O nosso universo de dor

cool-candle-light-heartTodos somos um universo incrível, cheio de coisas boas mas, por vezes, encontramo-nos também num universo de dor e sofrimento. É importante compreendermos o universo de dor pois é acontece com todos nós. Nesta dor, podemos tornar-nos incrivelmente exigentes, querendo uma resposta às nossas necessidades, sem pensar no todo, no conjunto ou até nas necessidades dos outros.

Porque surge este universo de dor

“A maioria das pessoas tem medo de encarar e assumir o seu lado sombrio, mas é lá na escuridão que encontrarás a felicidade e a sensação de estares completo com que sonhas há tanto tempo. Quando usas o tempo para te descobrires por inteiro, abres as portas do verdadeiro esclarecimento. Uma das armadilhas da Era da Informação é a síndrome do “já conheço isso”. Com frequência, o conhecimento nos impede de viver a experiência no nosso coração. O trabalho com a sombra não é intelectual; é uma viagem da mente ao coração. Diversas pessoas que trilham o caminho do aperfeiçoamento individual acreditam que completaram o processo, mas são incapazes de ver a verdade sobre si mesmas. Muitos de nós almejam ver a luz e viver na beleza do seu eu mais elevado, mas tentamos fazer isso sem integrar todo o nosso ser. Não podemos ter a experiência completa da luz sem conhecer a escuridão. O lado sombrio é o porteiro que abre as portas para verdadeira liberdade. Todos devem estar atentos para explorar e expor continuamente esse aspecto do ser. Quer gostes ou não, sendo humano, tens uma sombra. Se não consegues vê-la, pergunta a alguém da família ou às pessoas com quem trabalhas. Elas vão indicá-la. Pensamos que as
nossas máscaras mantêm nosso eu interior escondido, mas, todas as vezes que nos recusamos a reconhecer aspectos nossos e quando menos esperamos, ele dá um jeito de erguer a cabeça e fazer-se conhecido.” ~ Debbie Ford

Quando a dor nos invade, acabamos por perder a distância e serenidade necessárias para avaliar as situações. A ansiedade surge, por vezes a confusão e a tristeza. Esta dor tem sempre origem em nós mesmos. É a nossa fragilidade em algo que se revela e que nos leva ao confronto. Se conseguirmos ter uma atitude construtiva, então olhamos para o interior e percebemos essa janela aberta. Se não conseguirmos essa atitude, iremos culpar os outros e as coisas – iremos exigir, permanecer em revolta e, nesse processo, de certeza que magoaremos quem estiver ao nosso redor.

A dor interior advém da fragilidade, do que ainda falta retificar, melhorar. Quando sofremos, entramos no contato profundo com nós próprios e a primeira camada que observamos é a das coisas que não estão bem

Transformar o universo de dor em harmonia

Felizmente existem muitos recursos para podermos transformar a dor em harmonia, o sofrimento em felicidade. Todos conjugados, darão muito mais possibilidade de ultrapassarmos as questões e transmutarmos este tipo de energia mais densa e atitude negativa em momentos de harmonia e leveza. Não nos podemos esquecer que somos um todo – corpo físico, mental, emocional e espiritual. Todos estes corpos são percorridos e influenciados pela energia. Por isso, se temos um desequilíbrio num deles, todos poderão ficar afetados, por isso, quando se trata de um devemos tratar de todos. O exercício físico, alimentação cuidada, o reforço de vitaminas, entre muitas outras coisas, é sempre um cuidado positivo para a nossa questão.

O que podemos fazer com Reiki?

Os cinco princípios

Os Gokai podem ser excelentes ferramentas para a sanação da dor, ou pelo menos para auxiliar no caminho de cura que fazemos, com Reiki. Medita com estes princípios e sente o que te fazem ressoar em relação à tua questão. Aceita a sabedoria de cada princípio e sente-o a fluir e a vibrar em ti. Retira-te em meditação com os princípios.

Acima de tudo percebe que se sentes a dor já é um momento incrível – conheces-te. Aprofunda essa relação contigo mesmo, cria os teus laços interiores e já será um passo fantástico para a cura. Lembra-te também de teres uma boa atitude para com os outros, eles também têm os seus maus momentos ou a pressão que lhes colocares poderá ser também prejudicial.

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