que os professores apresentam.

Reiki nas Escolas, em Portugal, é algo de verdadeiramente inovador, não por ser moda, mas sim por ser eficaz, simples, integrativo, abrangente e adaptável à necessidade particular de cada escola e grupo de alunos.

Levarmos as crianças a saberem gerir as suas emoções, a encontrarem tranquilidade interior e capacidade de expressão é um grande feito que poderá ter implicações muito positivas para a nossa sociedade futura.

O livro de Reiki para Crianças, o Super Reikinho, tem sido um grande auxiliar para a compreensão do que as crianças sentem e de como as auxiliar a tratar com Reiki. De uma forma muito simples e imagética, o livro trabalha a autodescoberta através de um amiguinho que é o Super Reikinho que vai auxiliando a criança numa viagem interior, para o entendimento das suas questões.

Compreender a vida segundo a prática de Reiki

Será simples compreender a vida tal como a vivemos? A maior parte das vezes não, precisamos de outras perspetivas que nos tragam uma visão mais profunda e ao mesmo tempo mais clara, mas o que escolhermos, terá que ser igualmente de valor universal e para um bem comum. Assim, a prática de Reiki pode ajudar-nos a compreender a vida, através de cinco pilares essenciais.

Como compreender a vida segundo a filosofia da prática de Reiki

Um dos nossos grandes desafios é a tomada de consciência sobre a vida. Quando percebemos que existe algo que é como um caminho, surge-nos uma inquietação que nos leva a querer compreender a vida. Assim, a forma de estarmos na vida deixa de ser algo inconsciente, deixamos de ser participantes que apenas estão de passagem, para sermos algo mais. O seguinte texto traz-nos alguma reflexão sobre essa aprendizagem da consciência.

“Ser uma pessoa livre e feliz sem ir contra as leis da natureza é como estar numa peça de teatro. Um bom ator, embora perfeitamente consciente de que tudo é falso, é capaz de se expressar de uma maneira ainda mais realista, natural e alegre, do que na vida real. O mesmo serve para a vida: o mais importante é não ser calculista em relação ao que é verdadeiro ou falso, ganho ou perda, fama ou benefício, nobreza ou inutilidade, riqueza ou pobreza. Pelo contrário, é sobre como viver cada dia feliz e descobrir a parte poética da vida. De certa forma, a imperfeição é uma parte normal da vida, enquanto a perfeição é anormal. É como diz o ditado, “raramente cheia, a lua cresce a maior parte do tempo”. Se entendermos a vida desta forma, logo estaremos mais compreensivos, mais livres e irrestritos. Ao mesmo tempo, as preocupações e os dias sombrios também desaparecerão com o vento.” – Lin Yutang

Compreender a vida significa compreender aspetos muito fundamentais para a existência e esse, podemos ver refletidos na filosofia de vida do Usui Reiki Ryoho.

Viver em harmonia

Na vida tudo tem que estar em equilíbrio e harmonia e esse é o conceito fundamental do primeiro princípio – Só por hoje, sou calmo.

Este princípio apela-nos à construção de uma forma de estar na vida que aprecie e crie tranquilidade. Isto não significa a pessoa ser inerte ou estar sempre a meditar, mas sim a construir uma serenidade interior que permite saber lidar com as várias adversidades que as relações com os outros trazem.

Viver em confiança

Saber que somos capazes de tudo porque estamos vivos e sabermos capacitar os outros, dar-lhes a força para que eles tenham também confiança em si mesmos. Esta capacidade de entre ajuda é um dos grandes valores da humanidade – ajudar capacitando é uma força de virtude e é o pilar de “Só por hoje, confio“. 

Viver em gratidão

Expressar gratidão é uma forma de compreender a vida, de ter mais entendimento e clareza sobre as coisas que nos acontecem e porque acontecem, é também um truque exímio para não carregarmos tanto “peso” sobre as situações. Saber ser grato por tudo o que é bom e igualmente por aquilo que é mau é ter uma vida assente em harmonia e confiança. “Só por hoje, sou grato” é o terceiro princípio de Reiki e um pilar importante para o grande entendimento entre todos.

Viver em honestidade

A verdade traz-nos leveza e esta é uma das grandes lições da nossa vida. Quando vivemos em honestidade temos o entendimento dos nossos limites e da história que cada um vive. A nossa honestidade até nos ajuda a compreender quando os outros não são honestos connosco. Conseguimos perceber com mais clareza que aquela é a história que a pessoa nos consegue contar e que essa é a sua “verdade”. Então é um princípio que nos ajuda a cultivar a paz, a irmandade e o sentido de comunidade. É o quarto princípio que também nos pede a diligência, ou seja, o esforço contínuo para aprimorar o nosso ser. “Só por hoje, trabalho honestamente” é o quarto pilar para compreender a vida e a forma de vivermos em comunidade, sendo verdadeiros para connosco, para com os outros e para com a vida.

Viver em bondade

O quinto princípio parece ser bastante simples, muitos pensamos que somos bondosos para com os outros, que não lhes levamos sofrimento e que o mais queremos na vida é ajudar os outros. Mas quando o tentamos fazer sem equilíbrio, aí surge a cobrança, o desespero e a mágoa. Isso acontece porque esgotamos os nossos recursos de bondade e estamos a dar o que não cultivamos para nós. “Só por hoje, sou bondoso” é o princípio que nos ajuda a compreender a vida na maior de todas as harmonias, na confiança própria e na vida, no maior exemplo de gratidão e honestidade. Este princípio exige de nós não apenas o saber estar atento ao outro, mas também a nós mesmos, com sabedoria.

A filosofia de vida na prática de Reiki, assente nos cinco princípios é, como o Mestre Usui indicava, “para a melhoria do corpo e da mente“. É este aprimorar contínuo que nos ajuda a compreender melhor a vida, é um caminho de anos e anos, que nos leva a compreender cada vez melhor o que é realmente ser feliz e estar em paz, o que é levar a felicidade e a paz aos outros e ao mundo.

As reações após o autotratamento Reiki

Após fazermos o autotratamento Reiki podemos ter algumas reações físicas, emocionais, mentais e energéticas. São reações muito naturais, mas que por vezes nos podem fazer levantar dúvidas se estamos a fazer tudo bem.

As reações após o autotratamento Reiki que podemos ter

Lembra-te sempre que Reiki é como água e que os nossos problemas são como azeite. Reiki irá trazer à superfície essas questões, para que possa haver cada vez mais equilíbrio e harmonia.

Ter isto em mente, faz-nos lembrar o essencial na prática de Reiki – não há cura milagrosa, nem nada que se pareça, mas sim a criação de condições a que todo o nossos sistema vivo possa estar em equilíbrio e harmonia.

Para que isso aconteça, o corpo poderá reagir para voltar a encontrar um estado que seja conforme à continuidade da vida e assim, podemos ter reações após o autotratamento Reiki às quais, se chamam “crise de cura” ou em japonês Koten Hanno.

Então que reações podemos ter após o nosso autotratamento?

  • Emocionais – pode haver uma limpeza ou desbloqueio emocional se houver algo que esteja a bloquear a nossa harmonia emocional. Por vezes podem até surgir sensações como irritabilidade, mas isso é uma chamada de atenção para trabalhares o teu poder pessoal, ou seja, para que aprendas a colocar tudo no seu sítio certo e saberes por limites aos outros;
  • Mentais – clareza de pensamento ou poderão surgir os pensamentos das situações a tratar, ou que nos causam desequilíbrio;
  • Físicas – sensação de bem-estar geral ou limpeza através das reações naturais do corpo como a diarreia, vómitos, etc… Também poderemos sentir cansaço, mas isso é uma forma de o corpo nos dizer “tens mesmo que descansar, estiveste a abusar do esforço durante muito tempo”;
  • Energéticas – uma sensação de maior vitalidade ou percepções de fluxo de energia, por exemplo.

Por outro lado, poderemos não sentir nada. Em determinadas alturas, os praticantes podem não sentir a energia a fluir ou os seus efeitos, no entanto, se perseverarem, irão observar que os efeitos da prática, mesmo que não os sintam, tornam-se evidentes, isto porque passam a sentir-se de forma diferente, ou começam a adotar uma postura diferente perante a vida.

As reações após o autotratamento Reiki dependem muito também da tua própria predisposição. Se tiveres uma atitude positiva, tudo o que venha a acontecer, será encarado positivamente. Se estiveres com uma atitude mais apegada às coisas que não funcionam na vida e com grande expectativa de um milagre repentino, então poderás não perceber bem o que as reações te querem indicar.

É mesmo muito importante escutarmos as reações que surgem após o autotratamento e, se tiveres o nível 2 de Reiki, enviar Reiki à distância para algumas indicações que a energia te dê.

Usa também a técnica de enraizamento para te auxiliar a escoar melhor a energia que estejas a libertar com o autotratamento e, se quiseres, após a prática, aplica o banho seco e a chuva de Reiki, para limpares também a energia.

A prática de Reiki é verdadeiramente incrível, é uma jornada interior na “Arte Secreta de Convidar a Felicidade“.

Quando não se sente nada a fazer Reiki

Há alturas na prática em que não se sente nada a fazer Reiki, isto não acontece apenas após a sintonização, mas também poderá acontecer em vários momentos da vida do praticante. Como muitos praticantes dizem que sentem sempre algo, pode ser desesperante para aquele que acha que não sente.

Não se sente nada a fazer Reiki estarei com algum problema?

Cada pessoa é única por si e a forma de sentir é também única. Dois praticantes podem ter a percepção de calor, mas ele será diferente se realmente pudesse ser descriminado, isto porque cada pessoa tem muitos fatores que irão alterar a percepção.

Em alguns momentos da prática ou mesmo após a sintonização, o praticante poderá dizer que não se sente nada nas mãos, não existe qualquer reação ao byosen, ou seja, à irradiação do desequilíbrio que possa haver no corpo.

Isso pode ser mesmo muito frustrante e mesmo levar o praticante a abandonar a sua prática, infelizmente. Mas será que há mesmo algum problema quando não se sente nada a fazer Reiki?

Não há!

A questão é que a pessoa tem que se questionar sobre os seguintes pontos:

  1. Estarei a ter muita expectativa na prática de Reiki e estou algo “ansioso” para sentir?
  2. Estou com muitos pensamentos e o meu foco fica preso neles?
  3. Será que tive um dia agitado, ou seja, quero passar de um momento agitado para um momento sem agitação muito depressa?
  4. Estou mais habituado a pensar ou a sentir as coisas mim?
  5. Tenho, habitualmente, as mãos frias?

Estas questões podem ajudar-te a enquadrar o “problema” que possas estar a ter pela ausência de “sentir”. Na verdade sentes, apenas poderás não estar a ser capaz de descodificar. A agitação da mente também impede o sentir, as mãos frias também trazem percepções mais ténues e se não estamos habituados a sentir as coisas em nós, então é como se não tivéssemos os códigos corretos para perceber o que se está a passar.

Não te preocupes, se quiseres podes até fazer o seguinte:

  • Esfrega as mãos antes de começares o autotratamento, irá ativar a energia e com um polegar pressiona a palma da mão oposta;
  • Se quiseres, em cada posição, recita os cinco princípios, isso irá ajudar-te a estares mais focado na prática de Reiki;
  • Relaxa e entrega-te à prática, rende-te ao momento que tens contigo mesmo;
  • Depois experimenta praticar com outros nas aulas, irá ajudar-te a melhorar a percepção.

Quando não se sente nada a fazer Reiki pode ser algo desesperante, não é incomum e também não tem problema algum… confia. Observa as palavras da Mestre Takata. Elas querem dizer que tu és praticante de Reiki, a sensação, essa virá com o tempo.

Reiki está disponível para quem o procura. – Hawayo Takata

A diferença entre uma consulta de Reiki e um autotratamento Reiki

Apesar de ser a mesma energia e de podermos utilizar os mesmos pressupostos numa consulta de Reiki e num autotratamento, existem muitas e significativas diferenças entre estas práticas e, desconhecendo isso, muitos praticantes de Reiki acabam por nunca terem realizado recebido uma consulta, chegando mesmo ao nível de Mestre. Mas será que é realmente importante fazer uma consulta de Reiki?

A diferença entre uma consulta de Reiki, um autotratamento e qual a sua importância?

O autotratamento de Reiki é uma técnica que o aluno aprende logo no seu primeiro dia de prática e é algo que deve ser mantido sempre, ao longo do tempo. Esta técnica permite-nos compreender melhor como estamos, ao nível da energia, trabalhar profilaticamente e desenvolver a nossa capacidade de percepção. Quando aliamos as técnicas e a filosofia de vida, a prática de autotratamento enriquece-se muito e traz grandes benefícios para o praticante, independentemente do seu nível.

A consulta de Reiki, quando realizada por um profissional experiente, pode auxiliar o praticante a ter uma perspetiva diferente da sua questão, levando-o a tomar consciência do mesmo, assim como auxiliar a ter harmonia e equilíbrio de uma forma diferente. Por exemplo, quando tens dores nos ombros pela tensão, experimentas massajar essa zona, mas se continua durante algum tempo, vais a um massagista ou tomas comprimidos. Ou seja, há a nossa capacidade de autotratamento e há, naturalmente, a procura de um terceiro, ou de uma solução auxiliar, para ajudar a restaurar o equilíbrio e harmonia.

Para que possas compreender melhor a diferença entre uma Consulta de Reiki e um autotratamento da prática, coloco aqui uma lista de algumas das diferenças entre um e outro.

Consulta de Reiki

Autotratamento Reiki

  • As percepções podem ser muito diferentes, saindo mesmo do byosen habitual que o praticante sente nas suas mãos;
  • O relaxamento poderá ser maior por estar entregue a outra pessoa e não ter que se focar em trocar de posições ou manter-se desperto;
  • O terapeuta tem uma prática maior que lhe permite aconselhar técnicas ou formas de realizar autotratamento que possam ajudar na questão do praticante;
  • Por vezes, o facto de pagar por algo é um incentivo à valorização e responsabilização por um percurso terapêutico;
  • O terapeuta pode auxiliar a desbloquear os canais energéticos de uma forma mais eficaz, pela sua experiência e perspectiva sobre a prática;
  • Tendo uma perspetiva holística e experiência na filosofia de vida do Usui Reiki Ryoho, o terapeuta pode auxiliar o praticante a encontra causas para as suas condições;
  • O terapeuta por vezes faz um trabalho duplo, tratando a pessoa e enviando Reiki para a situação, compreendendo as ligações que existem;
  • A terapia, em conjunto com questões bem colocadas, pode ajudar a pessoa ter insights, clareza sobre o que a leva à consulta de Reiki;
  • Entre muitos outros benefícios…
  • Por vezes pode ter sempre as mesmas percepções por não diferenciar a intenção ou estar focado na mesma questão;
  • O esforço para se manter desperto e atento às posições e ao que sente pode não trazer tanto relaxamento como numa consulta;
  • Por vezes o autotratamento torna-se “monótono” e o praticante pausa durante algum tempo;
  • Como a Energia está sempre disponível para o praticante, nem sempre valoriza esse benefício que tem e acaba por não praticar tanto quanto devia;
  • Por vezes um bloqueio no canal impede o praticante de compreender porque a energia não flui em si, fazendo parar a prática;
  • O praticante pode andar à volta das suas condições de desequilíbrio, mas não conseguir compreender de onde vêm as causas;
  • O praticante pode enviar Reiki para as situações, no entanto pode desconhecer as suas ligações;
  • A prática do autotratamento pode ajudar o praticante a ter uma visão mais clara sobre a sua questão, se se mantiver objetivo e de mente vazia;

De facto existem grandes benefícios em procurares uma consulta de Reiki e já sabes, não há milagres, mas sim um percurso terapêutico. Isto não quer dizer que deves deixar o autotratamento, muito pelo contrário, deves ainda mais investir no teu autotratamento e com o teu terapeuta e Mestre de Reiki, procura o melhor aconselhamento para a prática.

Podes ler em Reiki Guia do Método de Cura várias abordagens sobre a prática terapêutica e no que se baseia uma consulta de Reiki.

O Terapeuta de Reiki deve sempre seguir um rigoroso código de ética, para isso aconselhamos a Associação Portuguesa de Reiki e as suas indicações para a prática de Reiki.

Joshin Kokyu Ho – a técnica da respiração que nos ajuda a meditar

O Joshin Kokyu Ho significa Técnica de Respiração da Parte Superior e é uma das técnicas mais importantes na prática do Usui Reiki Ryoho.

Os benefícios do Joshin Kokyu Ho

São inúmeros os benefícios desta prática e ficam aqui alguns dos mais importantes:

  1. Relaxamento mais profundo do corpo e mente;
  2. Ajuda a baixar a tensão arterial;
  3. Ajuda a reduzir a ansiedade;
  4. Aumenta a energia vital da pessoa;
  5. Recicla a energia estagnada;
  6. Ajuda na tomada de consciência;
  7. Maior controlo sobre os pensamentos e emoções;
  8. Auxilia no cultivo da compaixão;
  9. Ajuda na compreensão do fluxo da energia no corpo;
  10. Realiza uma circulação da energia pelo corpo;
  11. Entre muitos outros benefícios;

Ao realizares o Joshin Kokyu Ho estás também a promover a tua concentração e capacidade meditativa, o teu entendimento com o universo e com a vida, assim como a harmonia contigo mesmo.

Como praticar o Joshin Kokyu Ho

Esta é uma prática que devia ser realizada diariamente, uma a duas vezes por dia, ou mesmo mais vezes. Podes começar com pequenos momentos de 5 minutos, 10, 15, 20, 40 minutos, até o tempo que queiras estar em meditação. Até atingires a capacidade de entrega, podes colocar um despertador para não ficares a pensar quando deves acabar.

Tradicionalmente, no Usui Reiki Ryoho, o praticante estaria sentado em seiza com as mãos em cima das pernas. Como é uma posição mais exigente para os joelhos, poderás estar sentado normalmente, colocando as mãos em postura de meditação, ou só com as palmas para cima, ou até com as mãos no tanden, abaixo do umbigo, para ires seguindo o movimento do corpo.

Apesar de na altura não se usar música, se quiseres, coloca uma música suave que te ajude a estar relaxado.

  1. Se quiseres podes fazer as técnicas de limpeza antes de começares;
  2. Senta-te direito, relaxa as pernas, as mãos, os braços, o troco e os ombros;
  3. Deixa a cabeça descair ligeiramente;
  4. Se quiseres fecha os olhos ou deixa-os ligeiramente abertos, mas a olhar para o chão;
  5. Liga-te à energia, com as mãos em gassho e recita os cinco princípios;
  6. Sente o teu corpo e se houver alguma tensão, deixa-a sair pela tua expiração;
  7. Quando quiseres, inicia a técnica do Joshin Kokyu Ho;
  8. Ao inspirar, o abdómen enche, os pulmões enchem, a energia flui até ao tanden;
  9. Ao expirar, os pulmões esvaziam, o abdómen esvazia e encolhe, a energia espalha-se por todo o corpo;
  10. Leva a tua atenção apenas ao movimento da respiração ou ao movimento da energia, não te apegando aos pensamentos que sempre surgem;
  11. Quando quiseres terminar, podes recitar novamente os cinco princípios.

Poderás aprender a realizar a técnica Joshin Kokyu Ho e muitas outras para a prática meditativa, com Reiki Guia para Uma Vida Feliz.

Criar uma rotina de atenção para relaxar o corpo e a mente

Se sentes dificuldade em meditar, começa primeiro com práticas simples, para levares a atenção à tua respiração e ao corpo. São práticas que possivelmente até já fazes de forma informal, mas que podem ser grandes aliadas à tua capacidade para meditar.

Desenvolver a atenção com a respiração e o sentir do corpo

A atenção à respiração

Uma forma de perceberes como estás é tomares a atenção à tua respiração. Experimenta fazer esta prática 10 a 15 minutos diariamente, num intervalo que tenhas.

  • Fecha os olhos, senta-te confortavelmente e sente o teu corpo;
  • Deixa a respiração ir abrandando, se quiseres expira pela boca mais profundamente, para ires desbloqueando o canal da respiração;
  • Se sentires em ti algum bloqueio, alguma zona no corpo em desconforto, experimenta levar a atenção da respiração para essa zona;
  • Ao inspirar, leva o ar até esse bloqueio, ao expirar, imagina esse bloqueio, nó, dor a dissolver-se.

A atenção ao corpo

Dedicar atenção ao corpo pode ajudar-nos a relaxar, a dissolver tensões que ainda estejam presentes em nós que nos podem dificultar o correto pensamento, a gestão emocional e até mesmo o bem-estar físico. Podes experimentar a seguinte prática também em 10 a 15 minutos.

  • Podes deitar-te ou estar sentado confortavelmente;
  • Fecha os olhos e vai respirando lenta e confortavelmente;
  • Leva a atenção até aos pés, verifica se têm alguma tensão e com o foco da atenção nesse lugar, leva a inspiração lá e ao expirar, sente essa zona a relaxar;
  • Passa agora para as pernas e vai fazendo o mesmo;
  • Bacia, região lombar, abdómen, peito, costas, ombros, pescoço, cabeça;
  • Vai sempre levando a respiração, a inspiração e expiração a cada ponto em tensão.

Como observares as tuas dívidas

O que são as dívidas e como as poderemos compreender do ponto de vista da energia. As dívidas são compromissos e em termos de energia, interferem com o nosso bem estar por causarem algo como um peso, mesmo que inconsciente.

As dívidas e a energia

Imagina que uma dívida é como uma bola de basketball, daquelas bem pesadas. Visualiza essa bola como sendo uma energia. Agora coloca-a no local onde tu achas que essa dívida te provoca constrangimento ou peso.

Por vezes a energia das dívidas prende-se a partes do corpo que correspondem a chakras, por exemplo, ou então apenas se acumulam nas costas. Quando se acumulam nas costas podem fazer uma espécie de peso magnético que parece nos manter colados no passado. Será que isto te diz alguma coisa?

Por vezes este peso, este magnetismo, surge como pensamentos de “eu devia…”, “era melhor…”, mas muitas vezes preferimos ignorar estas mensagens valiosas.

As dívidas são por vezes falta de responsabilidade. Isto não quer dizer que sejas irresponsável, mas pode querer dizer que tens ainda que desenvolver a forma de lidar com o assumir de compromissos.

Então, como lidar com as dívidas?

Muitas vezes as dívidas não têm nada a ver com dinheiro, que é o que mais rapidamente pensamos. Muitas vezes têm a ver com desvalorização, ou seja, por vezes desvaloriza-se o outro ou a situação, entende-se que a nossa posição é mais importante que a situação do outro e por isso mesmo, podemos desvalorizar o outro, ou a situação em si. Então, a dívida surge pela falta de não só de responsabilidade, mas também de respeito por todos.

A melhor forma de lidares com as dívidas é cultivares um sentido de importância e contentamento por tudo, ou seja, tudo tem o seu valor e tu sabes valorizar. Podes achar que algo não tem valor, mas respeitas o valor que é dado pelo outro. Assim, aliviarás muitas dívidas, assim como ao aceitares os compromissos que assumes e seres verdadeiro com a tua própria palavra. Os cinco princípios ensinam-nos muito sobre isso. Ele falam sobre a honestidade, sobre bondade e confiança, sobre a harmonia e a gratidão. Escutar os princípios traz-nos grandes surpresas sobre o que criamos como dívidas e também sobre a forma de as resolver ou mesmo evitar.

Além de tentares sempre cumprir as tuas dívidas, lembra-te também de enviar Reiki para elas… irá ajudar-te. Trata as partes do corpo onde sentes a energia das dívidas e experimenta usar o Honshazeshonen e o Seiheki.

Como aplicar o Autotratamento Reiki

A prática de autotratamento, dentro do Usui Reiki Ryoho, é uma técnica que aprendemos logo no primeiro nível de Reiki. Serve para nos trazer harmonia e equilíbrio, para alinhamento dos chakras e dos nossos vários corpos – o físico, mental e emocional.

A importância do autotratamento

O autotratamento é uma forma de manteres o teu canal energético limpo e elevares a frequência da tua energia. Ajuda também a encontrar o equilíbrio físico, mental e emocional. Não esperes “curar”, nem que rapidamente tudo se resolva, porque cada coisa tem o seu tempo próprio. A aplicação constante do autotratamento irá ajudar-te a encontrares mais equilíbrio e harmonia.

O que fazer antes do autotratamento Reiki

Antes de aplicares a energia universal em ti, podes “purificar-te”, ou seja, aplicares as três técnicas que te ajudam a estar mais limpo energeticamente, o que irá ajudar o teu autotratamento:

Depois, poderás fazer o seguinte:

E estás pronto para iniciar o teu autocuidado com Reiki, a energia universal.

Como aplicares o autotratamento de Reiki

Lembra-te sempre de um pequeno truque – esvaziar para depois preencher.

Podes também recitar os cinco princípios em alguma posição que esteja a ser mais complicada para ti.

As posições de autotratamento podem variar de sistema para sistema, mas é algo como:

  1. Rosto;
  2. Têmporas;
  3. Nuca (há também quem goste de fazer o chakra da coroa);
  4. Chakra Laríngeo;
  5. Chakra Cardíaco;
  6. Chakra do Plexo Solar;
  7. Chakra Esplénico;
  8. Chakra Raiz;
  9. Joelhos;
  10. Tornozelos;
  11. Pés.

auto-tratamento de Reiki

Quando terminares, sente como estás e recita os cinco princípios.

Se estiveste a “limpar” muita energia, poderás sentir a necessidade de voltar a fazer o banho seco. Isso está correcto.

Música para o autotratamento

Podes procurar no Youtube músicas com sininhos que possam indicar-te quando mudar de posição

Já sabes que na prática, só devias mudar de posição quando deixasses de sentir o byosen, mas nestes dias atarefados, pelo menos podes fazer uma prática de 2, 3 minutos por posição.

Autotratamento guiado

Caso queiras, podes seguir esta simples meditação para aplicares o teu próprio autotratamento.

Karuna para praticantes de Reiki

Karuna é uma prática terapêutica, criada para praticantes de Reiki, por William Rand e Kathleen Milner na década de oitenta. Karuna é então uma prática para o desenvolvimento de técnicas complementares, dedicadas àqueles que já têm, pelo menos o nível 2 de Reiki.

Qual o âmbito de Karuna

Em primeiro lugar, Karuna é também para o desenvolvimento pessoal do praticante, ou seja, é uma terapia aplicada a ele mesmo, para o auxílio no equilíbrio e harmonia de questões, principalmente, do campo emocional. Karuna é também uma prática que promove a consciência e o desenvolvimento da compaixão. Karuna, a terapia da compaixão, é ensinado ao longo de três níveis.

karuna

Os símbolos de Karuna e o que representam

Para cada nível de Karuna, William Rand definiu quatro símbolos que irão orientar o progresso e prática terapêutica. Apesar das suas inúmeras aplicações em todos os campos, não podemos deixar de pensar que Karuna é uma prática energética, mas muito orientada ao tratamento emocional. A remoção de bloqueios, o tratamento de traumas, a harmonização compassiva, o alinhamento energético e ligação com a energia da Terra são alguns dos ensinamentos que os símbolos para o primeiro nível nos trazem.

Zonar é o primeiro dos símbolos de Karuna e representa também a ligação à fonte, assim como o Chokurei o representa para Reiki. É um símbolo que traz a revitalização e elevação do padrão vibratório. Zonar representa a compaixão que se expande pelo infinito, significado representado pela alegoria do “z” e do triplo infinito que constituem o símbolo.

 

Porquê a compaixão na prática de Karuna

Karuna significa compaixão e esta é uma prática que nos pede um entendimento sobre nós mesmos, um equilíbrio da mente e do coração, para que activamente possamos libertar “todos os seres sencientes do sofrimento”. A compaixão é uma virtude a desenvolver porque traz-nos o entendimento e o sentido de missão. Por um lado, ajudar todos, mas por outro, compreender que cada um terá o seu caminho e tempo.

Podes ler mais sobre estes temas em Karuna, terapia da compaixão.

Descoberto o quarto estado da água

A ciência nunca pára a sua investigação e foi descoberto um novo estado físico da água, conhecido como tunelamento e pode ser encontrado no berilo, um mineral que muitos identificam como a água-marinha, por exemplo, com propriedades muito benéficas para a nossa harmonia e paz interior. Esta é mais uma prova que afinal o “absurdo” torna-se algo com sentido, assim como aquilo a que chamamos energia universal, Reiki, um dia também será algo muito bem documentado.

Descoberto um novo estado físico da água

Aprendemos desde pequenos que a água tem três estados físicos: sólido, líquido e gasoso. Mas agora, cientistas do Oak Ridge National Lab, nos Estados Unidos, descobriram agora um quarto estado físico da água.

Segundo um estudo publicado na Physical Review Letters, quando a água é colocada sob extrema pressão em espaços pequenos, pode apresentar-se num quarto estado físico da matéria, conhecido como “tunelamento”.

Segundo os autores do estudo, a água foi encontrada neste bizarro estado físico em minúsculos canais formados no berilo, um silicato natural de alumínio e de berílio que tem como variedades pedras preciosas como a água-marinha e esmeralda.

Estes pequenos espaços tinham apenas cinco átomos de largura e funcionam como “gaiolas” que prendem apenas uma molécula de água.

Nessa condição específica, os investigadores descobriram que a molécula de água apresenta  uma característica que normalmente só é observada numa escala muito menor, a nível quântico, chamada “tunelamento”.

Basicamente o tunelamento quântico, ou Efeito Túnel, significa que uma partícula – neste caso uma molécula de água – pode transpor um estado de energia proibido na física clássica, ou seja, escapar de regiões de energia cercadas por barreiras potenciais e estar dos dois lados ao mesmo tempo.

Para perceber melhor o fenómeno, pensemos numa bola que desce uma colina. A bola chega ao vale a uma dada velocidade, e continua, subindo pela colina vizinha.

Normalmente, a bola apenas tem energia suficiente para subir até à desta segunda colina a que foi lançada da primeira. A bola ultrapassa a colina se esta é mais baixa que a altura inicial, ou volta para o vale se a colina é mais alta.

Na física clássica, a segunda colina é a “barreira”.

Mas na física quântica, o conceito de tunelamento torna possível que a bola alcance facilmente o outro lado da segunda colina, ou que vá parar dentro da colina, ou, ainda mais estranho, que passe para lá da colina e vá parar dentro dela, ao mesmo tempo.

Tal como o famoso gato que está vivo e morto ao mesmo tempo.

“Na física clássica um átomo não pode saltar uma barreira se não tem energia suficiente para isso”, explica Alexander Kolesnikov, investigafor do Oak Ridge National Lab.

“Mas no caso da água presa no berilo, as moléculas comportaram-se de acordo com as leis da física quântica”, diz Kolesnikov, citado pela GizMag.

“Isso significa que os átomos de oxigénio e hidrogénio na molécula de água estão simultaneamente presentes em todas as posições simetricamente equivalentes do canal ao mesmo tempo”, acrescenta o investigador.

“É um dos fenómenos que apenas acontecem apenas na física quântica e que não têm paralelo na nossa experiência diária”, conclui.

Através de experiências com dispersão de neutrões, os investigadores conseguiram ver que as moléculas de água se espalham em dois anéis encaixados um dentro do outro.

No centro do anel fica o átomo de hidrogénio, que ocupa seis orientações diferentes ao mesmo tempo.

“O tunelamento entre essas orientações significa que o átomo de hidrogénio não está localizado numa dada posição, mas espalhado em formato de anel”, concluiu a equipa de cientistas responsável pelo estudo.

E essa água especial encontra-se, há muito tempo, nas jóias que a humanidade tem usado.

“Esta descoberta representa uma nova compreensão fundamental sobre o comportamento da água e como ela utiliza energia”, diz Lawrence Anovitz, 1também investigador do Oak Ridge e co-autor do estudo.

“É muito interessante perceber que as moléculas de água nas nossas vulgares jóias de esmeralda ou água-marinha estão no mesmo estado de tunelamento que vimos nas nossas experiências”, diz Anovitz.

Agora, a equipa quer descobrir porquê e como é que o tunelamento acontece.

ZAP / HypeScience

Envio de Reiki

O karma e o envio de Reiki à distância

O karma é uma acção e no envio de Reiki à distância podemos ter um resultado positivo ou negativo dessa mesma acção. Os resultados do karma são “insondáveis” porque a acção não implica um efeito na mesma proporção. Por exemplo, se der €5 a alguém necessitado isso não quer dizer que alguém me dê €5 quando eu precisar. Então, a nossa acção não deve ser virada a um propósito economicista para a acumulação de resultados positivos mas sim tomar uma acção de mente, palavra e acção com o propósito de ser melhor para nós e para os outros. Tudo é karma, poderá é ser positivo, negativo ou neutro.

O envio de Reiki à distância, a acção e efeito

O envio de Reiki à distância pode pressupor que alguém nos pediu para enviar para um determinado propósito. A nossa predisposição significa que estamos prontos a um acto compassivo – a aliviar o sofrimento daquela pessoa. O karma será positivo se eu não me apegar a situações como a necessidade de um agradecimento, reconhecimento ou louvor pelo acto. Estando eu numa atitude neutra, verdadeiramente compassiva, o karma tem um resultado positivo que poderá auxiliar o meu percurso na vida. Isto porque karma, a acção, é também energia.

Se a pessoa não me pedir para lhe enviar Reiki mas eu quiser fazê-lo, não estarei a cometer nenhuma iniquidade ou erro, se a minha intenção for boa, compassiva e desapegada. O valor de enviar Reiki para alguém é o mesmo que enviar pensamentos – se penso bem, estou a realizar algo bom, se penso mal, estou a realizar algo mau.

Para o envio de Reiki à distância, sempre que possível, a pessoa deve saber que tal irá acontecer, até para que ela mesma seja uma parte activa no seu próprio processo de cura, no caminho terapêutico. Caso isso não seja possível, como Reiki é uma energia passiva, ou seja, não é intrusiva, vamos enviar para o Bem Supremo da pessoa, desapegados de resultados e sem expectativas.

Ao enviares Reiki para alguém, podes fazê-lo para uma situação específica, ou para algo geral. Também poderás sentir a necessidade de fazer outra coisa que surge no momento, indicado pela energia. Poderás sentir a necessidade de aplicar símbolos à pessoa ou à situação e isso faz tudo parte do processo. O mais importante, sempre para gerar uma boa acção (bom karma), é fazer para o Bem Supremo.

O Tao do Reiki e porquê escrever sobre Reiki

Curiosamente hoje, 28 de Fevereiro 2015, fui ver uma nova funcionalidade do wordpress do site O Tao do Reiki – estatísticas. E fiquei muito admirado com os resultados:

  • Artigos – 1039
  • Visualizações – 1,008,520 – Um milhão, oito mil quinhentas e vinte visitas
  • Visitantes – 326,183
  • Dia com mais visitas – 10 de Fevereiro, 2016 – 3949 visitas

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Muitas vezes pergunto-me e também me questionam outras pessoas – porquê escrever tanto sobre Reiki?

Bom, eu gosto de escrever para ti, para quem me lê, para quem me coloca questões. Muitos destes artigos vêm de perguntas que me colocam, vêm de perguntas que eu mesmo tenho, de descobertas que faço, de muitas práticas que realizamos ao longo dos cursos e ainda de desmistificações. Reiki não pode ser entendido como um método cheio de crenças ou meramente uma prática terapêutica. Reiki é um método de cura natural, fundamentado em princípios e em 21 técnicas, desenvolvidos ao longo de 3 níveis, o shoden, okuden e shinpiden. Então, tudo isto me motiva a escrever para ti.

É claro que estou apenas a dar uma perspectiva que é muito minha, por isso coloca sempre muito de relativo no que lês e não interpretes como tendo que ser assim, na prática das técnicas aconselha-te com o teu Mestre se assim o podes fazer. Cada Mestre ensina de uma forma própria e isso deve ser sempre respeitado. Acima de tudo quero conseguir estimular-te a praticares e a compreenderes a «Arte Secreta de Convidar a Felicidade». Reiki é extraordinário só tenho a agradecer imenso ao Mestre Mikao Usui por ter partilhado a sua experiência e por essa mesmo me ter mudado para melhor. É um longo caminho, sinto que é um caminho a ser percorrido para toda a vida e, como o meu avô dizia, «não queiras ser capitão de muita coisa e mestre de nada».

O Tao do Reiki é então o caminho da energia universal 靈氣道 é uma partilha sem pretensões, de mim para ti, iniciado a 6 de Maio de 2013.


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Então tenho também imenso a agradecer a ti, por partilhares as tuas questões, por me colocares críticas e desafios, por me inspirares cada vez mais a praticar melhor e a honrar o Usui Reiki Ryoho. Acredito que juntos fazemos mais e muito melhor.

Só por hoje, sou-te muito grato!!!!

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Pratica Reiki com um sorriso

Quando se pratica Reiki sentimos como que uma onda que entra dentro de nós. É a energia vital do universo, é Reiki. Esta onda permeia o nosso corpo físico, mental, emocional e energético. Traz-nos vitalidade e harmonia. Ajuda-nos a compreender o que está mal em nós.

Nem sempre quando fazemos Reiki a nós temos boas sensações, também podem vir sensações que demonstram a desarmonia que existe em nós e isso é chamado de byosen – a irradiação da doença. Ou seja, é quando alguma desarmonia, desequilíbrio se começa a manifestar, então sentimos nas mãos ou mesmo no corpo algo de diferente, como piquinhos ou picadas, dormência, frio ou mesmo mal estar. Mas é natural é apenas indicação para tratar.

Por isso, a pratica de Reiki pede-nos também uma postura serena sobre as situações, sendo capazes de nos desapegar do que sentimos. Um truque que nos poderá ajudar muito é sorrir!!!

Quando sorris, mudas a tua forma de estar, a tua predisposição. Pensa na energia como algo de incrivelmente bom (e é!). Ajuda-te a encontrar harmonia e, conjugando com os princípios, temos um crescimento e elevação da consciência incrível. Mesmo a fazer Reiki a outros, podemos encontrar situações, bloqueios, reacções com a energia que nos podem fazer sair do nosso centro. Se sorrires, terás uma outra capacidade de lidar com essas situações e sentirás as coisas de forma diferente. Estarás também a partilhar amor incondicional de outra forma e a energia fluirá muito mais.

Sorrir é importante na pratica de Reiki porque ajuda a nossa mente a manter-se serena e o coração cheio de amor incondicional. Por isso mesmo, só por hoje, sorri.

 

Make-People-Smile

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