Dia mundial do doente – cuidar com Reiki

ppenfermos28011311 de Fevereiro celebra-se o dia mundial do doente, instituído por João Paulo II em 1992. Tal é a condição do ser humano nestes dias, que se torna cada vez mais doente, quando tem cada vez mais conhecimento e tecnologia ao seu dispor. Possivelmente a doença que assume a pessoa doente precisa de um outro olhar que não aquele que tem vindo a ser feito hoje em dia.

“A pessoa doente, além de cuidados terapêuticos, deve receber também cuidados humanos que rompem a solidão e oferecem ao enfermo a força anímica ao viver uma situação de grande dificuldade”. ~ João Paulo II

Que papel pode ter o Reiki e um praticante de Reiki na doença e no doente

Na Constituição da OMS saúde define-se como: ” o completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença”.  A prática de Reiki, que é complementar e não alternativa ou exclusiva, leva-nos exactamente a essa perspectiva de plenitude em todas as dimensões da pessoa, influenciando o seu meio social e todos aqueles que a envolvem. A prática simples de Reiki, que requer aprendizagem e constante desenvolvimento para que seja atingida “a arte secreta de convidar a felicidade”, é uma mais valia na profilaxia e no apoio dos percursos terapêuticos na doença.

A energia vital reequilibra a pessoa nos seus vários corpos – físico, mental, emocional e espiritual. Auxilia a encontrar o tempo e espaço necessários para que o próprio corpo dê resposta à sua alteração de saúde e à mente, para que encontre a harmonia necessária a auxiliar no processo. Este cuidado integrado do Reiki, advém da prática terapêutica, ensinada no primeiro nível com o autotratamento e da filosofia de vida que é um dos pilares fulcrais do Reiki, instituído em 1922. Juvenal declamava a “Mens Sana in Corpore Sano”, a mente sã num corpo são mas, o olhar muitas vezes deve ser não para o corpo, o sustentáculo da nossa vida mas para a mente a orientadora da disposição.

Quando temos vidas cada vez mais stressantes, com solicitações mais e mais exigentes e estímulos infindáveis, encontramos dificuldade e não deixar de assumir um papel doente. Precisamos cada vez mais olhar para a nossa atitude e vivência e o que nos diz o Reiki sobre isso?

Os cinco princípios – Só por hoje, sou calmo, confio, sou grato, trabalho honestamente, sou bondoso.

Ser doente, muitas vezes não é uma opção, não pode ser uma opção. À humanidade, cabe a grande responsabilidade de crescer verdadeiramente mas, na direcção da sua própria humanidade – bondade e compaixão. Compreender que a pessoa deve ser tratada como um todo é muito importante, é uma avaliação que deve ser cada vez mais tomada em consciência, pensando no bem comum.

Reiki e muitas outras terapias complementares são importantes. Trazem humanização e uma perspectiva holística, não invasiva no tratamento da pessoal. Procurar causas e não efeitos, chegar à pessoa e não ao conceito abstracto.

Celebrar o dia mundial do doente é promover o amor incondicional, a compaixão, a sabedoria da humanidade para que todos possamos viver em dignidade, com saúde.

Direitos dos doente:

  • O doente tem direito a ser tratado no respeito pela dignidade humana;
  • O doente tem direito ao respeito pelas suas convicções culturais, filosóficas e religiosas;
  • O doente tem direito a receber os cuidados apropriados ao seu estado de saúde, no âmbito dos cuidados preventivos, curativos, de reabilitação e terminais;
  • O doente tem direito à prestação de cuidados continuados;
  • O doente tem direito a ser informado acerca dos serviços de saúde existentes, suas competências e níveis de cuidados;
  • O doente tem direito a ser informado sobre a sua situação de saúde;
  • O doente tem o direito de obter uma segunda opinião sobre a sua situação de saúde;
  • O doente tem direito a dar ou recusar o seu consentimento, antes de qualquer acto médico ou participação em investigação ou ensino clínico;
  • O doente tem direito à confidencialidade de toda a informação clínica e elementos identificativos que lhe respeitam;
  • O doente tem direito de acesso aos dados registados no seu processo clínico;
  •  O doente tem direito à privacidade na prestação de todo e qualquer acto médico;
  •  O doente tem direito, por si ou por quem o represente, a apresentar sugestões e reclamações.

Deveres dos doentes

  • O doente tem o dever de zelar pelo seu estado de saúde. Isto significa que deve procurar garantir o mais completo restabelecimento e também participar na promoção da própria saúde e da comunidade em que vive;
  • O doente tem o dever de fornecer aos profissionais de saúde todas as informações necessárias para obtenção de um correcto diagnóstico e adequado tratamento;
  • O doente tem o dever de respeitar os direitos dos outros doentes;
  • O doente tem o dever de colaborar com os profissionais de saúde, respeitando as indicações que lhe são recomendadas e, por si, livremente aceites;
  • O doente tem o dever de respeitar as regras de funcionamento dos serviços de saúde;
  • O doente tem o dever de utilizar os serviços de saúde de forma apropriada e de colaborar activamente na redução de gastos desnecessários.

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