A importância de equidistância na bondade
A bondade é o nosso quinto princípio, mas porque devemos ter em mente uma necessidade de equidistância nos nossos atos bondosos e o que realmente isso nos traz de profunda aprendizagem na vida. Equidistância significa a mesma distância entre dois pontos, para tal, há algo no meio que serve de referência e quais as extremidades?
Saber criar equidistância na bondade
As extremidades da bondade somo nós mesmos e os outros. A bondade é o centro do nosso coração, é o amor que soubemos desenvolver pelo bem maior, é o que nos faz mover como seres humanos. Pela nossa educação, dirigimos a bondade para com o outro, movemo-la na direção do outro, mas isso também nos leva a nos esquecermos de nós mesmos.
Mas isso, muitas vezes, cria na nossa vida grandes desequilíbrios. Acabamos por dar tanto que há algo que parece que fica a faltar, e podemos mesmo sentir a necessidade de o exigir. Mas, se soubermos ser equidistantes na bondade, ou seja, colocar o tanto no outro quanto colocamos em nós mesmos, estamos a saber levar uma vida de harmonia, de serenidade e autorealização, pois não só nos preenchemos com o que mais precisamos, como também o fazemos com os outros e isso traz um sentir de cumprimento.
A prática de Reiki pede-nos isso mesmo, uma profunda capacidade de olhar, de observar onde estamos e onde o outro está. Reiki pede-nos ação e também contemplação, pede-nos dar e receber. O tudo que somos para os outros, devemos ser também para nós.


