Projeto Reikilibra da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto ganha prêmio internacional
No dia 9 de maio, em Lisboa, o projeto de extensão Reikilibra recebeu os Prêmios Cátia Arnaut e o Helena Tempera.
Aprofessora Amanda Margatho e a pós-doutoranda Mariana Borges, ambas da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP, foram premiadas durante o 17º Congresso Nacional de Reiki, realizado no dia 9 de maio, em Lisboa, Portugal. As pesquisadoras coordenam o projeto extensionista Reikilibra USP, que recebeu o Prêmio Cátia Arnaut, voltado a iniciativas de inovação com reiki em instituições de saúde, e o Prêmio Helena Tempera, destinado a projetos que valorizam a presença do reiki em instituições de ensino.
Segundo Amanda e Mariana, o reconhecimento internacional destaca a contribuição do Reikilibra USP na promoção da saúde e do bem-estar da comunidade acadêmica, de profissionais da saúde e da população atendida pelas ações extensionistas do projeto.
Além das premiações concedidas às pesquisadoras da EERP, o congresso, promovido pela Associação Portuguesa de Reiki, homenageou profissionais da saúde, voluntários e projetos desenvolvidos em diferentes cenários de cuidado, como hospitais, instituições sociais, universidades e ações comunitárias.
Reikilibra USP
Desenvolvido na EERP, o Reikilibra USP atua na promoção da saúde física, emocional, mental e espiritual da comunidade acadêmica e da população externa por meio de atendimentos individualizados, oficinas, participação em eventos e ações educativas voltadas às Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Pics), com foco no reiki.
Reconhecido oficialmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2017, o reiki é uma prática terapêutica integrativa que busca promover equilíbrio energético e bem-estar. A iniciativa da EERP se destaca pela acessibilidade, baixo custo e reduzido impacto ambiental, além de estar alinhada às diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e à Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC).
As sessões são realizadas no Laboratório Ligiê, ambiente preparado para práticas integrativas e conduzido por estudantes, docentes e servidores técnico-administrativos certificados como praticantes de reiki. Além dos atendimentos individuais, o grupo também promove atividades de divulgação científica e educação em saúde em redes sociais, eventos acadêmicos e ações comunitárias.
Entre janeiro de 2024 e abril de 2025, o projeto realizou 1.470 atendimentos, além de ações externas em atividades como semanas de recepção de calouros, eventos promovidos pela Secretaria Municipal da Saúde de Ribeirão Preto, simpósios de humanização e atendimentos em unidades de atenção psicossocial.
*Estagiário sob supervisão de Rose Talamone
Fonte: Jornal USP