A Associação do Mestre Usui, a Usui Reiki Ryoho Gakkai, pelas mãos do seu presidente Toyokazu Kazuwa publicou um pequeno livro que condensava os ensinamentos mais importantes do Usui Reiki Ryoho. Um deles é o conjunto dos cinco princípios. Ser bondoso é o quinto e envolve todos os outros, para uma prática constante, na construção de uma vida harmoniosa e feliz. A bondade requer de nós muita consciência. Como Toyokazu Kazuwa diz, não é o dar dinheiro que importa ou o termos a sensação que fizemos algo. É sim envolvermo-nos, acreditarmos, criarmos e participarmos. A bondade não surge de um dia para o outro, nem num evento grandioso mas sim na tua constante mudança de mente e coração, para um bem comum.

Sê bondoso

Recentemente vi algumas pessoas que faziam algo de útil para os outros sob o nome de «Campanha da Pequena Ajuda». Devemos apreciar que existimos como parte da sociedade e da natureza e que para sermos reconhecidos como grandes membros da nossa sociedade, primeiro devemos estabelecer-nos. Ninguém consegue impressionar-se a si mesmo ou viver por si mesmo.

Podes estabelecer-te apenas com outras pessoas, assim uma sociedade será realizada e um sistema social será desenvolvido. Assim, os que são extremamente egoístas são considerados destrutivos para a sociedade.

Como existes graças aos outros, deves ser bondoso para com os outros justamente como os outros são gratos para contigo. Aqui devo apontar que ser bondoso deve vir dos teus pensamentos sentidos. Muitos dizem «eu não sou rico por isso não posso dar-me ao luxo de ser bondoso» – isso é errado. Auxiliar com dinheiro é uma parte da tua bondade mas apenas ajudar com dinheiro ou presentes pode fazer-te sentir que fizeste algo, querendo algo em troca. Ajudar materialmente faz frequentemente as pessoas agirem de forma hipócrita. Deves ter em mente que um conselho útil ou um aviso pode ser de maior ajuda que muito dinheiro.

O princípio «sê bondoso» ensina-nos que é nosso dever, como seres humanos, tentar o nosso melhor para ser bondoso com os outros, pois não podemos viver sem eles.