O Tao do Reiki

Descobrir, Desenvolver e Crescer com Reiki

A diferença entre uma consulta de Reiki e um autotratamento Reiki

Apesar de ser a mesma energia e de podermos utilizar os mesmos pressupostos numa consulta de Reiki e num autotratamento, existem muitas e significativas diferenças entre estas práticas e, desconhecendo isso, muitos praticantes de Reiki acabam por nunca terem realizado recebido uma consulta, chegando mesmo ao nível de Mestre. Mas será que é realmente importante fazer uma consulta de Reiki?

A diferença entre uma consulta de Reiki, um autotratamento e qual a sua importância?

O autotratamento de Reiki é uma técnica que o aluno aprende logo no seu primeiro dia de prática e é algo que deve ser mantido sempre, ao longo do tempo. Esta técnica permite-nos compreender melhor como estamos, ao nível da energia, trabalhar profilaticamente e desenvolver a nossa capacidade de percepção. Quando aliamos as técnicas e a filosofia de vida, a prática de autotratamento enriquece-se muito e traz grandes benefícios para o praticante, independentemente do seu nível.

A consulta de Reiki, quando realizada por um profissional experiente, pode auxiliar o praticante a ter uma perspetiva diferente da sua questão, levando-o a tomar consciência do mesmo, assim como auxiliar a ter harmonia e equilíbrio de uma forma diferente. Por exemplo, quando tens dores nos ombros pela tensão, experimentas massajar essa zona, mas se continua durante algum tempo, vais a um massagista ou tomas comprimidos. Ou seja, há a nossa capacidade de autotratamento e há, naturalmente, a procura de um terceiro, ou de uma solução auxiliar, para ajudar a restaurar o equilíbrio e harmonia.

Para que possas compreender melhor a diferença entre uma Consulta de Reiki e um autotratamento da prática, coloco aqui uma lista de algumas das diferenças entre um e outro.

Consulta de Reiki

Autotratamento Reiki

  • As percepções podem ser muito diferentes, saindo mesmo do byosen habitual que o praticante sente nas suas mãos;
  • O relaxamento poderá ser maior por estar entregue a outra pessoa e não ter que se focar em trocar de posições ou manter-se desperto;
  • O terapeuta tem uma prática maior que lhe permite aconselhar técnicas ou formas de realizar autotratamento que possam ajudar na questão do praticante;
  • Por vezes, o facto de pagar por algo é um incentivo à valorização e responsabilização por um percurso terapêutico;
  • O terapeuta pode auxiliar a desbloquear os canais energéticos de uma forma mais eficaz, pela sua experiência e perspectiva sobre a prática;
  • Tendo uma perspetiva holística e experiência na filosofia de vida do Usui Reiki Ryoho, o terapeuta pode auxiliar o praticante a encontra causas para as suas condições;
  • O terapeuta por vezes faz um trabalho duplo, tratando a pessoa e enviando Reiki para a situação, compreendendo as ligações que existem;
  • A terapia, em conjunto com questões bem colocadas, pode ajudar a pessoa ter insights, clareza sobre o que a leva à consulta de Reiki;
  • Entre muitos outros benefícios…
  • Por vezes pode ter sempre as mesmas percepções por não diferenciar a intenção ou estar focado na mesma questão;
  • O esforço para se manter desperto e atento às posições e ao que sente pode não trazer tanto relaxamento como numa consulta;
  • Por vezes o autotratamento torna-se “monótono” e o praticante pausa durante algum tempo;
  • Como a Energia está sempre disponível para o praticante, nem sempre valoriza esse benefício que tem e acaba por não praticar tanto quanto devia;
  • Por vezes um bloqueio no canal impede o praticante de compreender porque a energia não flui em si, fazendo parar a prática;
  • O praticante pode andar à volta das suas condições de desequilíbrio, mas não conseguir compreender de onde vêm as causas;
  • O praticante pode enviar Reiki para as situações, no entanto pode desconhecer as suas ligações;
  • A prática do autotratamento pode ajudar o praticante a ter uma visão mais clara sobre a sua questão, se se mantiver objetivo e de mente vazia;

De facto existem grandes benefícios em procurares uma consulta de Reiki e já sabes, não há milagres, mas sim um percurso terapêutico. Isto não quer dizer que deves deixar o autotratamento, muito pelo contrário, deves ainda mais investir no teu autotratamento e com o teu terapeuta e Mestre de Reiki, procura o melhor aconselhamento para a prática.

Podes ler em Reiki Guia do Método de Cura várias abordagens sobre a prática terapêutica e no que se baseia uma consulta de Reiki.

O Terapeuta de Reiki deve sempre seguir um rigoroso código de ética, para isso aconselhamos a Associação Portuguesa de Reiki e as suas indicações para a prática de Reiki.

Podemos sentir mal na prática de Reiki quando acumulamos muita energia densa

Se acumulares muita energia densa ou estagnada em ti poderás sentir mal ao realizar o autotratamento. Não te preocupes, tem uma razão de ser.

Sentir mal no autotratamento e o que tem a ver com a energia acumulada

Há alturas em que estamos muito tempo sobre pressão, com stress, ansiedade, sentimentos depressivos, ou com uma vida tão agitada que as coisas vão-se acumulando sem nos apercebermos disso. Infelizmente, é algo de comum neste tempos, mas que poderá ser incrivelmente prejudicial para a nossa saúde.

Como observamos que tudo se converte em energia, este tipo situações torna-se energia de vibração mais densa, ou mesmo estagnada, o que irá dificultar bastante o fluxo da energia em nós e, como tal, dificultar o processo de homeostasia no corpo.

Então, quando um praticante de Reiki inicia o seu autotratamento, poderá deparar-se com grandes dificuldades. A energia pode parecer fluir com mais dificuldade, o byosen poderá ser exigente com sensações de formigueiros, frio ou outras, poderão surgir sensações como vómitos, diarreia, dores de cabeça, tonturas e muito mais. As noites poderão ser agitadas, os dias poderão parecer que não correm muito bem, quase como se se estivesse doente.

É mesmo assim, é como se estivessemos a drenar um pântano, ou muita areia de um rio que impede o seu fluxo. Então o que poderás fazer?

  • Inicia sempre com as técnicas de limpeza;
  • Se puderes, pratica o Joshin Kokyu Ho, a técnica da respiração, ou seja, medita durante quinze minutos;
  • Se já tiveres aprendido, poderás acelerar os efeitos de limpeza com a técnica heso chiryo, se ainda não, não faças;
  • Coloca a intenção ao teu autotratamento para que te sintas em paz, harmonia e integrado;
  • Se os dias de autotratamento anteriores tiverem sido “estranhos”, aplica primeiro no chakra raiz, joelhos e pés;
  • No dia seguinte tenta fazer o autotratamento por completo e verifica como te sentes, é muito importante estares enraizado e sentires-te presente;
  • Termina com as técnicas de limpeza, se necessário toma um banho de seguida, para limpar a energia que foi “saindo” do teu interior;
  • Recita novamente os cinco princípios;
  • Agradece;
  • Faz coisas boas para ti durante o dia, eleva o teu interior.

Não te preocupes por teres acumulado energia densa, isso só acontece porque faz parte da vida e nada como uma terapia natural como Reiki para te ajudar a encontrar o equilíbrio necessário.

Muda também o teu padrão na vida e assume o que é essencial para ti.

O que fazer quando família e amigos não acreditam em Reiki

Alguns membros da família e dos nossos amigos, não acreditam em Reiki e por vezes isso tem um impacto grande na nossa prática, motivação ou mesmo poderá ser uma razão para se desistir.

Se a família e amigos não acreditam em Reiki não há problema

Se há alguém que tem que acreditar na prática de Reiki és tu. O Usui Reiki Ryoho, ou seja, o método criado e ensinado pelo Mestre Mikao Usui, não faz apologia de religião ou de movimentos espirituais, é uma filosofia de vida universal e uma prática terapêutica, em primeiro lugar para ti e depois para os outros.

Assim sendo, há um grande foco nesta prática – tu mesmo. Não precisamos de crenças ou de cultivar crenças, mas precisamos perceber se isto realmente nos é benéfico ou não, se encontramos benefício em ser útil aos outros ou não. Se encontramos este benefício mútuo, sabemos que é uma prática valiosa.

Se a família e amigos não acreditam em Reiki e no que fazemos, temos que ter o coração no lugar certo e não nos sentirmos ofendidos ou fragilizados por isso. É natural que não compreendendo corretamente o que é Reiki e vendo algumas práticas mesmo muito esquisitas que dizem ser Reiki, mas nada tem a ver, é muito compreensível que por vezes tenham um mau julgamento ou nem queiram saber o que é. Assim, podes fazer o seguinte:

  • Sem querer “vender” ou “convencer”, indica claramente o que é a prática de Reiki, mostra em primeiro lugar a filosofia de vida e como os seus valores são universais, como essa prática é para ti e como te tem mudado;
  • Depois, explica que é para te tratares em primeiro lugar;
  • Enquadra também o sentido de que trabalhamos apenas com energia, não usamos santos, anjos, guias, ou quaisquer referências espirituais, isso sim fará parte da crença de cada um;
  • Esclarece que é um método japonês criado em 1922;
  • Indica que qualquer pessoa pode praticar, porque a energia é algo comum em todas as pessoas;
  • Pergunta à pessoa se não quer experimentar, para perceber melhor o que é. Lembra-te que, por vezes, “santos da casa não fazem milagres” e poderás recomendar experimentar com um colega teu.

Acima de tudo não sintas que as outras pessoas te têm que compreender, pois o mais importante é que tu mesmo sintas a “Arte Secreta de Convidar a Felicidade” e continues o teu progresso, para o equilíbrio e harmonia. Não precisamos apregoar que praticamos Reiki, nem precisamos que todas as pessoas pratiquem Reiki, este é um caminho único que, se fizer sentido para alguém, essa pessoa o encontrará, não precisa ser convencida, apenas o precisa de viver.

Sente no teu coração os cinco princípios, vais ver que não há problema algum em família e amigos não acreditarem em Reiki, não há nada em que acreditar, mas há muito que viver em prática.

O grande livro dos chakras e da anatomia energética

O Grande Livro dos Chakras e da Anatomia Energética

A nossa anatomia energética e o conceito de Chakras que tanto usamos na prática de Reiki e em muitas outras práticas energéticas, são algo que exigem sempre muito aprofundamento. Não podemos dizer que apenas uma forma de encarar os chakras e a anatomia energética pode ser verdadeira, mas quando observamos várias perspetivas, enriquecemos muito o nosso saber e vemos que elas se complementam. Assim, sem pretenções, o Grande Livro dos Chakras e da Anatomia Energética apresenta-se como um guia para perspetivas, para o teu desenvolvimento no tratamento e elevação dos centros de consciência que são os Chakras, assim como a compreensão de algumas questões que existem em relação à anatomia energética e o fluxo da energia.

O Grande Livro dos Chakras e da Anatomia Energética

«O nosso corpo energético é um grande mistério. E é por isso uma aventura de vida incrível partilhar as minhas pesquisas sobre o tema.»

Este é o primeiro grande manual de um autor português a sistematizar os conhecimentos sobre os centros vitais do ser humano e todas as questões relacionadas com a anatomia energética.

João Magalhães, autor do bestseller O Grande Livro do Reiki, apresenta nesta obra as questões que se colocam a quem se inicia no mundo dos chakras e pretende saber mais sobre conceitos como enraizamento, aura, prana, kundalini, entre tantos outros. Aqui se aborda a visão ocidental, mais contemporânea, e a visão oriental, mais tradicional, mostrando-se também como o trabalho sobre o campo energético se pode revelar uma autêntica filosofia de vida.

Um livro indispensável que o ajudará a:
– Conhecer em profundidade os chakras principais e também os secundários;
– Aprender técnicas de limpeza e proteção energética;
– Compreender os diferentes mantras e mudras;
– Dominar uma filosofia de vida assente na integridade, na compaixão e na bondade.

Tratar o Chakra Raiz quando o Chakra Cardíaco está fraco

Quando sentes o Chakra Cardíaco fraco faz sentido tratar o Chakra Raiz, pode parecer estranho, mas faz todo o sentido tratarmos do verdadeiro suporte que necessitamos.

Fortalecer o Chakra Raiz para serenar o Chakra Cardíaco

Quando aplicas Reiki, por vezes podes sentir algum tipo de perturbação no Chakra Cardíaco. Pode bater mais depressa, ou causar ansiedade, pode surgir alguma espécie de dor interior ou agitação. Isso acontece porque há algo em nós que precisa ser tratado, cuidado, mas por vezes não podemos ir logo à fonte do problema, temos que, em primeiro lugar, dar suporte, criar estrutura para que a transformação aconteça.

Este suporte e estrutura precisam ser, em primeiro lugar, cultivados no Chakra Raiz. É este o nosso primeiro Chakra e representa, verdadeiramente, o suporte da nossa existência.

Assim, experimenta fazer o seguinte durante três dias ou uma semana, no teu autotratamento:

  • Faz as três técnicas de limpeza;
  • Recita os cinco princípios;
  • Coloca a intenção de trazeres equilíbrio e suporte a ti mesmo;
  • Começa a primeira posição do autotratamento no Chakra Raiz, quer diretamente ou na bacia;
  • Depois coloca as mãos na parte de cima das coxas;
  • Passa aos joelhos;
  • Trata as canelas;
  • Trata os tornozelos;
  • Trata os pés;
  • Quando quiseres terminar, recita os cinco princípios;
  • Se o tratamento foi exigente, então faz o banho seco novamente.

Com este tipo de aplicação, vais estar a concentrar-te no Chakra Raiz e criar mais equilíbrio e harmonia para o teu próprio suporte.

Depois, gradualmente, vai aplicando o autotratamento regularmente, verificando se as sensações no coração começam a estar mais harmoniosas.

Para compreenderes melhor a importância dos Chakras, podes ler mais em O Grande Livro dos Chakras e da Anatomia Energética.

As saudades de um ente querido e como compreender, tratar com Reiki

Todos já sentimos as saudades de um ente querido que partiu e claro que, por vezes, nos surge a tristeza por já não o termos entre nós. Como poderá a prática de Reiki ajudar-nos a compreender e lidar melhor com estes sentimentos?

Uma reflexão com Reiki para as saudades de um ente querido

Podemos sempre encarar cada situação de duas formas, pela tristeza que nos provoca ou pelos tesouros que nos traz. Quando pensamos nas saudades de um ente querido, vem-nos aquele sinal do coração, o sinal de qual nos faz falta alguém que nos era querido. Se apenas dermos atenção à saudade, ficamos tristes, choramos, o que também não nos faz mal algum, não tem problema algum expressar tristeza e chorar.

Por outro lado, podemos ver que esta ausência, estas saudades de um ente querido, podem ser como jóias no nosso coração. Não há nada de mais maravilhoso, intemporal e infinito que o amor que guardamos no nosso coração. Então, estas saudades significam que a pessoa é para nós um tesouro e que temos a sorte de o ter connosco.

Quando encaramos a pessoa como um tesouro no nosso interior, pode vir a saudade, mas vem também o entendimento claro da fortuna que temos e também a consciência que esse ente querido irá estar sempre connosco, que quanto mais coisas boas fizermos em sua memória, mais a sua própria vida terá tido significado. É uma passagem de testemunho e uma doação que enriquece a própria humanidade.

Como pode Reiki ajudar-nos a compreender e cultivar positivamente as saudades de um ente querido

O Mestre Usui indicava que “O Universo existe em mim e eu existo no Universo”, ou seja, nós fazemos parte de tudo e tudo faz parte de nós, estamos interligados. Apesar do nosso ente querido já ter partido, ele continua a fazer parte do universo, continua a fazer parte de nós mesmos. Com estas palavras do Mestre Usui, podemos encontrar a serenidade através do conceito de unidade, de harmonia entre a vida e tudo o que viveu.

Se por outro lado, tiveres sonhos e saudades de um ente querido, porque não enviares Reiki para essa situação? Pede à energia para fluir para as sensações e memórias que tens desse sonho ou desse sentimento que te tira a tranquilidade. Visualiza a situação a ficar mais clara, o teu ente querido a ficar bem. Esta é uma boa forma de apaziguares também a tua mente e o teu coração.

Trabalha para a tua harmonia e para tornares as jóias do teu coração cada vez mais brilhantes, lembra-te também das palavras do Mestre Usui: “A lei natural do Grande Universo e cada espírito humano, como Pequeno Universo, devem ser constantemente unidos, existindo como um”.

Quando não aplicar Reiki a outra pessoa, estando doente

Em algumas circunstâncias temos que ter a atenção de não aplicar Reiki a outra pessoa, pois poderá ser complicado para nós e também para o outro. Ter isto em mente, pode ajudar-nos a compreender melhor a necessidade do autocuidado, ou seja da aplicação do autotratamento e do sentido dos cinco princípios.

Quando não aplicar Reiki a outra pessoa

Por doença, na prática de Reiki, entendemos o desequilíbrio e desarmonia na pessoa, que podem ir de uma constipação à indisposição emocional, de um temor a um comportamento obsessivo. A prática de Reiki, compreende apenas a energia e como tal, olha para a pessoa como um todo.

Há alturas em que estamos com uma constipação, alergia ou até um pouco “ovelha choné“, aplicamos Reiki a outra pessoa e tudo corre maravilhosamente bem. A pessoa sente-se excelente e até parece que o problema que tínhamos desapareceu. Nessas alturas, afinal não estávamos tão mal quanto pensávamos, apenas estávamos um em desequilíbrio e por isso mesmo, tudo correu bem porque não estávamos focados na doença e trabalhamos bem com a energia.

Mas há alturas em devemos não aplicar Reiki a outras pessoas, tendo uma consciência muito presente e atenta para essas condições. Devemos sempre observar esta possibilidade através dos cinco princípios:

  1. Será que tenho a mente serena e consigo estar no momento presente?
  2. Será que me sinto confiante e com as condições necessárias para fazer um bom trabalho?
  3. Será que estou de coração predisposto a fazer o que tenho a fazer, independentemente da condição da pessoa?
  4. Será que me vou empenhar em honestidade e será que em honestidade sinto a energia universal?
  5. Será que consigo estar num equilíbrio correto entre a bondade para comigo e a bondade para com a outra pessoa?

Algo a ter muito em conta, para verificares quando não aplicar Reiki a alguém, é se a pessoa está num estado debilitado, física, mental, emocional, espiritualmente. A sua debilidade é uma fragilidade, é como se fosse uma flor singular e frágil, num grande campo, tu, enquanto terapeuta de Reiki ou voluntário, poderás ser um cuidador dedicado que ajudará essa flor a crescer, ou então, um elefante que pode levar tudo à frente.

Saber levar um caminho equilibrado na prática de Reiki irá ajudar-te muito e também aos outros, por isso mesmo, sente a energia, reflete com os cinco princípios e observa com uma mente sábia e compassiva.

De que lado do corpo praticamos Reiki

Já te perguntaste de que lado do corpo praticamos Reiki? Ou seja, de que lado é que habitualmente costumas tratar alguém ou de que lado até gostas mais de tratar?

Compreender o lado do corpo poderá ser importante, assim como ter a flexibilidade para mudar de lado do corpo durante um tratamento de Reiki.

O lado do corpo e o que isso quer dizer num tratamento de Reiki

A prática de Reiki não contempla polaridade, ou seja, mão esquerda e mão direita emitem a mesma energia, o mesmo tipo de energia – Reiki. Reiki, sendo a Energia Universal, ou Energia Vital que está presente na natureza, não tem polaridade. No entanto, vários praticantes percebem que um dos seus lados parece emitir mais energia que outro. Não acontece com todos os praticantes, mas sim com alguns. Nada se passa de errado com eles, é mesmo assim o seu canal energético e poderá mudar com o tempo.

Por isso, ao aplicar Reiki a alguém, podemos estar do seu lado do corpo esquerdo ou direito, é indiferente. O posicionamento irá mesmo depender de ti.

No entanto, podemos considerar o lado do corpo consoante a “queixa” e indicações da pessoa, ou seja, se a pessoa se sente mais bloqueada à esquerda ou à direita. Então, de uma forma simples, podemos considerar o lado esquerdo do corpo relacionado com a parte/aspecto feminino (mesmo sendo homem) e o lado direito do corpo relacionado com a parte/aspecto masculino (mesmo sendo mulher).

Tendo em conta estas situações, podemos sempre ter atenção ao que o lado esquerdo ou direito dizem, energeticamente, e também podemos colocar-nos do lado esquerdo ou direito, dependendo da necessidade mais conveniente de o tratar.

O lado esquerdo do corpo

Podemos dizer que o lado esquerdo do corpo representa a nossa parte “emocional”, sentimental, o aspecto feminino, lunar, yin, frio, introvertido. Assim, em algumas pessoas que têm determinadas questões emocionais, podemos entender o bloqueio que sentimos com o seu lado esquerdo. Parece até que a maior parte dos seus problemas se manifesta no lado esquerdo do corpo.

O lado direito do corpo

No nosso lado direito do corpo, temos o aspecto masculino, quente, yang, extrovertido e que representa a parte “racional”, organizadora, autoritária. Em algumas pessoas com questões de relacionamento masculino ou de autoridade, encontramos alguns tipos de bloqueios no seu lado direito do corpo.

Apesar de podermos ter estas teorias do lado direito e esquerdo do corpo, não quer dizer que é mesmo assim e que vamos sempre observar as pessoas desta forma. Isto são apenas mais uns indicadores que nos podem auxiliar a compreender algumas questões que a pessoa demonstre, no entanto, cada pessoa é única por si e na prática de Reiki, é isso mesmo que observamos e cumprimos. Um tratamento único e integral.

Podes ler no livro Reiki Guia do Método de Cura, mais explicações sobre cada parte do corpo e métodos de aplicação de tratamento.

Depois de receber Reiki não fazer Reiki

Pode parecer um contrassenso mas, depois de receber Reiki em algumas circunstâncias, deves considerar se deves aplicar Reiki a outros. Esta observação é principalmente dirigida para os terapeutas de Reiki.

Como decidir se depois de receber Reiki se deve aplicar Reiki a outros

A prática de Reiki é extraordinária e no que diz respeito a ser terapeuta de Reiki é uma experiência muito bonita. Mas como qualquer praticante de Reiki, se calhar ainda com mais “obrigação”, um terapeuta de Reiki deve receber Reiki de outro terapeuta.

A necessidade de receber Reiki de outra pessoa vem de termos uma outra perspetiva sobre as questões que temos, além de que muito tempo a tratar os outros, traz também desgaste, muitas vezes inconsciente e precisamos, sem dúvida alguma, regressar a nós mesmos. Assim uma sessão de terapia Reiki, devia ser agendada uma vez por mês ou de dois em dois meses, pelo menos, entre terapeutas de Reiki.

Mas voltemos à questão de porque considerar irmos fazer consultas de Reiki após termos recebido uma consulta de Reiki.

Reiki pode ter vários efeitos em nós, todos eles muito naturais. Traz-nos serenidade, equilíbrio interior, por vezes parece que ficamos limpos, brilhantes interiormente. É como nós acordarmos de manhã, tomarmos um bom banho, ficarmos com um cheiro bem agradável e depois saímos para a rua e alguém fica a fumar ao nosso lado. Perdemos o cheiro, ficamos a tossir e ainda somos capazes de nos sentir mal. Então, por vezes, nem sempre, após recebermos Reiki devemos considerar se podemos ou não aplicar Reiki a alguém, pois podemos estar tão “limpinhos” que muito facilmente qualquer tipo de densidade poderá trazer-nos perturbação. Não quer dizer que ela se reflete ao longo do dia, mas poderá trazer uma noite bem mal dormida.

Não interpretes estas reflexões como algo que acontece sempre assim, não, tens que verificar como é o teu caso, só assim compreenderás e entenderás se se aplica a ti ou em que condições se aplica a ti.

Lê também no livro Reiki Guia do Método de Cura, indicações valiosas para a tua prática como terapeuta de Reiki.

Quando não temos bondade pelos outros

Com certeza que já tiveste momentos em que não tiveste bondade pelos outros ou que até sofreste da ausência de bondade pelos outros, mas porque surge esta falta de vontade e de que forma a prática do Usui Reiki Ryoho nos pode ajudar?

Quando não temos bondade pelos outros e como ultrapassar esse sentimento

Muitas situações na vida nos podem fazer ir perdendo a bondade pelo caminho – as desilusões, as aparências, mágoa, tristeza, e também a falta de quem transmita corretamente o que é a bondade, como ser bondoso e não cair no erro de ser “bonzinho”. As relações humanas não são fáceis e surgem cada vez mais dificuldades pelo meio que não fomos aprendendo a lidar com elas, como uma sociedade genuinamente preocupada com o bem comum. Com tantas desilusões na vida, nos nossos vários sectores, é fácil chegarmos a um momento em que não temos bondade pelos outros e apenas queremos centrar em nós mesmos.

Fazê-lo irá trazer grandes riscos. O nosso chakra cardíaco irá fechar-se, o plexo solar ficará cada vez mais incapaz de gerir emoções. Então, ao invés de ficarmos melhor por nos afastarmos dos outros, iremos é, na verdade, ficar cada vez pior. Todos precisamos de todos, é uma interdependência comum e a bondade é uma “cola” muito especial que nos pode unir.

A bondade faz parte do quinto princípio de Reiki, onde o Mestre Usui constata – Só por hoje, sou bondoso. É uma tomada de consciência diária onde nos é pedido para que nos lembremos de nós mesmos, para cultivarmos uma grande bondade no nosso coração e também na nossa mente. Com a bondade, podemos levar aos outros algo de bem melhor em todos os campos da nossa vida, pois esta é uma bondade construída com sabedoria e não apegada a uma ausência que se tenha e se queira compensar com os outros.

Ser genuinamente bondoso para com os outros é saber expressar com sabedoria a compaixão, compreender que nem tudo tem que ser sim e que por vezes até um não é educativo. Se perderes a bondade pelos outros ou se alguém não for bondoso para contigo lembra-te que o sofrimento nos faz encolher, mas que a aceitação, o entendimento, nos fazem expandir.

Pratica Joshin Kokyu Ho, a prática meditativa que te irá auxiliar a esvaziar a mente, para que o teu coração cresça cada vez mais compassivo.

Os poemas do Imperador Meiji para quando não temos bondade pelos outros

O poema que me surgiu é bastante curioso, é o poema 101 e é uma advertência ao cuidado, ao trabalho diligente e decente que deve ser feito por aqueles que governam. Podemos também aplicar este conceito a nós mesmos, que supostamente governamos a nossa própria mente e coração. Tendo isso em consideração, o poema faz muito sentido na construção da bondade.

101 — CRÍTICA

Espero que o nosso país seja considerado como um país decente, governado corretamente. Governadores e políticos, façam o vosso melhor!

Como aplicar Reiki em transplantes

Uma aplicação ainda pouco incomum é a de Reiki em transplantes, ou seja, a aplicação da energia em pessoas que receberam um órgão ou parte do corpo físico que é de um terceiro. Vamos ver como o poderemos fazer de uma forma simples.

A aplicação de Reiki em transplantes presencial ou à distância

Quando uma pessoa recebe um transplante, há todo um cuidado incrível que comprova o avanço maravilhoso da medicina e ciência, para o cuidado da pessoa e para a melhoria da sua saúde e vida. Quando algo estranho, apesar de compatível com a pessoa, é colocado, o nosso corpo poderá ter uma boa reação ou, infelizmente, uma reação de incompatibilidade e, quem sabe se a aplicação de Reiki não poderá ajudar?

Do ponto de vista energético, contemplamos o corpo da pessoa como um todo. Quando algo que não pertence a esse campo energético é colocado, tem que haver um processo de homeostasia, tal como acontece com o corpo físico. Vamos imaginar um rim. É como se todo o corpo tivesse uma energia de cor amarela e o rim fosse de cor azul, parece destoar (estou a falar hipoteticamente) de todo o conjunto. A sua vibração energética, que percebemos através do byosen é também diferente do resto do corpo. Então qual o nosso trabalho?

Aquilo que um praticante de Reiki pode fazer é colocar a intenção de trazer harmonia e equilíbrio a todo o corpo energético da pessoa, para que tudo seja bem aceite, integrado e a pessoa esteja como uma. É como se a energia fosse toda uniforme.

Na prática presencial, não coloques as mãos em cima do local, trabalha mais no campo da aura e vai movimentando as mãos suavemente, como se fosse alisando a energia e tornando-a toda comum.

É também importante visualizares que a energia circula por todo o corpo, saindo pelas mãos e pés, o que ajuda a que a energia não crie inflamações ou estagnações.

Claro que é um processo muito intuitivo, com grande uso da imaginação e visualização, mas este é o conceito da energia – algo de diferente harmonia, no nosso corpo, precisam os dois de ter a mesma harmonia.

Quando nos apetece baixar os braços como pode Reiki ajudar?

Há alturas na vida que só nos apetece baixar os braços e pronto, ficar por ali, bem quietos, não mexer, sem querer que ninguém nos chateie. Baixar os braços pode ser bastante prejudicial para tudo o que representamos e para a nossa autoestima, por isso mesmo, vamos observar o que a filosofia de vida na prática de Reiki tem a dizer sobre isso e como nos pode ajudar.

Quando Reiki nos ensina a não baixar os braços

O nosso quarto princípio é, em português, Só por hoje, trabalho honestamente. Na verdade, no Japão, este princípio é uma advertência – trabalha diligentemente, trabalha arduamente. Este conceito tem tudo a ver com aquilo que agora se descobre, o “ikigai”, uma vontade de viver cultural e que tem como um dos pilares, a diligência, ou seja, nunca baixar os braços, nunca parar, ser sempre ativo na sociedade, de forma construtiva e positiva.

Temos a tendência de baixar os braços quando sentimos que nada podemos fazer, não podemos mudar os outros, o mundo, há corrupção, há insensibilidade, há oportunismo e bom, fartamo-nos de quem é falso e, muitas vezes se faz parecer de grande, sábio e bondoso. Por vezes sofremos de bullying no trabalho, outras na escola e até mesmo em casa… baixamos os braços.

Mas a prática de Reiki, à qual o Mestre Usui indicava como sendo “A Arte Secreta de Convidar a Felicidade“, pede-nos para cultivarmos harmonia, confiança, gratidão, sendo diligentes e bondosos. Ou seja, prosseguindo sempre apesar das adversidades.

A grande lição de vida é mesmo observar a nossa frustração. Porque será que queremos que os outros e o mundo sejam de determinada forma?

Como podemos observar que tudo necessita de evolução e que a evolução humana, da mente e do coração, é algo de tão longo que mais rápido falamos de evolução tecnológica do que inteligência emocional. Assim, não percas de vista a excelência que se pretende para a humanidade, mas tem em consciência que isso será um processo bem longo, que se tu mesmo não evoluires, então de nada serve.

Baixar os braços é parar a evolução, é parar a vida. É como uma árvore dizer “agora desisto, podem queimar-me pois já não vale a pena viver”. O problema é que muitas espécies dependem daquela árvore singular, de formas que nem ela sequer desconfia. Assim é connosco, não podemos baixar os braços porque a nossa diligência para uma vida mais harmoniosa e feliz contribui para a harmonia e felicidade mundial.

Pratica autotratamento, não desistas, procura alguém que te possa tratar e estimular a compreender porque estás a baixar os braços. Só por hoje, vale a pena todo o esforço que se faz, até ao fim da vida.

Os ensinamentos do imperador Meiji para não baixar os braços

Tentando compreender a sabedoria nos poemas do Imperador Meiji, trouxe-me a sorte este poema 57, sobre a noite. Uma boa advertência para não se baixar os braços perante a vida.

57 — NOITE

Quando a noite chega, percebes como desperdiçaste o dia todo. Vive o momento e não desperdices tempo.

Enviar Reiki para amigos

Os nossos amigos são tão importantes que precisamos enviar Reiki para eles com regularidade e podemos fazê-lo de uma forma tão bonita e preciosa.

Como enviar Reiki para os nossos amigos de coração

Com o segundo nível de Reiki aprendes a técnica Enkaku Chiryo, o envio de Reiki à distância. Muitas vezes enviamos Reiki para quem está doente, ou para quem nos pede ou necessita, mas devemos também enviar Reiki mesmo para quem “não esteja a precisar”, neste caso prático, os nossos amigos.

Na vida temos amigos genuínos, amigos de coração, que talvez sejam menos que os dedos de uma mão. São amigos que o tempo não distancia, mas que os momentos da vida podem ter em distância, no entanto, no nosso reencontro, tudo está como antes, a amizade mantém-se.

Então, esses amigos são como uma jóia preciosa que não se gasta com o tempo nem se desvaloriza, por isso mesmos, sempre que possamos, podemos enviar Reiki para eles, por exemplo, da seguinte forma:

  1. Faz o banho seco;
  2. Liga-te à energia e recita os cinco princípios;
  3. Desenha ou visualiza os três símbolos do último para o primeiro;
  4. Indica “Vou iniciar o envio de Reiki à distância”;
  5. Visualiza o teu amigo;
  6. Imagina como se estivesse entre as tuas mãos e envia-lhe Reiki;
  7. Pede para a energia lhe dar alegria, paz, felicidade e muitas coisas boas na vida;
  8. Visualiza-o muito feliz;
  9. Quando quiseres terminar, imagina que ele vai desaparecendo muito contente;
  10. Desenha ou visualiza os três símbolos;
  11. Indica que “Termino o envio de Reiki à distância”;
  12. Faz o banho seco;
  13. Agradece.

Os nossos amigos são mesmo muito importantes, vale a pena enviar-lhes Reiki e dar-lhes o desejo de tudo o que há de bom na vida.

Como lidar com a falta de gratidão

Um dos temas mais interessantes na prática de Reiki é a filosofia de vida e a falta de gratidão é algo que podemos observar à luz da sua sabedoria, pois pertence à categoria do terceiro princípio – Só por hoje, sou grato.

Como lidar com a falta de gratidão tendo entendimento e cumprindo a prática de Reiki

Quando alguém sente a falta de gratidão de outrem é como se lhe retirasse as esperanças do que faz, ou como se lhe espetassem uma faca no coração. Como esta atitude é tão fulcral para todos nós, precisamos compreender os dois lados – o da pessoa que manifesta a falta de gratidão e o da pessoa que sofre com essa ausência.

Alguém que, em determinado momento, falha a expressão da gratidão, é porque talvez não saiba o que isso quer dizer para a outra pessoa, porque talvez tenha introversão, ou não consiga mesmo comunicar aquilo que sente, claro que podem existir muitas mais razões, algumas que podem tocar a indelicadeza, mas isso será sempre algo que apenas nos transmite uma ideia – a ausência de entendimento.

Para quem sofre com a falta de gratidão, há muito a refletir. Por um lado, não nos devemos apegar, não é bem o conceito de “fazer o bem sem olhar a quem”, mas sim o de compreender que se necessitamos de dar algo a outrem, porque o fazemos?

Tendo esta consciência, sabemos que a maior gratidão é aquela que está dentro de nós mesmos, o reconhecimento valioso da autoestima e o da autoconfiança, então, se a falta de gratidão te magoar, ela irá tornar-se um excelente exercício para tu te reforçares interiormente.

Observa bem esta questão através dos cinco princípios, tenta compreender de que forma a pessoa te magoou e porque isso tirou a tua calma, porque fez tremer a tua autoconfiança e que lição bondosa isto traz, para que possas continuar a dar, sabendo lidar com todas as possíveis situações.

Aplica o teu autotratamento, nas zonas que possas sentir mais fragilizadas, para que a mágoa não se instale e não percas a tua capacidade de doação.

Refletir com os poemas do Imperador Meiji sobre a falta de gratidão

O primeiro poema que me surgiu ao procurar uma indicação sobre a falta de gratidão, foi o terceiro, “Às vezes”. A sua reflexão traz-nos muita sabedoria e lembrança que, mesmo que alguém tenha uma lição de falta de gratidão para nós, podemos sempre crescer muito com isso mesmo.

3 — ÀS VEZES

Quando pensas sobre os agricultores pobres, que trabalham arduamente no campo de arroz, no verão quente, como podes reclamar por estar quente?

Também nós, em muitas coisas na nossa vida demonstramos falta de gratidão, pois elas parecem ser óbvias. Por isso, agradecer por termos conduzido sem um acidente, agradecer por vermos pessoas desconhecidas a rir, agradecer pelo mau tempo, agradecer pelo sol, agradecer até por uma refeição que foi mal confecionada, tudo isto nos ajuda cada vez mais a ter uma mente e um coração cheios de cinco princípios, tendo-os assim, nunca teremos a falta de gratidão.

A falta de autoconfiança e como lidar com ela

A falta de autoconfiança é uma questão que assola a vida de todos nós, algures na vida e poderá manter-se mais ou menos tempo, consoante a nossa capacidade compreender quem somos e o potencial que temos. A falta de autoconfiança pode ser um trampolim para um grande crescimento humano ou um caminho descendente e vertiginoso, do qual não se vê volta a dar.

Como podes lidar com a falta de autoconfiança

Vamos encarar uma situação e, de repente, parece que algo em nós está a faltar, uma força, uma vontade, algo de interior. Procrastinamos, adiamos o inadiável e, cada vez mais, vamos sofrendo com esta falta que estamos a ter.

A autoconfiança pode surgir da nossa própria desatenção ou de condições exteriores, como a pressão, atitudes constantes que outros possam ter para connosco, ou da dificuldade que encontramos em determinado percurso da vida. Em última análise, a falta de autoconfiança é como o esquecimento do regar e cuidar de uma bela flor interior. À medida que vai faltando água e nutrientes, ela vai mirrando, até murchar.

O segundo princípio de Reiki, Só por hoje confio, vai ao encontro da necessidade que temos de ultrapassar as crises de falta de autoconfiança, compreendendo que tipo de sofrimento estamos a passar, que insatisfação permanece em nós e o que precisamos de cultivar para conseguirmos chegar a nós mesmos.

Se estás a passar por uma crise de falta de autoconfiança, observa a tua questão à luz dos cinco princípios. De que forma foste perdendo o teu equilíbrio e harmonia e que lições tens a compreender, para que possas olhar para ti e perceberes o que é realmente importante neste longo caminho da vida.

Aplica autotratamento regularmente, trabalha bem os teus chakras inferiores e lembra-te que tudo requer trabalho e aplicação – tu consegues, isso sem dúvida alguma. Se necessário procura também um terapeuta de Reiki e caso haja uma condição médica, procura um especialista recomendado.

A reflexão através dos poemas do Imperador Meiji

Procurei, entre os 125 poemas do Imperador Meiji, um que à sorte me pudesse falar sobre a autoconfiança:

40 — TOPO DA MONTANHA

Pode parecer impossível escalar o topo da montanha que sobe alto no céu, mas irás encontrar uma forma se tentares. Há um caminho se houver uma vontade.

Na sua grande sabedoria, o Imperador Meiji adverte-nos que, apesar da montanha parecer inalcançável, há sempre uma forma de chegarmos ao seu topo. Precisamos tentar, com vontade e com o desenvolvimento da sabedoria.

Page 1 of 115

Powered by WordPress & Theme by Anders Norén