O teu bom pensamento também pode ajudar

Quando a nossa mente se encontra sobrecarregada pela preocupação, então o teu bom pensamento poderá ajudar.

Mas como podes criar este antídoto maravilhoso para a tua vida e também para a dos outros?

A compaixão e um bom pensamento

A preocupação surge com um pensamento apegado a uma situação na qual parece desconhecer-se como resolver. Por um lado há uma falta de confiança em nós mesmos, mas também poderá haver em relação aos outros e à própria vida. Mas a preocupação não é necessariamente má, ela pode ajudar-nos a equilibrar o nosso percurso, para que não sejamos demasiado indulgentes ou inconscientes das situações.

A questão está quando a nossa mente começa a ficar entupida com os efeitos da preocupação. Mais e mais pensamentos vão surgindo e com eles, emoções. A determinada altura, ficamos comprometidos… atolados com tantos pensamentos e emoções a gerir.

Falta-nos uma pequena luz que iluminará todos eles – um bom pensamento.

Criar um bom pensamento

Para criar um bom pensamento precisamos sentir que somos merecedores de o ter. Parece estranho?

Quantas vezes nos tentamos convencer de que merecemos ser felizes ou saudáveis, que merecemos ter paz e tudo de bom, mas o que escutamos são apenas palavras?

Então este merecimento vem do cultivo da compaixão. Isto é, o saber que também nós merecemos ser libertados do nosso próprio sofrimento.

Este bom pensamento vem da compaixão… é um desejo profundo de bem querer. Vamos experimentar?

  1. Senta-te confortavelmente e permite-te sentir o prazer de estares contigo mesmo;
  2. Coloca as mãos numa posição confortável e vai relaxando o corpo;
  3. Leva a atua atenção até à respiração, sente o ar que entra e sai, tranquilamente do teu corpo;
  4. Quando quiseres, assim como sentes o ar puro que entra para o teu corpo, diz… “Eu estou bem”;
  5. Sente cada uma destas palavras, como se fossem um bálsamo para a tua dor
  6. “Eu sou capaz, tudo vai correr bem”;
  7. Sente em ti que tens os recursos para resolver a tua questão, ou mesmo que tens a capacidade de pedir ajudar se for necessário;
  8. Vai repetindo tranquilamente, sentindo estas palavras a ecoarem em ti, com paz, enraizando-se no teu ser e no teu dia;
  9. Quando quiseres terminar, agradece.

O importante não é o sofrimento, mas sim como o ultrapassamos, como chegamos a nós mesmos para chegarmos aos outros. O sofrimento faz parte da nossa vida e estamos cá para lidar com ele.

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