Uma aplicação ainda pouco incomum é a de Reiki em transplantes, ou seja, a aplicação da energia em pessoas que receberam um órgão ou parte do corpo físico que é de um terceiro. Vamos ver como o poderemos fazer de uma forma simples.

A aplicação de Reiki em transplantes presencial ou à distância

Quando uma pessoa recebe um transplante, há todo um cuidado incrível que comprova o avanço maravilhoso da medicina e ciência, para o cuidado da pessoa e para a melhoria da sua saúde e vida. Quando algo estranho, apesar de compatível com a pessoa, é colocado, o nosso corpo poderá ter uma boa reação ou, infelizmente, uma reação de incompatibilidade e, quem sabe se a aplicação de Reiki não poderá ajudar?

Do ponto de vista energético, contemplamos o corpo da pessoa como um todo. Quando algo que não pertence a esse campo energético é colocado, tem que haver um processo de homeostasia, tal como acontece com o corpo físico. Vamos imaginar um rim. É como se todo o corpo tivesse uma energia de cor amarela e o rim fosse de cor azul, parece destoar (estou a falar hipoteticamente) de todo o conjunto. A sua vibração energética, que percebemos através do byosen é também diferente do resto do corpo. Então qual o nosso trabalho?

Aquilo que um praticante de Reiki pode fazer é colocar a intenção de trazer harmonia e equilíbrio a todo o corpo energético da pessoa, para que tudo seja bem aceite, integrado e a pessoa esteja como uma. É como se a energia fosse toda uniforme.

Na prática presencial, não coloques as mãos em cima do local, trabalha mais no campo da aura e vai movimentando as mãos suavemente, como se fosse alisando a energia e tornando-a toda comum.

É também importante visualizares que a energia circula por todo o corpo, saindo pelas mãos e pés, o que ajuda a que a energia não crie inflamações ou estagnações.

Claro que é um processo muito intuitivo, com grande uso da imaginação e visualização, mas este é o conceito da energia – algo de diferente harmonia, no nosso corpo, precisam os dois de ter a mesma harmonia.