O Tao do Reiki

Descobrir, Desenvolver e Crescer com Reiki

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Feliz Natal – com muita harmonia

O Natal traz sempre o melhor de nós ao de cima. Isso sente-se no ar, nas pessoas, em tudo. As mentes e os corações estão ocupados com os preparativos e acaba-se por desviar o pensamento de outras coisas não tão boas. Tornamo-nos focados, no prazer de estar com a família ou amigos, com o contentamento de querermos uns momentos em paz. O que queremos para nós, desejamos também para os outros e é por isso mesmo que toda esta época se torna um pouco mais leve. Mais bons pensamentos estão no ar e que eles possam continuar por muito e muito tempo. Que os cinco princípios possam ecoar sempre.

Um Feliz Natal para ti, com muita paz e harmonia

Reiki para quando não se volta a adormecer

Por vezes acordamos a meio da noite e já não se volta a adormecer. Dá-se voltas na cama, lê-se, vê-se televisão, mas o sono só chega quando nos devíamos estar a levantar. Como poderemos trabalhar esta questão com Reiki?

Técnicas de Reiki para quando não se volta a adormecer

As insónias ou o despertar noturno podem vir de uma série de situações e claro que deves procurar ajuda profissional para tal. Com a prática de Reiki, poderás tentar compreender porque acontece e até aplicar alguns conceitos para tentares ver se consegues retomar o teu equilíbrio.

Algo que é muito importante é perceber se existem situações que te possam trazer noites mal dormidas, tais como:

  • Ansiedade;
  • Tristeza;
  • Medo;
  • Irritabilidade;
  • Muitas tarefas a fazer;
  • Etc…

Tenta compreender as situações e resolvê-las. Se tiveres o segundo nível de Reiki, poderás ainda enviar Reiki para essas situações. Isso poderá ajudar a aliviar o peso da energia que te possa estar a trazer algum desconforto. Poderás reforçar com o nentatsu, a técnica do pensamento positivo, para trazeres alguma mudança de comportamento que necessites.

Caso tenhas o nível 1 (e mesmo para todos os outros níveis), experimenta praticar o Joshin Kokyu Ho, a técnica da respiração. Desta forma, estarás apenas entregue à meditação, ao estar no momento presente, a fluir com a respiração. Na maior parte das vezes, adormecer é algo que vem bem depressa. É importante é que a mente não se apegue a pensamentos.

Reiki para a autoestima – o plexo solar e o não

A autoestima é uma consideração e avaliação que temos de nós mesmos, mas que muitas vezes se encontra bem abaixo do que devia estar. Podemos trabalhar com Reiki para a autoestima, fazendo uso das técnicas e da nossa filosofia de vida.

Reiki para a autoestima

Uma grande questão que nos surge é como conseguir ter uma autoavaliação positiva, excelente sobre nós mesmos, fazendo com que a estima que temos seja considerável, realista e afirmativa?

Em primeiro lugar, tudo passa pela nossa capacidade de observação e contentamento. Observar o que fazemos, pensamos e sentimos, equilibrando com o contentarmo-nos com as nossas boas acções e carácter. Sabendo compreender a nossa insatisfação como uma ponte para melhores atitudes, não nos deixando afundar pelas críticas ou pelos hábitos e julgamentos.

Esta capacidade de observação pode ser alcançada através do Joshin Kokyu Ho, a técnica da respiração, que te auxiliar a encontrar um espaço vazio, um tempo essencial para cessar o pensamento e as emoções. A partir daqui, começarás também um trabalho com os cinco princípios, por exemplo:

Só por hoje, sou calmo – Porque perdi a minha harmonia, quando, para deixar de ter valor por mim mesmo?

Confio – Porque deixei de confiar em mim mesmo ou de que forma entreguei a minha autoconfiança aos outros?

Sou grato – Agradecer por todos os momentos que passei sem a minha autoestima e que lições retiro daí.

Trabalho honestamente – Comprometer-me a ser honesto comigo mesmo, a escutar os meus pensamentos e sentimentos, sabendo também comunicar com o outro de forma honesta.

Sou bondoso – O que é a bondade e a autoestima? Qual o limite de entrega aos outros e quando me devo entregar a mim mesmo?

Os cinco princípios podem mesmo auxiliar-te neste processo de crescimento e renovação da autoestima. Reflete com eles, medita, vive-os.

Também no teu autotratamento, poderás dedicar-te mais ao teu chakra do plexo solar, compreenderes como ele está de energia, reforçar essa mesma energia e criar aí um espaço de poder pessoal, onde tu saibas dizer não, de forma convincente a ti mesmo. Este não não é algo de negativo, mas sim um poder incrível que desenvolves dentro de ti, é uma força natural que te ajudará a quebrar barreiras e a estabelecer limites.

Depois, observa também o teu chakra cardíaco. Será que construíste um jardim bom para tu mesmo habitares no teu coração? Será que tens amor para ti mesmo?

As situações que achares que devem ser mudadas podem ser trabalhadas através do Nentatsu, a técnica para alcançar o pensamento positivo.

Reiki é muito completo e uma excelente ferramenta de trabalho, de ti, para ti. Entrega-te à prática e aceita-te.

A harmonia é tão importante que vale a pena perseverar para que se mantenha

Imagina-te sentado num jardim. É uma tarde de inverno, um domingo, com o sol a aquecer-te suavemente. A ler tranquilamente bons ensinamentos, a apreciar a alegria e descanso dos que estão também no parque. Tudo parece apontar para um momento de harmonia e descanso.

Surgem duas novas pessoas, sentam-se na mesa do lado, colocam o cigarro mesmo ao meu lado e o vento encarrega-se do resto. A sua exaltação contra o comportamento dos outros é curioso, mas parecem estar contentes com o poderem estar onde estão.

A primeira emoção foi de incómodo e desagrado, de descontentamento. O pensamento foi de perseverança, de âncora no meu próprio bem-estar e aceitação do momento dos outros. Em breve foram-se embora e não passaram de uma lembrança fugaz. Eu mantive-me onde estava, a apreciar o que anteriormente estava a apreciar. O meu momento manteve-se.

A harmonia e o que os cinco princípios nos ensinam

Harmonia é um estado interior cujas condições são criadas por nós, interiormente, mas que podem também ser afectadas pelas condições exteriores. Claro que interiormente, se estivermos no mais absoluto estado de consciência, nada exterior perturba a nossa harmonia. Mas sabemos que a realidade está um pouco além do mais absoluto estado de consciência e que o caminho de nos tornarmos conscientes é longo e exigente.

Tendo isto em mente, sabemos que precisamos perseverar, tendo isto no coração, sabemos que não nos devemos apegar ao desejo ou unicamente ao momento presente ou futuro. Parece um contrassenso, mas de facto tanto temos que saber viver no momento presente como saber qual o nosso percurso e objetivo, tudo em certa medida.

Então como podemos conjugar os nossos cinco princípios para cultivarmos e nos mantermos em harmonia?

Só por hoje, sou calmo – O primeiro princípio pede-te para seres observador. Para encarares os teus pensamentos e emoções, não te deixando aprisionar por eles. A harmonia vem da calma da nossa atitude.

Confio – Acredita na tua capacidade de manter harmonia, acredita que vale a pena cultivar esse valor em ti mesmo. Acreditar é nutrir autoconfiança naquilo que é positivo em nós.

Sou grato – Observa as várias lições que o teu caminho pela harmonia te traz, aprende com elas e faz fortalecer a tua capacidade de gerar harmonia.

Trabalho honestamente – A honestidade é uma grande aliada da harmonia, é a compreensão correta do momento em que estás, do que estás a pensar, a sentir, e também a correta atitude a tomar em consciência, para que a harmonia se mantenha.

Sou bondoso – Bondade e harmonia estão interligadas, porque a bondade implica um desejo de harmonia, seja ela na forma que for, desde que seja para o Bem Maior de todos. A aplicação e desenvolvimento de atitudes bondosas, proporciona harmonia. Uma mente vazia, proporciona um coração compassivo.

Os cinco princípios podem também ser ferramentas na tua construção da harmonia, para que esta sempre possa perdurar em ti. Lembra-te das pequenas lições que vais aprendendo e tenta perseverar.

Reiki não é apenas sintonização

Quando descobres um curso de Reiki, poderás encontrar várias opções. Um dia de curso, um fim-de-semana, seis meses, uma vida. Tudo são opções que hoje em dia se encontram disponíveis em todo o lado, até mesmo no Japão. Mas porque existe então a diferença no tempo.

O tempo, a prática de Reiki e o que é Reiki

Em primeiro lugar temos que encarar este tema de forma simples, sem preconceitos ou prejuízos, apenas observar o que é, racionalizar, duvidar, sentir.

Reiki pode ter dois significados – A Energia Universal (ou Energia Espiritual Vital que permeia o Universo), ou também pode ser usado para representar o Usui Reiki Ryoho.

A Energia Universal já sabemos que é uma energia vital que está em todo o lado, o conceito mais aproximado é o Prana dos Hindus, que surge definido nos Vedas. Por outro lado o Usui Reiki Ryoho é o método criado pelo Mestre Usui, para trabalhar essa mesma energia, que se chama Reiki.

Sobre o que os alunos praticavam no tempo do Mestre Usui, temos a noção que aplicavam a energia em si e nos outros, que faziam vários atendimentos por dia, que entoavam os princípios e os poemas do Imperador Meiji, que meditavam. Era uma prática árdua, exigia tempo, exigia dedicação e também muito dinheiro para passar de nível. Por outro lado, para passarem de nível, tinham que ter proficiência e sabemos que um dos exames que era feito era o byosen, tinham que ter uma boa percepção da energia. Tinham que ser alunos meritórios.

Mesmo a Mestre Takata, que influenciou grandemente a nova vertente de Reiki no Ocidente, teve que ter uma aprendizagem ao longo do tempo e árdua na prática… além de bem dispendiosa ao ponto de ter vendido a casa quando fez o segundo nível, para continuar os ensinamentos do Mestre Hayashi.

Claro que os tempos são outros, tudo mais acessível, mas também tudo mais fugaz. Se desde o tempo iniciar Reiki fosse apenas receber a sintonização, processo pelo qual nós começamos a trabalhar com a energia dentro deste método, então o Mestre Usui não se teria dado ao trabalho de criar preceitos, de ter escolhido 125 poemas de milhares do Imperador Meiji, não nos teria dado 21 técnicas e formas de tratar o outro e nós mesmos, não nos teria colocado uma missão:
Reiki é muito mais que a sintonização e uma forma de verificares isso é questionando-te:

  • Consigo lembrar-me de todos os princípios?
  • Sei aplicá-los na minha vida e realmente proporciono a transformação em mim?
  • Aplico o autotratamento regularmente?
  • Conheço as minhas fragilidade e sei tratá-las?
  • Recebo Reiki de outras pessoas e comparo com a minha prática? Que aprendizagem tiro destas perspectivas?
  • Realizei voluntariado?
  • Sei aplicar todas as técnicas de Reiki em mim e nos outros?
  • Sei meditar e aplicar as técnicas de meditação?
  • Compreendo os valores profundos do Usui Reiki Ryoho?
  • Sei qual é a missão do Usui Reiki Ryoho e cumpro-a?
  • Pratico os símbolos de Reiki em mim? E nas situações?
  • Envio Reiki à distância?
  • Sei viver como um praticante de Reiki e compreendo o que isso significa?

Como vês, nem todas estas perguntas se referem à energia, mas sim a uma vivência e como a palavra o diz, para se viver é preciso viver, é preciso tempo e espaço. Ontem era criança e agia como criança, hoje sou adulto e ajo como adulto.

No final dos preceitos, o Mestre Usui indica “É para a melhoria do Corpo e da Mente”, por isso mesmo, tal como ele indicava “de manhã e à noite”, temos que praticar, precisamos de tempo e entrega.

Desintoxicação com Reiki para as festividades de Natal

Se já estás a pensar que os doces de Natal vão prejudicar a tua dieta, ou que vais comer à mesma e depois irás encontrar uma desintoxicação, então considera como o poderás fazer também com Reiki.

As técnicas de desintoxicação com Reiki para o Natal

Este tipo de técnicas de desintoxicação nada tem a ver com programas que os nutricionistas possam passar, ou mesmo recomendações médicas, portanto, não encares Reiki como uma substituição, mas sim como um complemento.

Antes de pensares na desintoxicação, pensa na razão pela qual vais comer muito. Se disseres porque estás predisposto, porque gostas, porque te traz boas recordações, então força, estás no caminho certo da tua opção, apenas avalia a tua saúde.

Mas se por acaso considerares que estarás a comer muito, principalmente doces, para tapar “um buraco”, então a coisa ser um pouco diferente. Aqui não nos devemos debruçar sobre a desintoxicação, mas sim sobre como resolver esta questão que poderá estar a afectar a nossa parte emocional.

Se tiveres questões sobre as técnicas seguintes, informa-te com o teu Mestre de Reiki, por favor.

Aplicar só as técnicas de desintoxicação

Podes escolher duas formas de te desintoxicar:

  1. Heso Chiryo, a técnica de desintoxicação pelo umbigo.
  2. Tanden Chiryo, a técnica de desintoxicação pelo tanden.

Podes aplicar qualquer uma destas técnicas de forma isolada, ou então integrada no teu autotratamento. O autotratamento é também muito importante para a manutenção do teu equilíbrio e harmonia.

A desintoxicação pelo umbigo

  • Coloca uma intenção para a tua desintoxicação;
  • Coloca o dedo médio da tua mão esquerda no umbigo, deixa a energia fluir.

A desintoxicação pelo tanden

  • Coloca a intenção do que queres desintoxicar;
  • Coloca a mão esquerda no tanden, abaixo do umbigo, coloca a mão direita nas costas, exatamente na mesma direção.

Tratar questões e aplicar a desintoxicação

Para desintoxicar, é relativamente simples e já sabes que como Reiki trata a pessoa como um todo, poderás não desintoxicar apenas fisicamente, por isso tem atenção ao teu processo e à tua intenção.

Mas se encontraste uma questão emocional ou mental, então aí poderás trabalhar com o nentatsu ou melhor ainda, com o Seiheki Chiryo, se tiveres o segundo nível. Podes fazê-lo da seguinte forma:

  • Coloca a tua intenção;
  • Inicia o autotratamento;
  • Na testa, coloca a mão esquerda, a mão direita coloca na nuca;
  • Mantém apenas um pensamento, relativo à desintoxicação ou à sua causa;
  • Visualiza o seiheki nesse processo;
  • Quando quiseres terminar, tira a mão esquerda e deixa a direita estar só a enviar reiki durante algum tempo;
  • Continua o teu autotratamento;
  • Quando chegares ao umbigo, aplica a técnica de desintoxicação pelo umbigo;
  • Depois continua todo o restante autotratamento;
  • Faz as técnicas de limpeza;
  • Agradece.

Como vês, a desintoxicação pode ser um processo longo mas muito interessante para a tua prática, por isso continua a pratica e não te esqueças que isto não deve ser feito apenas um dia.

E fica o desafio… que tal começar a desintoxicação antes do Natal?

A aplicação de muitos praticantes de Reiki a uma só pessoa

Por vezes há um praticante ou uma pessoa que está com muito pouca energia, ou precisa de um reforço extra, então, nada como nos juntarmos todos e fazermos a aplicação da técnica Shu Chu Reiki.

O Shu Chu Reiki – O cuidado de muitos a um só

Vamos imagina a situação em que cinco praticantes poderão fazer uma aplicação de Reiki a uma só pessoa. Esta é uma das formas de o fazerem:

  1. Pratiquem as técnicas de limpeza, o banho seco e a chuva de Reiki;
  2. Esvaziem a mente, deixem a energia fluir;
  3. Coloquem a intenção de que a energia flua para a harmonia e equilíbrio da pessoa, ou para a intenção que a pessoa pediu. Nesta situação todos devem ter a mesma intenção e todos devem ter o mesmo tipo de “fluxo” de energia, ou seja, um não deve usar o terceiro símbolo, outro não usa nenhum, outro usa dois. Todos devem estar em harmonia e a fazer o mesmo, para que a pessoa não sinta muitas diferenças;
  4. Enraizem-se ao longo do processo;
  5. Limpem a energia se sentirem necessidade disso;
  6. No final, façam as técnicas de limpeza novamente;
  7. Agradeçam.

Esta técnica é também excelente para realizar em voluntariado.

Lembrem-se sempre de que todos os praticantes devem estar em harmonia uns com os outros, todos orientados para o mesmo objectivo.

As posições de cada praticante de Reiki no Shu Chu Reiki

Neste caso, em que temos cinco praticantes, podemos optar por:

  1. Cabeça;
  2. Ombros (região do chakra cardíaco e laríngeo) e Plexo Solar, lado esquerdo;
  3. Ombros (região do chakra cardíaco e laríngeo) e Plexo Solar, lado direito;
  4. Esplénico e joelho, lado esquerdo;
  5. Esplénico e joelho, lado direito.

Claro que podem e devem optar por outras posições dependendo da necessidade da pessoa.

O tempo de duração da prática é o que for disponível para todos.

No final, o receptor deve hidratar-se, assim como os praticantes de Reiki e estes devem também fazer as técnicas de limpeza.

Os cuidados de um mestre a ter com o sexo oposto

A grande maioria de praticantes de Reiki é do sexo feminino, podemos quase dizer que é algo à volta de 70% dos praticantes. Tendo em conta os preconceitos da cultura portuguesa, torna-se difícil o trabalho de um mestre de Reiki que seja do sexo oposto.

Os desafios e cuidados a ter de um mestre Reiki sobre os seus alunos

Deparamo-nos hoje com uma sociedade muito destruturada. Por um lado convivemos com valores milenares enraizados subconscientemente na cultura, por outro lado sofremos de aculturação e de uma mistura de culturas muitas vezes com atitudes, formas de estar, opostas às nossas, ainda tentamos lidar com a realidade que vivemos diariamente, que muitas vezes nada tem a ver com qualquer cultura e no meio disto tudo, tentamos manter-nos intactos e sãos. Por exemplo, ao nível cultural, temos pessoas de países mais quentes que são mais afáveis e tocam, temos pessoas de países mais frios, um pouco mais distantes e que não tocam, temos as excepções à regra, temos também religiões pelo meio. E como encontramos tudo isto num curso de Reiki?

Uma turma de Reiki pode ser constituída, com sorte, com metade homens, metade mulheres, em alguns casos, até mais homens que mulheres, mas em algumas circunstâncias temos só mulheres. Vamos então ver algumas situações que surgem e como lidar com elas.

  • Os abraços;
  • O vestuário;
  • A desconfiança do conjugue do aluno;
  • O próprio conjugue do mestre.

Os abraços e a prática de Reiki

Não sei como, mas foi-se adquirindo o hábito de dar muitos abraços nos cursos de Reiki.

De alguma forma, as pessoas dão abraços e se alguém vinha a mim para me dar um abraço eu respondia da mesma forma e dava-o, algo a que fui chamado à atenção para não fazer, num encontro em Delães, possivelmente em 2009/2010 e assim fui deixando de dar abraços. Nem sempre é contornável, pois há quem seja mais rápido que a nossa capacidade de reacção, mas o que decidi fazer foi dar abraços de lado ou não estar mesmo em contacto com a pessoa.

É uma decisão bastante desagradável, porque por um lado algumas pessoas sentem-se ofendidas, por outro dizem que não estou a ser aberto como devia ser na prática de Reiki, que nada tem a ver, mas muitas pessoas começam a compreender porque não dou abraços.

Existem vários problemas com os abraços, talvez não entre as pessoas, mas sim com quem está a observar:

  • O abraço a um pode ser mais prolongado que a outro e leva a pessoa a pensar em quem se gosta mais;
  • O abraço pode ter um contacto físico mais próximo e quem observa pode julgar ser outra coisa;
  • Até mesmo que vai abraçar pode ficar com outra intenção.

Claro que estou a dar perspectivas muito negativas, mas elas acontecem e por isso mesmo, nada como termos cuidado para evitar chatices desnecessárias. É pena pois muitas teorias surgem à volta do abraço como sendo curador, porque há pessoas que genuinamente sabemos que precisam de um abraço, porque há pessoas por quem temos profunda amizade e carinho, mas…

O vestuário

Felizmente ainda estamos num pais em que há uma certa liberdade no vestuário, no entanto, nas empresas existe um código de vestuário, mais ou menos explícito. No CENIF Amadora criamos um código de atitude perante o vestuário, que simplifica muito a nossa forma de estar e nos ajuda a cumprir a ética. Ele é:

  • Quem trouxer saias acima do joelho, não pode ficar de frente para mim, nem no ângulo de visão, em alternativa pode colocar uma manta;
  • Não são aconselháveis decotes acentuados, porque quando vão para marquesa, quem for tratar pode ficar num ângulo de visão mais evidente para alguma situação ética;
  • Ao praticar em marquesa, nas situações de saias mais curtas e decotes mais acentuados, usamos uma manta para tapar o corpo e assim não ter qualquer tipo de situação que outro pudesse considerar fora da ética da prática.

Ou seja, cada um pode vir vestido da forma como entender, mas na prática de Reiki, então adoptamos resoluções que nos evitam situações éticas. Não que elas surjam, mas o olhar do outro é sempre crítico.

Felizmente, no tempo quente, os alunos podem todos vir de calções.

Cinco formas de lidar com o conjugue do aluno

Por vezes surgem algumas questões com o conjugue, muito naturais. Por exemplo, o praticante felizmente tem muitas atividades para se desenvolver e então poderá estar menos tempo em casa, neste seu processo de crescimento, ou seja, começa a mudar o seu padrão o que poderá trazer desconfiança no conjugue. Por outro lado, começa a estar mais atento, consciente, começa a querer estar mais feliz e a distribuir essa felicidade, que poderá ser também uma mudança de padrão, o que pode trazer desconfiança.

De forma até cómica por vezes perguntam-se, “como sai tanta mulher feliz por estar uma hora e meia com um tipo gordo e careca?”. Bom, felizmente saem homens e mulheres felizes, fazem-no porque estiveram a praticar e isso tocou-os interiormente. Pela mesma razão, possivelmente o conjugue devia aprender para também alcançar o mesmo. O tempo perdido com questões que apenas cultivam venenos, tira anos de vida e felicidade, mais vale aprender Reiki.

Portanto, quando existe desconfiança porque não convidar o conjugue a ir assistir a uma aula? Muitos já foram e muitos também já se tornaram praticantes de Reiki. Aliás, uma prática consciente da filosofia de vida no Reiki ajuda na vivência do casal.

Mas temos cinco formas para lidar com estas situações, aplicando os cinco princípios. Aqui fica a sugestão para reflexão como casal:

  1. Só por hoje, sou calmo – Mas porque perdeste o teu equilíbrio, o que te tornou desconfortável?
  2. Confio – Porque perdeste a tua confiança em ti mesmo? E em mim?
  3. Sou grato – Que lições aprendemos com esta situação? Individuais e como casal?
  4. Trabalho honestamente – Estaremos a comunicar correctamente?
  5. Sou bondoso – Como podemos resolver esta situação de forma bondosa para ambos?

Nada melhor que o diálogo, no entanto, se o conjugue não conseguir escutar, nem conseguir sair desse processo, talvez seja melhor dares um tempo ao Reiki e irem a uma terapia de casal. Não é apenas desistir das coisas para satisfazer a insatisfação do outro, que sempre a terá, é sim irem aprender a crescer em conjunto e mudar o que há a mudar de ambos os lados.

Como lidar com o conjugue do próprio mestre

O próprio mestre poderá ter problemas em casa, porque se é homem e maior parte dos alunos for mulher, a própria esposa poderá sentir-se de alguma forma colocada em causa com tanta atenção que for dada a mulheres.

Se assim for e se a vivência em Reiki não for o suficiente para o entendimento, nada como a terapia de casal ou mesmo considerar mudar de profissão.

Este tipo de situações não surge apenas com Mestres que são do sexo masculino, o mesmo tipo de questões surge também com Mestres do sexo feminino.

A cultura portuguesa ainda está num caminho que necessita de muito crescimento e temos que, forçosamente, ir ao ritmo do mais lento. Felizmente temos os cinco princípios e a prova que Reiki é mesmo a Arte Secreta de Convidar a Felicidade. Podemos praticar, com ética e atenção, isso não nos impede de sermos compassivos e bons praticantes.

Como vês, ser Mestre de Reiki não é fácil.

Os 4 pilares da Felicidade

No dia 11 de Dezembro realizamos uma aula de Budismo Humanista sobre “Os 4 pilares para a Felicidade”, ensinamentos dados pelo Ven. Mestre Hsing Yun.

Segundo os seus ensinamentos, a felicidade e a paz provêm:

  1. Do desapego e contentamento;
  2. Da compaixão e da tolerância;
  3. De saber obter e desapegar com perfeita facilidade;
  4. Do altruísmo e da abnegação.

Partilho contigo a apresentação destes 4 Pilares para a Felicidade, que foi muito enriquecida com as partilhas e vivências dos 38 participantes.

Os 4 Pilares para a Felicidade – Ven. Mestre Hsing Yun

Mais praticantes de Reiki homens ou mulheres?

Muitas pessoas se questionam se há mais mulheres do que homens na prática de Reiki… e com essa questão na cabeça, comecei um workshop de nível 1 tendo mais atenção a isso.

Mais homens ou mulheres na prática de Reiki ou será que isso não importa?

Primeira foto à hora de início do workshop… 5 homens e 3 mulheres (desculpem a selfie mal tirada).

Segunda foto à hora do final do workshop… 6 homens e 6 mulheres (uma selfie um pouco melhor).

Como a Energia é extraordinária e nos dá sempre grandes lições, foi esta que tivemos hoje, além de muita diversão, trabalho sobre ética e prática de tratamento. Ao início, eramos mais homens que mulheres e muito contentes com isso, lá fomos tirar a foto de grupo. Entretanto foram aparecendo mais alunos e no final, tivemos este resultado – seis homens e seis mulheres – EQUIDADE.

Talvez a grande lição seja verdadeiramente essa, viver em equidade, não importa se há mais homens ou mais mulheres, mas sim se há ou não praticantes de Reiki, se realmente estamos a praticar e a viver em Reiki. De facto, há algo mais importante que números ou géneros, há cinco princípios que a todos nos unem e guiam. Cada um tem o seu valor.

Só por hoje…

Aprender a valorizar é viver com mais valor

Que valor damos às coisas e de que forma aprendemos a nos valorizar?

Se este tipo de aprendizagem existisse desde cedo, muitas questões de autoestima seriam evitadas. Mas porque não sabemos valorizar e como poderemos fazê-lo?

O valor de saber valorizar

Para compreendermos que todas as coisas têm o seu valor, primeiro precisamos compreender três aspectos:

  1. O significado de valor;
  2. A aceitação do valor próprio;
  3. A aceitação de que o outro também tem o seu valor.

O significado de valor

Valor representa um conjunto de características que tanto podem ser meritórias, únicas, distintas, que poderão representar talento, dedicação, coragem, compaixão, e feitio que leva a pessoa a saber interrelacionar-se e a agir de forma correta e construtiva no meio onde está. O valor de uma pessoa não pode ser propriamente quantificado, mas sim reconhecido pelos seus pares e principalmente por ela mesma.

Reconhecer o valor significa compreender que todas as pessoas têm características únicas que se forem colocadas para o bem comum, terão grande impacto na vida em sociedade. Também as coisas têm valor, apesar de serem menos importantes que o valor de uma pessoa, elas são feitas por uma pessoa que lhes atribui um valor, ou seja, confere-lhes uma determinada característica à qual coloca uma condição para aquisição ou existência. A um objeto é conferido valor por quem o cria ou por quem o deseja, numa pessoa esse valor deve primeiro existir implicitamente, mas sendo também atribuído pelos outros.

A aceitação do valor próprio

O nosso valor é muitas vezes mal entendido. Por um lado podemos não conseguir atribuir-lhe a apreciação correcta, por outro, podemos não compreender o que faz de nós pessoas com valor. Este tipo de autodesvalorização ou incapacidade de valorizar, vem da falta de ensino social que temos e da colocação correta dos valores humanos. O simples exemplo é que muitas pessoas dizem “eu ter valor? Valor tinha a Madre Teresa de Calcutá, eu não faça nada comparado com ela”. Este tipo de afirmação tanto poderá revelar uma falsa modéstia para tentar alcançar a valorização por parte de outra pessoa, como poderá revelar uma genuína incapacidade de encontrar e validar o seu próprio valor.

Se queres considerar-te com valor, não queiras desvalorizar o outro.

A aceitação de que o outro também tem o seu valor

Olhar para o outro e saber que tem valor é importante, mas nem sempre fácil. Estamos habituados a comparar e isso umas vezes traz sentimentos de inferioridade e outras vezes, superioridade. Temos sempre julgamento porque fomos ensinados, mesmo que indirectamente, a julgar e a valorizar, ou melhor, desvalorizar. “Que disparate de roupa…”, “Sempre atrasado…”, “Que básico…”, “Não sabes ver que preciso…”, “Aquele carro é melhor…”, “Tem um relógio novo…”, entre muitos e muitos outros julgamentos, que por vezes nem nos passa pela cabeça que fazemos.

De facto, da boca para fora, até podemos dizer que aceitamos e valorizamos, mas muito enraizada em nós, está uma cultura de depreciação e desvalorização.

Alcançar e reconhecer o valor do outro, é algo que depende da aceitação do nosso próprio valor, assim alcançamos a equidade e a equanimidade. Compreendemos que todos estamos cá para o mesmo, para viver e que a vida convém que seja feita de uma forma mais feliz e pacífica. Todo o nosso trabalho, é o vivermos esse caminho de vida. Para eu reconhecer no outro valor, sem dúvida que tenho que reconhecer em mim mesmo valor.

Aceitar que o valor individual de cada um é diferente é importante, mas devemos alargar essa visão para o valor que cada um leva à comunidade e à sociedade, se o fizermos, teremos um exercício mais fácil para compreender e aceitar, para valorizar o valor oculto que cada um tem.

E se não nos souberem valorizar?

Se não te souberem valorizar, não te preocupes, lembra-te dos cinco princípios e destes três aspectos sobre o valor. Tu sabes o que representa o valor, tu sabes e aceitas o teu valor próprio e se o outro não aceita o teu valor, então é uma aprendizagem que ele terá que fazer.

Não podemos mudar o mundo, mas podemos mudar a forma como o encaramos e a forma como nele vivemos. Assim como a raiva que nos queima pela desvalorização, podemos também ficar queimados por nos deixarmos envolver por essas situações. Valor é um bem precioso, saber valorizar é uma virtude.

Livros de Reiki para prendas de Natal ou para um bom início de Ano Novo

Se este Natal quiseres oferecer livros de Reiki para quem queira aprender, ou para quem esteja no seu processo de vivência, ficam aqui algumas sugestões para que possas escolher da melhor forma possível. Além disso, incluo também um livro de filosofia budista, bastante prático e acessível.

Livros de Reiki para este Natal

Um Manual para Mestres de Reiki

Reiki – A Energia Universal. Se és Mestre de Reiki ou estás a pensar vir a sê-lo ao longo do teu caminho de prática, este é um livro que te pode auxiliar a ter várias considerações sobre os aspetos do ensino e da vivência em Reiki. Todo o livro está feito segundo a perspetiva de como transmitir os ensinamentos, fazendo para isso uma revisão de toda a prática de Reiki ao longo dos vários níveis. Neste livro, partilho também o Reiju, o empoderamento espiritual.

Manual de Reiki para Todos os níveis

O Grande Livro do Reiki. De forma a teres todos os ensinamentos que devem ser adquiridos ao longo dos quatro nível do Usui Reiki Ryoho, este livro vai guiar-te até mesmo na preparação para a passagem entre cada nível. De uma forma singular, explica também o que é Reiki e como te podes preparar para a tua aprendizagem, sendo por isso também um livro recomendado a quem não é praticante.

A filosofia de vida, meditação e os valores do método

Reiki Guia para uma Vida Feliz. Os 125 poemas do Imperador Meiji, o aprofundar dos preceitos do Usui Reiki Ryoho, formas de meditar com Reiki e como te iniciares no voluntariado, são alguns dos temas deste livro que te ajudará a compreender melhor porque Reiki está bem além de apenas uma prática terapêutica. O desenvolver da consciência e os valores que o Mestre Usui nos passou, são ferramentas importantes para o nosso caminho para uma vida pacífica e feliz.

As técnicas e os conceitos do Usui Reiki Ryoho em prática

Reiki para o Corpo e a Mente. Se quiseres compreender melhor e aplicar as técnicas na tua prática de Reiki, estas 55 cartas vão ajudar-te a criar uns planos de trabalho bastante interessantes, que envolvem também os cinco princípios, os poemas do Imperador Meiji, os símbolos de Reiki e ainda mais algumas surpresas. É sem dúvida essencial para quem fica saturado do autotratamento ou pretende mesmo compreender e aprofundar a prática.

O aprofundar da prática terapêutica

Reiki Guia do Método de Cura. Se pretendes desenvolver o conhecimento sobre o Byosen, as partes que constituem uma sessão de Reiki e técnicas para o tratamento a outros, então este livro poderá dar-te boas orientações. Nele está também, integralmente, o Manual de Terapia Reiki da Associação do Mestre Usui, traduzido do japonês para português.

Os valores da ética budista colocados de uma forma simples

Ser Bom – Ética Budista para o dia a dia, é um livro do Venerável Mestre Hsing Yun, que nos traz a perspetiva budista sobre como melhorar a nossa forma de estar na vida, através de ensinamentos simples, acessíveis. Esta é uma ferramenta essencial e muito direta para a melhoria da nossa tomada de consciência, para uma vida mais feliz. (Nota: A prática de Reiki não está associada ao Budismo).

Podes ler aqui os excertos de cada um destes livros…

Programa de Cinco Dias de Reiki para as Relações Humanas

De 18 a 22 de Dezembro de 2017 iremos realizar um programa diário, através do envio de email, gratuitamente sobre o tema “Cinco Dias de Reiki para as Relações Humanas”.

Programa de Filosofia de Vida para as Relações Humanas

O entendimento é essencial para uma boa comunicação e para uma vivência em sociedade harmoniosa. A filosofia de vida que o Mestre Usui nos deixou, dá-nos ferramentas para observarmos melhor o nosso comportamento, expetativas e formas de lidar construtivamente com os outros. Sem relações humanas, pouco crescemos.

Nesta altura do ano, tão importante para muitos, a Associação Portuguesa de Reiki pretende auxiliar-te a teres dias mais felizes e em harmonia.

Para receberes estes emails é simples, segue este link…

Que tenhas muitos dias felizes.

Meditação

CENIF com novo Curso de Meditação Terapêutica

Em Fevereiro de 2018 iremos iniciar um novo Curso de Meditação Terapêutica, ao longo de seis meses para quem queira aprender a meditar, ou mesmo desenvolver a sua prática e saber.

A importância da meditação

Em todas as culturas sempre houve uma necessidade de pausa, de observação, de controlo da mente e coração. No ocidente abordou-se mais o estado contemplativo, até ser perdido por questões ideológicas, religiosas e pelo atual stress e estímulo da vida quotidiana. No oriente, cultivou-se o “apenas sentar“, a elevação da consciência, que se refletiram em práticas como o Zen, Yoga, Taoísmo, Usui Reiki Ryoho e muitas outras…

Uma das razões para se meditar é o alívio do sofrimento. Como Sylvia Boorstein dizia “A vida é dolorosa, mas sofrer é opcional”. A meditação é um encontrar de espaço e de tempo que nos permite adquirir consciência e compaixão. Não é algo feito pelos outros, ou para os outros, é algo que apenas nós podemos fazer por nós mesmos e que apenas nós podemos alcançar o nosso próprio potencial. Tendo cultivado em nós boas sementes e criado condições para ter um “terreno” fértil, partilhamos com os outros os frutos do nosso crescimento, harmonia e bem estar.

Um estudo recente revela que uma prática continuada da meditação ajuda ao desenvolvimento de transformações positivas na estrutura do cérebro. A meditação é uma prática que nos auxilia a ganhar o controlo de nós mesmos e de viver de uma forma mais harmoniosa, compreendendo a importância dos valores universais e da harmonia entre todos.

 

Meditação muda estrutura do cérebro

Um estudo orientado pela Drª Sara Lazar indica que seguir um programa de meditação traz modificações mensuráveis nas regiões do cérebro associadas à memória, auto percepção, empatia e stress. Este foi o primeiro estudo a apresentar resultados na mudança ao longo do tempo, na matéria cinzenta do cérebro, um trabalho realizado por investigadores de Harvard, no Massachussets General Hospital.

Uma comprovação sobre a meditação e os seus efeitos

Apesar da prática da meditação estar associada com um sentido de paz e relaxamento físico, os praticantes têm vindo a indicar que a meditação também produz benefícios cognitivos e psicológicos, que persistem ao longo do dia. – Sara Lazer.

Este estudo foi também importante porque demonstrou que os praticantes de meditação não estão apenas bem porque estiveram tempo a relaxar, mas sim porque realmente ocorreram diferenças estruturais no cérebro. Os participantes neste estudo nunca antes tinham feito meditação. Para o estudo, foram realizadas ressonâncias magnéticas da estrutura do cérebro, antes e depois de realizares um programa de oito semanas de Mindfulness-Based Stress Reduction, no University of Massachusetts Center for Mindfulness. Neste estudo, participaram 16 pessoas.

Além dos encontros mensais, que focavam-se na prática de atenção ao não julgamento de sensações, emoções e estado da mente, os participantes receberam gravações que os guiavam na prática, sendo pedido que mantivessem um historial de quanto tempo praticaram ao longo do dia.

Para despistagem, foram também realizadas Ressonâncias Magnéticas a pessoas que não meditavam, no mesmo intervalo de tempo.

 

Sobre Sara Lazar

É investigadora associada em Psiquiatria no Massachusetts General Hospital
Professor Assistente em Psicologia, Harvard Medical School.
O foco da sua pesquisa é elucidar sobre os mecanismos neurais atribuídos aos efeitos de yoga e meditação, em ambientes clínicos e em indivíduos saudáveis. É uma contribuidora do livro Meditation and Psychotherapy (Guilford Press). Pratica Yoga e Mindfulness desde 1994. A sua pesquisa foi apresentava por vários centros de notícias, como: The New York TimesUSA Today, CNN, e WebMD, o seu trabalho foi exposto no Boston Museum of Science.

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