Como aferir a nossa humildade na prática de Reiki aos outros?
A humildade é sempre um conceito que mais traz dores de cabeça que contentamento, pela interpretação rígida que por vezes tem. Se encararmos humildade como sendo a nossa capacidade de conhecer limites de nós, dos outros, e da vida, daquilo que sabemos e fazemos e de sabermos agir por um bem maior. Como se aplica isto à prática de Reiki?
A humildade na prática de Reiki
Se tens tido resultados muito positivos na tua prática, isso é excelente. Se ficas contente por esses resultados, isso é excelente. Se te deixas levar por esses resultados, aí já não é excelente. O que isto quer dizer?
É fabuloso encontrarmos algo de melhor no outro quando recebe Reiki, e termos contentamento por isso não faz de nós piores pessoas, mas sim alguém que tem contentamento no bem do outro e do trabalho que faz com amor e dedicação.
A questão que nos pode fazer chamar a atenção a equilibrar os pratos da balança da humildade, é quando por um lado achamos que nós é que somos os responsáveis pelo bem-estar do outro e que curamos.
Então… como perceber o que realmente acontece na prática de Reiki. Na verdade é o corpo da pessoa que requisita a energia e não a nossa vontade que a faz fluir. Assim como é o corpo da pessoa, toda a sua dimensão como sistema vivo, que tem uma reação a essa energia.
E qual é o nosso papel? Em termos de energia – o de fluir a energia no local que é requisitada; o de lidar mais rapidamente com os bloqueios; o de dar resposta à comunicação empática.
E por outro lado, temos um papel imensamente importante no estarmos ali para a pessoa, no escutarmos e até auxiliarmos com os cinco princípios. Temos um papel fundamental neste caminho, neste percurso terapêutico com a pessoa, isso é inegável. Tudo o resto… é com a pessoa.


