Quando praticas Reiki será que podes absorver ou enviar más energias?

A questão é muito relevante, com grande fundamento e, infelizmente, é real. Sim, pode-se absorver ou enviar energia que não seja muito boa, mas isso nada tem a ver com Reiki.

Em qualquer segundo da nossa vida há sempre interação energética com os outros e com os objectos, sempre, sem excepção alguma. Claro que temos uma determinada qualidade energética e queremos sempre manter as coisas nesse nível ou melhor ainda, se possível. Nem sempre é possível porque a chamada “troca” energética existe para o nosso crescimento e o dos outros, é como um processo de simbiose, necessitamos uns dos outros.

Se tens maus pensamentos, estás a enviar má energia. Se comes má comida, estás a gerar má energia. Se tens más acções, estás a gerar má energia.

Ao fazer o tratamento de Reiki a alguém e se essa pessoa tiver energia densa, o que será muito provável, tu poderás ter uma interacção entre a tua energia pessoal e a energia da pessoa. Tal é muito natural, mesmo que tenhas feito as técnicas de limpeza e te consideres protegido, pois há sempre algo que serve para nos trazer uma lição. Ao absorveres essa energia para ti, tem em atenção qual é o chakra que a “absorve”, pois esse será o ponto que terás que corrigir. Centra-te, reforça o enraizamento e a ligação à energia. Lembra-te que isto não acontece porque praticas Reiki mas sim porque é um processo natural entre pessoas. Foca-te na prática, no fluir da energia e isso também ajudará a que não absorvas.

Sobre um “terapeuta” enviar má energia, tal não acontece com Reiki mas sim se a pessoa estiver apenas a usar a sua própria energia. Ou seja, Reiki é a energia vital que existe em todo o lado, portanto nada tem a ver com má energia. Esse tipo de partilha energética apenas acontece se a pessoa está demasiado centrada nos seus próprios problemas e não teve cuidado com o autotratamento, limpeza energética e prática dos cinco princípios. Os princípios são a nossa base ética e é muito explícito que se não tiver a capacidade para cuidar do outro, não o devo fazer.