Podcast Farol Lusitano – Despertar
A 26 de julho tive o privilégio de conversar com Carlos Canha e Ana Alves, do Farol Lusitano, sobre o tema despertar e a vivência do Budismo ao longo do meu percurso. São partilhas da minha vivência e apenas perspetivas que tenho adogmáticas, sem um cariz religioso, mas profundamente enraizadas como filosofia de vida.
O meu agradecimento a estes queridos entrevistadores e também a toda a equipa de produção. Desejo sinceramente que o Farol Lusitano continue a despertar, esclarecer e cumprir o seu propósito.
O que é o Farol Lusitano
O Farol Lusitano nasce com o objetivo de acender a Luz da espiritualidade filosófica no seio lusitano para estender a corrente da descodificação da realidade e do autoconhecimento, com vista a despertar novas consciências e assim gerar seres emancipados. Ao mesmo tempo, esta melhoria da consciência passa também por um melhor entendimento da história, cultura e função da língua portuguesa.
O desafio foi lançado por Jan Val Ellam e Rui Fonseca, sob a alçada dos fatores acima descritos, a um grupo de pessoas no âmbito da Revelação Cósmica (RC) e do que ela expõe – Novas Sementes de Reflexão à luz de um antigo conhecimento escondido e esquecido que necessita urgentemente de ser resgatado, retrabalhado e ampliado para poder dar ao Ser Humano uma nova Consciência Cósmica e terrena, que será necessária para os muitos desafios que já hoje enfrentamos de forma encoberta e de forma aberta, e para os quais esta humanidade se encontra totalmente impreparada.
Importa, e muito, sublinhar que a RC não é dogmática, não pontua verdades, mas antes sementes de reflexão, e é absolutamente livre e insubmissa! Obedece, sim, à DIGNIDADE esclarecida e a Valores Supremos da Consciência. Para tanto e para que fique claro, a RC não tem hierarquias nem ritos nem iniciações, mas exige de cada ser um esforço profundo no campo da reforma íntima para o caminho da dignidade.
E perguntamo-nos: será “mais uma treta?” Não, de todo. A RC olha para a Ciência, para a História, para a Filosofia antiga, para as Mitologias de todo o planeta, para as Revelações da história, e ‘abre-as’ e concilia-as, gerando um Novo Saber que visa permitir ao Ser Humano olhar de frente para o sentido oculto da vida, para que possamos assumir a nossa responsabilidade, não só ao nível planetário, mas também cósmico.
São-nos caras figuras como Vyasa, Siddhartha Gautama – o Buda, Patañjali, Lao Tsé, Aurobindo Ghose, Mahatma Gandhi, e algumas mentes lusitanas proeminentes.
Então, o Farol Lusitano procura escutar vozes das mais diversas correntes com o intuito de criar reflexões.
Existe ainda um importante vetor ao qual o Farol Lusitano se propõe: o de explorar a ancestralidade ibérica, a nossa cultura espiritual, e o de fazer brotar a importância da língua portuguesa.


