Reiki ajuda-nos a compreender quem somos

Ao praticarmos o que o Mestre Usui chamou de “A Arte Secreta de Convidar a Felicidade“, encontramos o espaço, tempo e as linhas guias que nos ajudam a compreender quem somos. Mas porque será que uma prática de trabalhar com a energia nos pode conduzir a essa autodescoberta e transformação pessoal?

Reiki, ou melhor o Usui Reiki Ryoho, não é apenas uma prática terapêutica, um cuidar dos outros através da energia, é em primeiro lugar uma forma de estar, uma transformação pessoal com cinco princípios e técnicas de meditação e autotratamento.

É muito curioso conseguirmos mudar a perspectiva sobre Reiki, colocar como etapa secundária o deixar fluir a energia e olhar para a filosofia de vida. A importância de seguirmos uma filosofia é subjacente à necessidade que temos de verdadeiramente nos mudarmos se queremos alcançar a harmonia e equilíbrio. É como ficar doente por ter uma má alimentação, procurar tratar mas não mudar a alimentação. Muitas das questões que temos requerem mesmo uma verdadeira mudança de consciência e podemos fazê-lo com os princípios.

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Podemos então reflectir, através da filosofia de vida, o que o Mestre Usui pretendia quando indicou que Reiki é “Para a melhoria do corpo e da mente“:

Só por hoje – praticar no momento presente, com disciplina e consciência;

Sou calmo – promover a harmonia e equilíbrio interior, compreender as necessidades do corpo e da mente. Saber que tudo tem um tempo;

Confio – Saber que somos capazes de todas as resoluções, que podemos realizar até o impossível compreendendo que para isso precisamos criar condições que surgem com uma prática cada vez mais consciente e sábia;

Sou grato – Agradecer as grandes lições da vida e compreender que muitos caminhos nos levam à felicidade. Por vezes o momento mais desagradável é aquele que nos traz liberdade;

Trabalho honestamente – Ser sempre verdadeiro, principalmente contigo mesmo;

Sou bondoso – Compreender que a bondade traz uma riqueza inigualável para a vida e compreender que ser bondoso não significa ser maltratado, mas sim ter a gentileza necessária para recusar o que não será bom para nós e para todos. Ajudar a tirar o sofrimento e dor dos outros, fazendo também o mesmo por nós próprios.

Quando praticamos com esta profundidade, compreendemos melhor quem somos, para onde vamos e de que forma.

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