A prática de Reiki e bebidas alcoólicas

Hoje em dia temos um sentimento divergente sobre as bebidas alcoólicas – os médicos indicam que um copo de vinho não faz mal, que uma cerveja até ajuda em algumas questões.

Por outro lado, sabemos que os excessos são perturbadores e podem prejudicar não só o nosso bem estar físico, mental e emocional, como também prejudicar gravemente os outros.

Reiki e bebidas alcoólicas – beber ou não beber

O princípio fundamental da prática de Reiki é o de encontrarmos uma grande harmonia com a vida, de a conduzirmos para um caminho feliz e pacífico.

Mais ainda, o Mestre Usui indicava que devíamos elevar a vibração do nosso ser, para fortalecer o nosso próprio Reiki, ou seja, a nossa própria energia vital.

Quando bebemos bebidas alcoólicas várias coisas acontecem em nós e claro, variantes de pessoa para pessoa. Desde o relaxamento à perda de consciência, desde a força física ao entorpecimento do corpo.

Na nossa cultura e não há tanto tempo assim, comiam-se as sopas de cavalo cansado e se não as houvesse, muitas pessoas não teriam sobrevivido à carência alimentar, nestas situações ninguém pode julgar ou criticar, faz-se o melhor com o que se tem, é um instinto de sobrevivência.

Hoje em dia, vemos crianças de 12 anos em coma alcoólico no Bairro Alto e aqui sim, vemos um erro. É uma opção feita em consciência, mas é uma opção sem maturidade e com consequências graves.

Na prática de Reiki, compreendemos que não nos devemos intoxicar, mas se me derem a escolher entre beber um copo de vinho ou ter um mau pensamento, então que se beba um copo de vinho.

Quando compreendemos que o crescimento também implica saber viver na vida e não ausente dela, compreendemos que muitas coisas fazem parte e que elas não são más. Por exemplo, podemos considerar o dinheiro a causa de muitos males, mas na verdade o dinheiro é neutro, quem o usa é que o pode fazer para coisas boas, grandiosas, ou para coisas más e prejudiciais.

Da mesma forma, um copo de vinho ou de cerveja é neutro, tu saberás se te irá fazer bem ou mal, a ti ou aos outros devido às tuas ações, mas antes de nos questionarmos sobre estes temas com perspetivas radicais, devemos debruçar-nos sobre a qualidade dos nossos pensamentos, o nosso julgamento e a rigidez que temos na vida.

Sabemos aceitar a vida, a alegria dos outros, ou tudo tem que ser como nós achamos que deve ser?

Se cometemos erros a beber, não quer dizer que outros o façam também, não devemos ver toda a vida segundo o filtro das nossas situações.

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  1. Ana Paula correia

    Gratidão mestre