O Tao do Reiki

Descobrir, Desenvolver e Crescer com Reiki

Categoria: Associação Portuguesa de Reiki (Page 2 of 9)

Apresentação e demonstração sobre Reiki no IEFP

No passado dia 26 de Junho estivemos presentes no IEFP, onde fizemos uma sessão de esclarecimento sobre o que é Reiki, a cerca de 15 participantes. Tivemos ainda a oportunidade de realizarmos a todos os participantes uma sessão de Reiki, para sentirem, de forma simples, a aplicação de energia.

O nosso agradecimento à Drª Manuela Tinoco e ao Dr. Frederico Costa, pelo simpático convite e por proporcionarem este bom momento aos colaboradores.

Um grande obrigado às voluntárias Isabel Couto, Raquel Correia, Alexandra Rodrigues e Tina Silva, pela sua presença e incrível apoio com muito Reiki.

6 respostas sobre a opinião que a igreja tem sobre o Reiki

Na sua coluna Há quem diga, do jornal Nascente, o Padre Ricardo Cristóvão faz uma introdução à sua opinião sobre o que é o Reiki. Claro que existem muitas opiniões sobre tudo, mas muitas vezes surgem de uma percepção, estudo e compreensão errados sobre determinada matéria. Mas esse erro não é só da parte de quem faz o comentário, mas infelizmente ainda muitos praticantes levam o seu percurso a práticas que dão azo a estes comentários. Então, ao observar as respostas, devemos também fazer uma profunda análise sobre o que andamos a praticar, de que forma, e o que precisamos alterar.

Reiki, ou melhor, o Usui Reiki Ryoho é uma terapia e uma filosofia de vida, criada no Japão em 1922, por Mikao Usui. É uma prática terapêutica do campo energético, para a promoção do equilíbrio e harmonia da pessoa. A sua aplicação não é manipulativa do corpo, nem tem acessórios ou prescrições para a prática. Não existe uma promessa de cura, pois como terapia natural ela actua unicamente na capacidade autocurativa da pessoa, ou seja a capacidade que todos temos sem excepção. Mas isso não faz do praticante de Reiki um curador, muito pelo contrário, é sim um facilitador de energia que poderá auxiliar a pessoa que a recebe a encontrar a sua homeostase, se tal for possível dentro da sua capacidade autocurativa. Com isto:

  • “Reiki é uma terapia óptima para tudo” – é sim, não tem contra indicações e não é manipulativa;
  • “Que cura e melhora todo o tipo de doenças” – errado. Não existe promessa de cura e Reiki não actua no campo médico.

Exacto, reiki fala não de uma técnica mas de várias técnicas orientadas ao desenvolvimento pessoal, como a meditação, a orientação para uma vida melhor através de cinco princípios e ainda uma prática terapêutica voltada, em primeiro lugar, para o praticante, através da energia.

A parte sobre os chakras já não faz parte do ensinamento original e é de origem hindu, usado há milhares de anos em conceitos como o yoga e a ayurvédica. Foi uma adaptação ocidental, talvez da Mestre Takata ou de um dos seus mestres, para que as pessoas compreendessem melhor o que é a energia e para onde vai. No Japão, na altura do Mestre Usui o que seria talvez ensinado era o sistema de Tanden, ou centros vitais.

Ao constatar “uma sensação ilusória de bem-estar, um falso alívio dos sintomas”, não conseguimos perceber se o Padre Ricardo Cristóvão já aplicou Reiki, ou seja, se já aprendeu e assim o poderá testemunhar. Assim como quem não é padre não compreende o que é a sua profissão, também quem não é praticante de Reiki não consegue compreender os efeitos da prática. Mas isto também nos chama a atenção à razão pela qual alguém vai aprender Reiki e também à forma como a prática é ensinada. Tendo em mente que a aplicação terapêutica é para equilíbrio e harmonia, não devemos por um lado tratar com Reiki e depois mantermo-nos nos mesmos caminhos de vida. É como ser alcoolico, receber Reiki e depois ir beber alcool novamente.

“É um isco para que pensemos que tudo é maravilhoso”. Aqui está a sugerir que quem ensina e pratica Reiki é um burlão e de facto é burlão quem ensinar ou praticar com um sentido de promessa de cura. Sobre isto muitos praticantes poderão responder. Quem realmente pratica compreende que Reiki é, em primeiro lugar, muito mais que a “imposição de mãos”, é uma filosofia de vida orientada ao próprio praticante. E como estamos num país laico, se se respeitam religiões, também se respeitam filosofias de vida.

“Dizem-nos que para fazer isto não é preciso estudar”. Totalmente errado. É preciso estudar, é preciso praticar e muito. Mas aqui encontra-se a falha em quem ensina em método rápido e não interessa se o faz a pagar ou gratuitamente, está a entregar algo de uma forma destruturada e sem tempo de crescimento. Pratico diariamente há mais de 15 anos e cada vez vejo que menos sei, apesar de estudar com regularidade. No entanto, este tempo tem-me vindo a trazer sabedoria.

“ser canal de energia… suficiente para te curares a ti próprio”. Certo e errado. Até mesmo não sendo praticante de Reiki, todos nós somos canais de várias energias. É por isso mesmo que uma mãe coloca as mãos na ferida do filho. É por isso que nos sentimos pesados quando estamos tristes ou leves quando estamos felizes. O errado está que não há promessa de cura, há sim é a capacidade da pessoa se poder virar para si e cuidar-se, não procurar “milagres” ou fontes invisíveis poderosas que a curem. É um voltar a si mesmo, entendendo o que em si está mal, até para poder partilhar melhor com quem cuida dele.

“inscreveres-te no nível seguinte para adquirir o poder de curar outras pessoas”. Infelizmente esta coluna parece sim ser uma propaganda, um serviço de marketing mas um pouco mal pensado. Isto porque o nível 2 de Reiki, Okuden, que em japonês significa os segundos ensinamentos, está orientado ao desenvolvimento pessoal, em maior profundidade. A partir daqui, o praticante começa já a aplicar Reiki em outros, principalmente em regime voluntário. Mas, nada tem a ver com “poder de curar outras pessoas”. É sim, aplicar Reiki como terapia para o equilíbrio e harmonia da pessoa, se tal for possível nela.

Aos padres, como a qualquer outra pessoa, convém esclarecer o que é a prática, para que não sejam remetidos a erro por ideias que nada têm a ver com Reiki. Não existe um mundo novo, ele sempre existiu e na prática de Reiki nada se fala sobre Deus, ou seres de luz ou mestres de luz. Novamente aqui entram as crenças pessoais de quem está a ensinar ou a praticar, por isso, devem mesmo ter em atenção o que dizem.

Sobre a comprovação do Reiki, cada vez menos vejo que é desnecessário. A comprovação da eficácia é que sim, quase parece uma coisa para justificar o que se observa de bom e com tempo, principalmente nos tempos de necessidade, observaremos o que poderá contribuir, integrativamente, para o equilíbrio e harmonia das pessoas. A prática de Reiki é aberta a todos, mas não quer dizer que todos compreendam exactamente o que ela é verdadeiramente. Por vezes confunde-se crescimento pessoal com espiritualismos. Outras vezes confunde-se equilíbrio e harmonia com “capacidades” curativas. São erros de percepção aos quais todos estamos sujeitos.

Espero que o Padre Ricardo Cristóvão não tenha estado numa situação de “ritual, dar autorização para sentir as energias”. Porque infelizmente isso não seria Reiki. Porque o processo de sintonização nada tem a ver com rituais (não há benzeduras, ou orações, ou gestos invocativos), muito menos há algo como “dar autorização a sentir energias”. Esta frase sim é denotória de alguma limitação ou transmissão absolutamente errada do processo de aprendizagem. Sentir energia toda a gente sente, aquilo que fazem num curso de Reiki é aprender a trabalhar com a energia.

A questão de aprender “de memória símbolos japoneses”, isso talvez tenha a ver com o estudo que alguém lhe passou da Mestre Takata, ela sim pedia para os alunos praticarem e depois deixarem os papéis e ficarem com eles em memória. Era uma tradição muito oral, naqueles tempos. Hoje em dia os símbolos já são levados para casa, mas isto tem a ver com o segundo nível. Símbolos, para alguma mente mais confusa, é uma forma de trabalharmos a concentração em determinada frequência da energia.

“e convidando os amigos a fazerem o mesmo”. Infelizmente isto parece um cartaz publicitário. Acredito que este testemunho advém de experiências muito infortunadas. Mas é uma boa chamada de atenção aos Mestres de Reiki.

E teremos nós todo o gosto em explicar o absurdo disso. É uma felicidade podermos estar no século XXI e podermos continuar a atribuir a ignorância que em todos nós está a factores externos (“a que a igreja chama demónios”). É mesmo por estas razões que os praticantes de Reiki devem ter em mente, muito claramente, que Reiki não está ligado a qualquer religião ou espiritualismos. Que Reiki é uma filosofia de vida e uma prática terapêutica. Se compreender a mentalidade oriental é fácil? Não é, não somos japoneses, mas compreendemos que todos precisamos viver um bocadinho melhor, que precisamos promover mais calma, autoconfiança, gratidão, honestidade e bondade na vida.

Estamos sempre abertos a um diálogo entre os vários credos religiosos, para a explicação de que Reiki nada tem relacionado com as suas crenças. Assim como Reiki não tem filiações políticas ou futebolísticas.

A ética no Reiki para recusar um cliente

Reiki está disponível para todos, segundo dizia a Mestre Takata, mas será que devemos aceitar qualquer um, em qualquer condição para aplicarmos Reiki? Como será que devemos lidar com a situação eticamente?

A ética no Reiki para recusar um cliente

A Associação Portuguesa de Reiki estipulou um código deontológico que nos auxilia a observar a ética no Reiki mesmo para casos como este. Na secção sobre o Terapeuta, encontramos:

Direitos

  1. O terapeuta tem o direito de recusar a consulta ou de a adiar se não estiverem reunidas as condições necessárias para a prática, sejam da parte do próprio terapeuta ou do paciente. Se o paciente estiver sob a influência de álcool, de substâncias psicotrópicas e/ou fármacos que alterem a sua forma de estar, ou se se mostrar intimidativo ou ofensivo, exercendo qualquer tipo de desconforto ao terapeuta, este pode e deve recusar a consulta;

Podemos pensar que este tipo de situação será muito rara ou mesmo impossível, até ela realmente acontecer. Infelizmente, cada vez mais é possível que estas situações surjam. As pessoas encontram-se sob grande stress, existem cada vez mais casos de distúrbios mentais e emocionais que levam a pessoa ao limite, mesmo situações psiquiátricas extremas que podem conduzir ao perigo do bem-estar e segurança do próprio terapeuta. É por isso mesmo que um terapeuta de Reiki precisa de ter uma grande construção pessoal e desenvolver um grande sentido de atendimento, tendo que estar preparado para quaisquer eventualidades, mais ainda para aquelas que envolverão a recusa.

Como recusar o atendimento de uma pessoa

  • Se não souberes como tratar a questão em causa da pessoa, poderás indicar outro terapeuta que conheças, referindo que o aconselhas por acreditares que poderá trabalhar melhor para o percurso terapêutico da pessoa;
  • Se a pessoa tiver segundas intenções ou comportamento incorrecto, poderás indicar que não conseguirão estabelecer uma trabalho correcto e objectivo, pelo que eticamente o terapeuta não poderá continuar com as sessões. Idealmente, indicar outro terapeuta;
  • Se a pessoa não tiver as condições de higiene ou caso esteja sob os efeitos de alcool, quimicos, ou medicação intensa que a incapacite, poderás indicar que não tens condições para efectuar o tratamento de Reiki, optando por indicar as situações ou não e pedindo alguma mudança de condições para que possa ocorrer o tratamento. Claro que a excepção está na medicação que unicamente os médicos podem regular;
  • Se a pessoa for um caso de profundo desequilíbrio, indica que no estado em que a pessoa se encontra não a poderás tratar e que eticamente não podes continuar as sessões. Aconselha um tratamento médico e que quando encontrar a sua estabilidade, poderá regressar às sessões.

Todos estes casos devem ser tratados com extrema sensibilidade mas também firmeza. Caso sejas um terapeuta que recebe a pessoa já vinda de outro terapeuta, por favor não julgues a decisão do outro, não comentes ou critiques. Isto porque não sabemos exactamente o que se passou, a pessoa poderá ser manipulativa, distorcer por completo a realidade, o que levará a situações desconfortáveis, fora dos cinco princípios, da ética e da objectividade que precisamos manter.

A ética no Reiki serve para dar as garantias e direitos dos terapeutas e dos seus clientes.

VII Congresso Nacional de Reiki – Partilha, convívio e experiência

No dia 29 de Outubro, realizamos o VII Congresso Nacional de Reiki, na Escola Superior de Tecnologia da Saúde, em Lisboa, onde recebemos perto de 400 praticantes. Foi um dia pleno de Reiki, com o aprofundar de amizades, a partilha de experiências, a observação de várias perspectivas sobre a nossa prática e filosofia de vida. Um enorme obrigado a todos os participantes. Podem ver todas as fotos do Congresso aqui…

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Reiki como intenção à distancia pode influenciar a mente? – Anabela Ventura

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As outras ciências de Mikao Usui (II) – Johnny De’ Carli

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O Futuro do Reiki – Pamela Miles

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Alimentação saudável: Amplie a sua energia, estabilize emoções – Diana Pinheiro

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Reiki, a energia e os códigos numéricos – Carmen Cid

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Peça de teatro sobre Reiki “Era uma vez o Reiki – Viagem ao Monte Kurama”

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A Estimulação Sensorial na Demência. – Sofia Dias

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Técnica do Ho’ Oponopono em complemento ao Reiki – Juliana De’ Carli

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Cinco princípios para uma Vida Feliz – Maria João Vitorino

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Workshop Johnny De’ Carli

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Workshop Pamela Miles

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Os Princípios do Reiki nos animais, o que eles têm para nos ensinar. – Ricardo Garé e Eva Pets

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A experiência do voluntariado em Reiki Animal – Carla Brito

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Reiki para Animais – Fátima Cunha Velho

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Reiki em cavalos – Olivia Pimentel

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Muito obrigado aos nossos voluntários

O nosso profundo agradecimento a todos os voluntários, sem eles não teria sido possível receber e proporcionar um dia tão bom para todos!!!! Muito obrigado também à Marta Silva pela tradução da palestra e workshop da Pamela Miles.

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Muito obrigado aos Coordenadores e Órgãos Sociais

Um grande muito obrigado e bem hajam a todos os coordenadores, que apoio o desenvolvimento do Reiki e do voluntariado e aos órgãos sociais, pelo trabalho, apoio e força, ao longo de todo este ano.

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VII Congresso Nacional de Reiki – 29 de Outubro 2016

2016 é o Ano da Filosofia de Vida no Reiki, como tal, queremos partilhar contigo vários temas e reflexões sobre a nossa prática. Além do tema teremos dois projetos de investigação Reiki a apresentar, teremos ainda uma introdução ao Ho’ Oponopono e muitos workshops práticos, além do convívio e partilha de saberes que os nossos vários núcleos terão para ti. É um dia repleto de Reiki, de coração cheio. Vem, participa, vais ver que vale a pena.

Podes ler mais sobre o VII Congresso Nacional de Reiki, aqui…

Vamos ter muitos praticantes de Reiki bem queridos de todos, como o Mestre Johnny De’ Carli e ainda Pamela Miles que irá dar uma palestra e workshop gratuito dentro do congresso, sendo esta possivelmente a sua última vinda à Europa. Teremos ainda Diana Pinheiro com dicas de alimentação saudável para os praticantes e terapeutas de Reiki, Juliana De’ Carli com o O’Hoponopono, Carmen Cid, Mestre de Reiki Espanhola, Ricardo Garé, com Reiki para animais e ainda Carla Brito, Fátima Cunha Velho e Eva Pets, tornando este o maior congresso com mais workshops dedicados a animais, de sempre. Ainda dois temas muito especiais – duas apresentações de trabalhos académicos que vêm enriquecer e comprovar ainda mais o Reiki, com Anabela Ventura, Valter Jacinto e Sofia Dias.

Agenda do Congresso

Para te inscreveres neste congresso, é muito simples, podes ver aqui no site… Caso tenhas alguma dificuldade, poderás enviar para o email eventos@montekurama.org

 

9:00 – Recepção dos participantes
 – Abertura – 2016 Ano da Filosofia de Vida no Reiki (João Magalhães)
 – Reiki como intenção à distancia pode influenciar a mente? (Anabela Ventura)
 – As outras ciências de Mikao Usui (parte 2) (Johnny De’ Carli)
 – Pamela Miles
 – Alimentação saudável: Amplie a sua energia, estabilize emoções (Diana Pinheiro)

 – ALMOÇO
 – Peça de Teatro
 – Reiki e Estimulação Sensorial na Demência (Sofia Tormenta)
 – Técnica do Ho’ Oponopono em complemento ao Reiki (Juliana De’ Carli)
 – Reiki, a energia e os códigos numéricos (Carmen Cid)
 – Cinco Princípios para uma Vida Feliz (Maria João Vitorino)

Workshops

Ainda sujeito a alterações
18:00 – Johnny De’ Carli – Vivenciando o “Tarô do Reiki”
 – Pamela Miles – Sistema de Equilíbrio em 4 passos ao comunicar sobre Reiki

Sala 2

 – Ricardo Garé e Eva Pets – Os Princípios do Reiki nos animais, O que eles têm para nos ensinar
 – Carla Brito – A experiência do voluntariado Reiki em Animais
 – Fátima Cunha Velho – Técnicas de Tratamentos de Reiki para Animais

Cursos extra

Como forma de apoiar os palestrantes do congresso, publicamos os seus cursos pós-evento.

3 a 6 de Novembro – Curso de Mestrado com Johnny De’ Carli

Local do curso: VIP Executive Marquês Aparthotel. Av. Duque de Loulé 45, 1050-086 Coração de Jesus – Lisboa, Portugal.
Preço: 1.520,00 Euros.
Seminário:
Reiki (intensivo para quem vive longe)
Nível Mestrado (3-B)
Local:
Lisboa – Portugal
Data:
03, 04, 05 e 06 de novembro (quinta a domingo)
Horário:
De 08:45 às 12:00 e de 13:30 às 19:00
INSCRIÇÕES:
http://reikiuniversal.com.br/fale-conosco/
Nota: O curso é da total responsabilidade do Mestre Johnny De’ Carli e o valor do mesmo é para o facilitador. A Associação Portuguesa de Reiki está apenas a apoiar na divulgação do mesmo.

 – Curso de Ho’Oponopono com Juliana De’ Carli

Celebrar o Dia Internacional do Reiki na Amadora

No dia Internacional do Reiki celebramos o nascimento do nosso querido Mestre Mikao Usui e a harmonia entre todos os praticantes de Reiki. No CENIF Amadora, vamos fazer uma manhã de celebração e convívio

Dia Internacional do Reiki

10h00 – Encontro em frente ao Palácio Nacional de Queluz (Ver mapa)

10h30 – Actividades no Parque Urbano Felício Loureiro (Ver mapa)

INSCRIÇÕESAqui…

Dia Internacional do Reiki 2016

Workshop de Reiki no Hospital do Barreiro Montijo

No dia 22 de Julho realizou-se no Centro Hospitalar do Barreiro Montijo, um workshop de Reiki intitulado “O efeito do Reiki nos Profissionais de Saúde”, promovido pelas enfermeiras Paula e Lurdes. O objectivo deste workshop de Reiki no Hospital foi o de se abranger os efeitos que o Reiki poderá ter nos profissionais de saúde, no âmbito de um projecto de Cuidar de Quem Cuida.

Foram abordados temas como as respostas que o Reiki pode dar às várias situações de Burnout e realizamos também exercícios e reflexões através das quais o Reiki poderia auxiliar.

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Enf. Lurdes, Enf. Paula, Enf. Ana Cristina

Foi um momento de partilha muito participativo e com certeza que as pequenas sementes crescerão fortes para um projecto tão útil. Porque quem cuida de nós precisa também de ser cuidado.

O nosso profundo agradecimento às Enf. Paula e Lurdes, por esta iniciativa e o desejo de uma grande força para os seus projectos, assim como à amabilidade da partilha da Enf. Ana Cristina e de todos os participantes, iremos encontrar-nos no VII Congresso Nacional de Reiki.

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Reiki na Mira Ativa – mais próximo da comunidade

No dia 13 de Junho a ARCJ (Associação de Reiki para Crianças e Jovens), em parceria com a Associação Portuguesa de Reiki, esteve no Casal da Mira para a iniciativa Mira Ativa. Este projecto tem vindo a contar com a colaboração do Reiki ao longo dos anos, como apoio ao bem-estar e saúde da comunidade do Casal da Mira.

O nosso agradecimento ao Marcos Varela e a toda a equipa da Mira Ativa, por proporcionar tão bons momentos e condições para todos. Um profundo agradecimento a esta equipa maravilha de Reiki – Patrícia Branco, Inês Lopes e Rita Beja, por partilharem, crescerem em conjunto e doarem muito muito Reiki.

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Testemunhos

Patricia Branco, órgãos sociais ARCJ

Dia 13 de Julho, eu, a Inês e a Rita, fomos até ao Centro de Dia do Casal da Mira. Levámos marquesas, banner da Associação de Reiki para Crianças e Jovens, folhetos e lá fomos nós.

À nossa espera estava o energético Marcos Varela, o dinamizador dos projetos da MirAtiva e a Rita Mourinho,  responsável pelo Centro dia. dia

Acabámos por ocupar uma sala e uma enfermaria e começámos a receber os utentes do Centro.

Recebemos “jovens” com idades entre os 58 e os 98 aninhos.

Acabei por fazer grupo com a Inês, pois sempre que terminávamos uma terapia já a Rita estava lançada noutra, e não havia meio de se conseguir tirar outra marquesa.

As minhas experiências com a Inês foram curiosas.

Recebemos pessoas com as mais diversas patologias e histórias de vida.

  • Fizemos Reiki a uma senhora com Fibromialgia. Essa senhora queixava-se de fortes dores nas costas. Deixamo-la à vontade para escolher se pretendia fazer o tratamento de costas ou de barriga. Preferiu deitar-se de costas para cima. As sensações que recebemos foram muito elucidativas acerca do estado de saúde da senhora. No final, a senhora adormeceu tão profundamente que não a conseguíamos acordar. J
  • Tivemos uma senhora com Parkinson. Devido à sua condição física, a senhora preferiu receber os tratamento sentada numa cadeira. Foi extremamente curioso perceber que as tremuras e espasmos foram abrandando, tendo a senhora chegado ao fim do tratamento, com consideráveis melhorias a esse ní Segundo o feedback que tive, julgo que foi essa a nossa maior fã.
  • Recebemos um senhor com Alzheimer, estádio II, mas que se apresentou muito apreensivo e desconfiado. Chegou a nós sem queixas nenhumas. Segundo ele, estava ó Curiosamente decidi começar o tratamento com as mãos no chakra do coração, enquanto a Inês começava pelos ombros. Sentia picos intensos nas mãos e continuei com as mãos naquela posição até ser altura de avançar para outra posição. Quando chegou a vez da Inês chegar ao chakra cardíaco, a Inês começou a sentir dores nas mãos. Teve de as afastar e criar uma certa distância. Terminamos o tratamento e o senhor saiu a dizer que não sentiu nada. Mais tarde, em conversa com a responsável do centro, acabei por perguntar se estava tudo bem com esse senhor, pois tínhamos ambas sentido algo deveras intenso na zona do peito. As nossas sensações tinham fundamento.
  • Fizemos Reiki a uma senhora com depressão, que começou a sessão a choramingar. Acabou por sair a sorrir e a perguntar-nos quando voltamos.
  • Outra senhora… Fui sentindo as atroses, a tristeza e a angú Senti também uma doçura imensa que me foi fazendo sorrir. Essa doçura misturada com tristeza era de partir o coração. No final mostrou-se preocupada com os filhos todos… e fez algumas confissões que me fizeram perceber de onde vinha aquela tristeza toda. Saiu com um grande abraço apertado meu e da Inês e a pedir-nos para voltarmos.
  • Recebemos outro senhor (houve apenas 2 senhores a quererem receber Reiki). Este foi hosteopata e já tinha andado a ler sobre Reiki, chakras, etc e chegou a trocar algumas ideias connosco.

No fim, eramos para ter ficado 2 horas a doar Reiki… acabámos por estar 3h30.

O feedback foi muito positivo por parte dos utentes do Centro e muitos perguntaram se voltamos. O Centro mostrou-se interessando em proporcionais mais atividades destas, após as férias.

As duas grandes lições que tirei foi:

  • Confia nas tuas sensações e “let it flow”;
  • Nem sempre nos deparamos com pessoas de bom coração e humildes e temos de ser flexíveis (“flexíveis como o bambu”, diria o nosso Mestre) para lidarmos com todos;
  • Coração predisposto e confia! Sempre!

Foi uma experiência fantástica. Adorei a manhã. Gostei muito de conhecer o Marcos, a responsável pelo centro de dia e a Rita que não conhecia ainda.

Obrigada Rita e Inês. Foi maravilhoso estar convosco.

Obrigada João por nos empurrares para estas experiências que valem toda a pena serem vividas, de alma e coração.

Inês Lopes, órgãos sociais APR

 

“Quando acordei hoje de manhã não esperava que este dia fosse marcar-me tanto e me preenchesse tanto o coração. Quando a ideia desta actividade surgiu nem hesitei em chegar-me à frente e predispor-me de corpo e alma a ajudar o próximo e doar o tempo à comunidade.

Não sabia bem o que esperar, mas descontraidamente fui. Ao longo do percurso até ao Bairro do Casal da Mira conheci a Rita Beja, que se revelou mais uma grande irmã Reikiana, que tenho a certeza que ainda vai partilhar mais momentos destes comigo e que me ajudou a confirmar que estou no caminho certo e que as mudanças que o Reiki me tem trazido não são só minhas.

À chegada ao Centro de Dia do Casal de Mira estava tudo muito calmo, fomos rapidamente recebidas pela Rita Mourinho, responsável pelo Centro de Dia, a quem se juntou Marcos Varela uns momentos após.

Foram muito atenciosos e ajudaram-nos a montar o material.

No início, os utentes do Centro de Dia que se aproximaram das salas onde tínhamos as marquesas, estranharam um pouco a nossa presença, mas rapidamente nos acolheram com carinho e aceitação por verem caras novas no espaço que frequentam todos os dias. Caras novas acompanhadas de corações fresquinhos e prontos para partilhar com os utentes Reiki.

Somente um dos utentes interessados em receber Reiki demonstrou ter alguns conhecimentos a nível de terapias energéticas, mas pouco importa, porque embora os restantes utentes desconhecessem a terapia Reiki e os seus benefícios e como é uma sessão de Reiki, todos ficaram cada um à sua maneira rendidos ao bem-estar, alívio de ansiedade e dores, que lhes proporcionámos.

Cada um com as suas comorbilidades físicas, tão características da idade de Ouro, e necessidades emocionais, a maioria declarou-se pronto e de coração aberto para nos receber novamente.

As aprendizagens que retiro desta experiência de voluntariado são enormes.

  • Se estivermos abertos a ajudar o outro e ver no outro um semelhante, com todos os seus medos e inseguranças, esperanças e ânsias, podemos fazer a diferença na sua vida e nós próprios somos imediatamente recompensados por crescimento pessoal e auto-conhecimento, não só dos nossos sentimentos e emoções, mas também desenvolvemos a nossa percepção do byosen;
  • Ninguém precisa de ter conhecimentos seja do que for, se um gesto simples e desapegado dum desconhecido lhes trouxer calor no coração e conforto no olhar;
  • Não importa o quanto sabemos de Reiki, nunca saberemos tudo, mas é muito importante sim ter uma postura humilde de quem está sempre pronto a descobrir mais;
  • Cada um de nós tem uma missão especial que lhe foi entregue e que tem que descobrir aos poucos e fazê-la cumprir, mas se unirmos forças, talentos, vontade de fazer mais vamos muito mais além e com a companhia certa quebramos muito medos

Por isso mesmo desejo do fundo do meu coração que a Associação MirActiva se mantenha jovem, forte e dinâmica no caminho que já iniciou e que já conta com tantas iniciativas fundamentais para a comunidade do Bairro. É um privilégio enorme colaborar convosco e tenho a certeza que iremos unir forças novamente e levar mais sorrisos e calor no coração a muito mais pessoas.

Rita Beja, voluntária

Bem cedinho lá estávamos nós, prontinhas para receber de braços abertos todos quantos quiseram experimentar. Por um motivo ou por outro confiaram-se a nós e entre os falares da vida, receberam Reiki, adormeceram, sorriram e queriam só mais um bocadinho.
Esta minha experiência foi diferente, pois comecei a doar enquanto a Inês e Patrícia falavam com os utentes na sala de espera, o resultado foi um continuar de pessoas sem conseguir chegar às minhas colegas de partilha, á medida que as utentes com todas suas dificuldades físicas me davam o braço e me “puxavam” para a sala.
O “meu” público foi essencialmente senhoras já crescidas, a mais crescida com 93 anos que por entre as minhas mãos nas posições insistia em que pusesse sempre uma mão no coração dela, e se ela sentia eu sentia esse lugar com ela e foi maravilhoso.
Ficou na minha experiência uma senhora muito “dona do seu nariz” que insistia em ver tudo e que saiu da sala a estalar os dedos e a cantar, a senhora que estava a recuperar de uma operação aos joelhos que passou a sessão a sorrir e que eu perguntei: Está a sorrir? Está bem?” e ela disse: Sim, é de uma quentura boa!
Tratei essencialmente questões emocionais, pois era para essa vertente que o Reiki me direccionava, para além de algumas questões físicas que eram próprias da idade, articulações, visão… A minha grande lição de hoje teve a ver com a confiança e com o valor do toque, a forma como a desconfiança em algo que não conhecemos depressa se recompõe através de um simples toque que comunica por si só, transformando a forma como percepcionamos as coisas. Aprendi que é importante estarmos atentos aos sinais mais simples, para que a nossa prática seja uma prática baseada na confiança.
Ao fim de 3h a doar, e depois da minha última utente, encontro as minhas colegas de partilha do outro lado e foi um grande momento de felicidade e de riso, pois pelas circunstâncias não nos víamos à que tempos.  Depois dum abraço partilhámos as nossas experiências, bastante diferentes, mas muito gratificantes para todas.
Mal posso esperar por mais!

Reiki para empresas na Coface

No âmbito de workshops para uma vida saudável, a Associação Portuguesa de Reiki foi convidada a fazer uma apresentação na Coface.

Agradecemos muito a iniciativa tão positiva e participação dos colaboradores. Reiki para empresas pode ser uma mais valia para capacitar os colaboradores a terem ferramentas para a gestão do stress e das suas emoções, assim como para o seu próprio autocuidado no sentido de uma vida mais saudável e harmoniosa.

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João Magalhães e Raquel Correia da Associação Portuguesa de Reiki

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Manual de Reiki para invisuais

A Associação Portuguesa de Reiki desenvolveu um Manual de Reiki para apoio a invisuais. É um manual de Reiki nível 1, simplificado de forma a poder ser lido pelo computador, sem imagens e também simplificado para se poder enquadrar em todos os sistemas de Reiki.

É um manual sem pretensões, apenas se deseja auxiliar da melhor forma possível os Mestres de praticantes invisuais ou, individualmente os invisuais que pratiquem Reiki.

Caso tenham propostas de melhorias ou o possam passar para Braile, por favor, contactem-nos.

Os associados, podem aceder ao manual, na nossa biblioteca de Reiki online…

Partilha de informação entre terapeutas de Reiki

Em muitas situações, os terapeutas de Reiki encontram dúvidas ou questões nas quais não têm resposta, à luz da sua experiência. Para auxiliar o seu receptor, o terapeuta de Reiki poderá encontrar uma boa alternativa – a opinião de outro colega. A partilha de informação devia ser algo muito comum e apropriado entre praticantes de Reiki, com um espírito de crescimento em comum que poderá trazer ainda melhores resultados a quem procura terapeutas de Reiki para o seu processo terapêutico.

Como funciona a partilha de informação entre terapeutas de Reiki

Antes de mais ambos os lados têm que compreender a importância de seguir um código de ética.

Stephen Unger indicava, sobre o código de ética, que:

Em primeiro pode servir como um reconhecimento colectivo por parte de membros de uma profissão, das suas responsabilidades. Em segundo lugar, pode ajudar a criar um ambiente no qual o comportamento ético é uma norma. Em terceiro, pode servir como um guia ou lembrança de situações específicas. Em quarto, o processo de desenvolvimento e modificação de um código de ética pode ser valioso para uma profissão. Quinto, um código pode servir como ferramenta educativa, providenciando um ponto focal de discussão em aulas e encontros profissionais. Finalmente, o código pode indicar a outros que a profissão está seriamente preocupada com responsabilidade e conduta profissional.

A partilha de informações entre terapeutas de Reiki deve ser avaliada por ambas as partes da seguinte forma:

  1. Não existe qualquer necessidade de conhecer o nome e outros dados pessoais identificativos da pessoa;
  2. As situações relatadas não devem conduzir a um juízo de valores subjectivo, ou seja, o terapeuta de Reiki ao partilhar as suas questões deve ser objectivo, tentando não influenciar o seu colega;
  3. Quem observa a situação, deve manter-se objectivo;
  4. As ideias e experiências trocadas entre ambos devem, obrigatoriamente, manter-se confidenciais;
  5. O conteúdo da troca de informação não deve ser partilhada com o paciente;
  6. O terapeuta de Reiki ao trocar impressões com o seu paciente, poderá indicar que se foi aconselhar entre pares mas não deve indicar quais. Esta questão surge porque estará a desresponsabilizar-se das suas acções ou a transmitir uma ideia que o que irá fazer está validado e correcto.

A troca de informações entre terapeutas de Reiki é extremamente importante e devia existir cada vez mais, sendo realizada de forma séria, prática e objectiva.

Para que tenhas a certeza que a informação que providenciaste não vai ser mal interpretada ou divulgada, podes sempre acrescentar uma nota:

Nota: A informação providenciada é confidencial, não deve ser distribuída, divulgada ou descontextualizada.

Cinco princípios para a troca de informações entre terapeutas de Reiki

Só por hoje – Avaliar a situação à luz de uma prática fundamentada, tendo em conta que cada caso é um caso, não se apegando a situações passadas, mas tomando-as como possível exemplo.

Sou calmo – Manter a serenidade, por mais grave que a situação aparente. Isto poderá ser importante principalmente em situações morais. A calma auxilia também ambos os terapeutas de Reiki a escutarem-se mutuamente.

Confio – A confiança implica a compreensão do segredo e da ética entre praticantes.

Sou grato – Agradecer pela partilha que traz crescimento. Uma das boas formas de agradecimento é colocar em acção o que se partilhou e também ajudar outros na mesma situação.

Trabalho honestamente – Em todas as questões manter a verdade e saber compreender as capacidades, condições e mesmo vontade de realizar o tratamento.

Sou bondoso – A maior bondade é tratar o paciente com amor incondicional, é escutar a experiência do colega com mente e coração e auxiliar os outros, com a partilha do seu saber e prática.

Código de ética para terapeutas de Reiki publicado na CSEP

O Código de Ética para Terapeutas de Reiki da Associação Portuguesa de Reiki foi publicado no CENTER FOR THE STUDY OF ETHICS IN THE PROFESSIONS.

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O Ethics Center foi fundado em 1976 e a sua missão é a de educar os estudantes como profissionais responsáveis, para refletir nas implicações amplas do progresso científico, e para contribuir para a formação da tecnologia de acordo com os valores humanos fundamentais. O seu programa de investigação foca-se na ética nas ciências da vida e nas questões éticas e sociais das tecnologias emergentes, com um foco particular nos aspectos filosóficos e éticos da neurociência. O Ethics Center está empenhado em pesquisa multi disciplinar e multi institucional, em projectos que combinem investigação empírica com análises conceptuais e projectos que introduzam, propaguem, inovações no ensino. Mais ainda, a Ethics Center Library tem uma colecção única de códigos de ética de todo o mundo e uma vasta coleção de materiais educativos sobre ética.

Podem ler a publicação no CSEP aqui…

O CSEP pertence à Illinois Institude of Technology.

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O nosso agradecimento a Kelly Laas pela publicação do Código Deontológico.

 

 

Center for the Study of Ethics in the Professions

Hermann Hall
3241 S Federal Street, Room 204
Chicago, IL 60616

Dia do Associado em Lisboa

A 29 de Maio realizamos pela primeira vez o Dia do Associado, um evento nacional que será repetido em várias localidades ainda no mês de Maio e Junho. O propósito deste dia do Associado é o de mostrar o que é a Associação Portuguesa de Reiki e porquê ser associado.

Em Lisboa, juntamos alguns praticantes e órgãos sociais, para fazer uma actividade muito gira – o jogo dos cinco princípios. Ao começarmos o jogo, reparamos que falta o segundo princípio “Confio”. Então, este foi mais um exemplo da capacidade construtiva e resiliente que o Reiki nos traz. Confiamos e entregamo-nos. Não fez mal algum não ter lá o segundo princípio porque esse estava dentro do coração de todos. Assim, fizemos grupos e cada grupo construiu cinco coisas que falassem do princípio que lhes calhou e também da “Arte Secreta de Convidar a Felicidade”.

 

Podes ver mais fotos aqui…

E porque vale a pena ser associado?

Porque todos juntos fazemos mais e melhor, porque Reiki realiza-se com harmonia, união e consciência colectiva. Inscreve-te…

Muito obrigado por tudo, Mestre Usui!!!!

 

A importância de uma ficha de paciente para um terapeuta de Reiki

Sempre que recebemos alguém para uma sessão de Reiki, tentamos proporcionar a melhor experiência possível para essa pessoa, em todos os sentidos. Não só queremos que ela alcance a harmonia e resolução das suas questões, mas que também se sinta confortável no local onde está.

Ao conversar com a pessoa, muitas questões podem ser levantadas e situações precisam ser registadas para memória futura. É por isso mesmo que uma ficha de paciente se torna importante para um terapeuta de Reiki.

A importância de uma ficha de paciente

Ao realizarmos uma consulta de Reiki, vamos estar a trabalhar com a pessoa no campo holístico, num processo terapêutico onde a nossa competência e veículo de trabalho é a energia. Alguns terapeutas gostam de ter uma abordagem descontraída, apenas conversando com a pessoa antes da sessão de Reiki, ao passo que outros consideram importante ter uma anotação e registo contínuo das sessões que realizam com a mesma pessoa.

Os benefícios de uma ficha de paciente

A ficha de paciente poderá auxiliar-te a:

  1. Guardar os contactos do teu cliente/utente;
  2. Avaliar a sua dor ou desconforto antes e depois da sessão;
  3. Ter uma anamnese da sua condição;
  4. Estabelecer objectivos e compreender os motivos para ter a sessão de Reiki;
  5. Interpretar a condição energética da pessoa e observar a sua progressão ao longo do tempo;
  6. Ter um consentimento informado, em caso de ser necessário.

Aspectos a ter em consideração

A ficha de paciente é um instrumento de trabalho do terapeuta de Reiki e é sempre confidencial. Além desse aspecto, o terapeuta deve ainda cumprir o código deontológico. Em algumas situações, o terapeuta pode querer ter um consentimento informado, que é um instrumento que auxilia o esclarecimento da pessoa e o reconhecimento de que foi informada sobre o âmbito da terapia que vai receber.

Podes encontrar a nova ficha de paciente, com todos estes tópicos, no site da Associação Portuguesa de Reiki, disponível para os associados.

Tens dúvidas sobre Reiki? Podemos responder

Se tens dúvidas sobre Reiki podemos ajudar-te. Um dos grandes propósitos da Associação Portuguesa de Reiki, desde a sua fundação em 2008 é a de apoiar e esclarecer os praticantes de Reiki.

Então, caso tenhas dúvidas sobre a prática de Reiki, preenche o formulário que está no link em baixo. As nossas respostas terão como base o que temos de conhecimento até ao momento sobre o Usui Reiki Ryoho.

O prazo de resposta poderá ser entre as duas e as três semanas, dependendo da quantidade de pedidos que possamos ter. Esperamos desta forma podermos ajudar-te a praticar cada vez mais Reiki e a viver a “Arte Secreta de Convidar a Felicidade”.

 

duvidas sobre Reiki

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