A obsessão pela felicidade e será que os praticantes de Reiki são tolinhos?

A obsessão pela felicidade é um tema que se manifesta insconscientemente pelos vários media. Várias publicidades televisivas remetem-nos a bons momentos, a união, a felicidade. Desde medicamentos a produtos de seguros, passando por carros e muitos outros segmentos.

Se a obsessão pela felicidade é uma razão, porque será que ela acontece e porque se há-de considerar pejorativamente um praticante de Reiki?

Reiki, praticantes de Reiki e a obsessão pela felicidade… ou talvez não

Um bom Mestre de Reiki explica claramente que Reiki nada tem a ver com promessa de cura e que não é uma espécie de pó mágico que de repente traz felicidade à vida da pessoa, como se fosse um “Tang” instantâneo.

Essa clarificação vem do entendimento da Missão que o Mestre Usui nos legou e também dos seus preceitos.

“A missão do Usui Reiki Ryoho é guiar para uma vida pacífica e feliz, curar os outros, melhorar a felicidade dos outros e de nós mesmos”. – Mikao Usui

Quando falamos da “Arte Secreta de Convidar a Felicidade“, não estamos a falar de usar um colar que vai trazer felicidade, entoar umas palavras mágicas ou ver um filme. Estamos sim a constatar que ao longo de toda a nossa vida, se queremos um percurso que nos guie a uma vida mais pacífica e feliz, precisamos firmar, sempre com uma atitude de momento presente, as seguintes atitudes.

  1. Sou calmo

    Ao longo dos vários momentos quotidianos, ser capaz de lidar com harmonia as diferentes situações que nos são exigentes emocional e mentalmente, sabendo também levar essa harmonia aos outros.

  2. Confio

    Construir uma autoconfiança positiva e não alicerçada num sentimento de superioridade perante os outros.

  3. Sou grato

    Compreender a sua própria vida e qual o rumo que está a tomar.

  4. Trabalho honestamente

    Ter uma boa consideração pelos outros e por si mesmo, sabendo perseverar nas coisas que há a fazer.

  5. Sou bondoso

    Edificar uma vida onde se consegue distinguir a nossa necessidade das necessidades dos outros, com uma compreensão clara da capacidade de entreajuda e também do que pretendemos com essa ajuda.
    Ser bondoso requer uma grande dose de sabedoria, que só se constrói através da vivência.

Parece tão simples que talvez seja por isso que algumas pessoas catalogam os praticantes de Reiki como “tolinhos”. Na verdade, estes cinco princípios demonstram-se incríveis provações. Por exemplo:

Quando entramos em conflito com um colega de trabalho. Será fácil manter a calma perante tantas situações de importúnio? Ou conseguiremos manter a autoconfiança quando tantos nos tentam diminuir continuamente?

Estes são apenas os dois primeiros princípios, para não falar dos restantes três.

Será que, então, os praticantes de Reiki vão praticar por uma obsessão pela felicidade, ou sabem que apenas estão a construir, através de várias ferramentas, a sua capacidade de gerir melhor as condições internas e externas da vida?

É uma questão que cada um poderá colocar a si mesmo, ao longo de vários anos de prática.

Reiki é exigente e tem uma aplicabilidade em todos os momentos da nossa vida quotidiana.

No livro Reiki Guia para Uma Vida Feliz, poderás compreender de forma mais aprofundada, o que é a prática de Reiki direcionada para a filosofia de vida e para um caminho de construção para uma vida pacífica e feliz.

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